Pai e Mae Importancia na minha Vida
Mãe é a que fica.
Mãe é a multidão que te aplaude não importa qual seja o resultado!
Mãe é a que come torrada queimada e pescoço de galinha e nos convence de que são suas partes preferidas da comida.
Mãe é aquela que não sabendo o que falar nos brinda com o silêncio mais precioso que existe, porque o silêncio pode ser o melhor conselho que recebemos de sua sabedoria.
Mãe é a que nos entrega todo o seu DNA, toda sua imunidade, o seu melhor tempo e muitas vezes toda sua juventude.
Por isso que você tem uma mãe viva agradeça a Deus por quê é nelas que Deus está profundamente representado.
A Terra é mãe, e há de nascer algo mais selvagem e devastador do que ela nesse mundo físico?
Essa é a verdadeira energia feminina.
Feliz dia das Mulheres!
Ser mulher e mãe não é simples,
pois é uma grande responsabilidade zelar pelo marido, pela família e até pelo trabalho.
Por isso, que Deus abençoe todas as mulheres
e lhes traga felicidade neste Dia das Mulheres!
Amor de Mãe Amor de Cão.
É um tipo de Amor que só consigo mensurar ao de Mãe.
Incondicional,que nada pede e nem quer. Deseja apenas os seus braços, ser quardo nos seus abraços . Como mãe, falam com o olhar e tudo dizem. Quando não estamos presentes, estão em nós pensando,aguardando a doce chegada.
A mãe sorri,abraça, eles também a diferença é que aguardam serem abraçados.
É um Amor, que palavra nehuma resumi.
Amor que só sabe Amar.
Não conhece outra coisa e é para sempre.
Ao Meu Cão com Carinho.
Malucão....(*."
Entre Amor e Distância
Mãe, às vezes penso em nós:
dias em que somos jardim,
outros em que tudo se perde.
Confesso, às vezes tenho medo.
Quando abro o coração,
minhas palavras voltam
como se não tivessem lugar.
Cansa viver assim.
Talvez por isso eu sonhe em partir,
buscando leveza
para um peso que é da alma.
Faz tempo que não ouço
um elogio seu,
nem encontro no seu olhar
algo de bom em mim.
Eu sei que a senhora sofreu
e carrega muitos medos,
mas amar não deveria ser
querer controlar.
Ainda assim, uma verdade fica:
eu te amo, mãe.
Mas hoje,
meu coração já não encontra
paz em estar perto.
Não suba montanhas para que o mundo te veja, mas para que você possa ver o mundo. A verdadeira maestria não reside em vencer caminhos tortuosos por orgulho, mas em trilhar o óbvio com tamanha presença que o comum se torne sagrado.
Quando uma MÃE perde um filho.
"Quando uma mãe perde um filho, o tempo continua passando… mas o coração dela fica para sempre no dia em que o abraçou pela última vez."
"A dor de uma mãe que perde um filho não cabe em palavras; é um silêncio eterno que só o amor consegue explicar."
"Dizem que o tempo cura tudo, mas para uma mãe que perde um filho, o tempo apenas aprende a caminhar ao lado da saudade."
"Uma mãe que perde um filho não perde apenas alguém que ama, perde também um pedaço do próprio coração."
"O mundo continua girando, mas para uma mãe que perdeu um filho, uma parte do universo para para sempre."
Que dia Maravilhoso!
Parabenizo hoje àquela que na face da terra, Deus me apresentou como mãe...
Na vida encontramos amores...
amores que chegam e ficam, amores que passam, que marcam e se eternizam...Amores que não se mede, não se comparam e não se condicionam a nada...
Amor de TER e de SER mãe.
Á minha mamãe Raimunda Enes Carvalho, mulher guerreira e vitoriosa de muitas lutas, toda minha gratidão!
Em seu aniversário desejo o suficiente para que sejas feliz...Emmeio ás alegrias e sofrimentos, o gosto da vitoria e a certeza do seu dever cumprido.
Parabéns minha flor, do jeito que somos, ás vezes distantes, mas sempre antenadas...
Que Deus em Sua infinita graça e sabedoria lhe cubra de paz, saúde e vida longa.
#amoessaveinhalindaquechamodemamãe!
18/11/2015
A mãe do André sente muita falta de ser a mãe do André. E embora ele não possa dizer que sente falta dessa mãe. Essa mãe sente a falta de ser sua mãe pelos dois.
ANGOLA, A MÃE DESALOJADA
Ao longo da história da raça humana, o homem sempre esteve ligado à sua comunidade e procurou viver em paz e segurança dentro da sociedade, pelo fato de encontrar-se e viver em comunhão com o seu semelhante. Esse comportamento fez com que o homem criasse leis, princípios e regras impostas a todos os residentes da comunidade.
O mesmo aconteceu com o surgimento e a divisão de países dentro de um continente, a partir de reinos, tribos e clãs. O homem nunca se sentiu totalmente satisfeito e realizado, pelo fato de suas necessidades serem ilimitadas.
A interligação entre o homem e o seu semelhante fez com que tribos, povos, línguas e nações permutassem e cooperassem em prol de interesses comuns que ambos os lados compartilhavam ao formarem e firmarem suas diplomacias.
O mesmo aconteceu com Angola e com os angolanos, tanto no período pré-histórico quanto no colonial e pós-colonial. O povo angolano teve a graça de contar com homens e movimentos que sempre pautaram pelos interesses nacionais e patrióticos, em prol do bem-estar comum. O povo participou dessas incursões de forma indireta, pois, naquela época, lutar, protestar, revolucionar e defender a nação era considerado crime contra o regime colonial e as potências opressoras que se encontravam na África.
Por isso, muitos foram acusados, condenados e perseguidos pela PIDE. Fazer revolução, protesto ou incursão em prol de Angola, naquela época, tinha como prêmio a pena capital.
Ao longo dos tempos, muitos homens lúcidos — intelectuais, acadêmicos, autodidatas, revolucionários, nacionalistas e patriotas — já lutavam por uma Angola justa, pacífica e livre, onde todos os angolanos teriam direito à educação, saúde, habitação e, acima de tudo, à dignidade e ao respeito de seus direitos enquanto cidadãos, sem termos que olhar para a cor da pele ou para a cor partidária de um indivíduo.
Sonhavam com uma Angola onde todos nos veríamos como irmãos, filhos da mesma terra. Onde a bandeira do partido não seria mais importante do que ser angolano e filho desta terra. Esses homens — militantes, militares e líderes — não lutavam por interesses pessoais, mas sim pela pátria-mãe chamada Angola.
Durante as lutas e a guerra contra o regime colonial, muitos foram iludidos e cegados pelo orgulho, ódio, ambição e separatismo, agindo de forma parcial e xenófoba contra seus próprios irmãos angolanos.
O sacrifício foi árduo e a luta foi longa. Mas, em vez de paz, ganhamos guerra fria; em vez de união, ganhamos divisão; em vez de reconciliação, ganhamos tribalismo; em vez de imparcialidade, ganhamos parcialidade; em vez de família, ganhamos adversários; em vez de irmãos, ganhamos inimigos. Em vez de amor, promovemos o ódio contra o próximo, apenas por pertencer a um partido ou religião diferente da nossa.
Esses males foram plantados ontem, numa Angola desavinda, onde irmãos matavam-se entre si, guerreando violentamente contra o próximo e o seu semelhante.
Angola foi alvo da orfandade e viuvez causadas pela política ocidental e imperialista. Foi através dessa política que começamos a nos matar, por acreditarmos na hegemonia política e partidária, sem sequer usarmos o senso crítico.
Hoje, Angola encontra-se nômade, desalojada, vagando por terras férteis e aráveis, levando apenas consigo: trouxas, roupas, panos, panelas, chinelas e lenços. Está vestida apenas com roupas das cores das bandeiras partidárias e nacional.
Apesar das riquezas que o nosso solo oferece, ela continua a vagar pelas ruas das cidades, pedindo esmolas, comida, dinheiro e socorro àqueles que passam por ela.
Enquanto Angola passa fome, sede, vergonha e humilhação diante de seus filhos, sobrinhos, netos e bisnetos, o estrangeiro explora, rouba, saqueia e aliena seus filhos, cidadãos e povos — reduzindo-os à condição de mendigos, e transformando-os em fonte de rendimentos e enriquecimento por meio de doutrinação (alienação religiosa), cegueira e reprodução de teorias políticas alheias.
Hoje, em vez de nação, vivemos no exílio; em vez de cidadãos, tornamo-nos refugiados; em vez de patriotas, somos taxados de inimigos públicos; em vez de nacionalistas, somos chamados de terroristas; em vez de filósofos, somos considerados malucos.
É por causa desses e de outros males que transformamos o partido no poder em religião, o presidente em divindade, políticos em salvadores, revolucionários em demônios, críticos em adversários, artistas em papagaios, filósofos em malucos e ativistas em frustrados.
Essa ideologia foi promovida por aqueles que sempre quiseram se perpetuar no poder a todo custo, mesmo que para isso fosse necessário lutar e guerrear contra os ventos do progresso.
Nós, angolanos, tornamo-nos inquilinos dentro da nossa própria terra e pagamos renda a quem não é filho legítimo desta nação chamada Angola.
Nossos direitos foram consagrados na Constituição, mas, infelizmente, a realidade os nega. E o governo nos reprime quando exigimos e clamamos diante dos órgãos competentes e de direitos.
Nossa mãe já não tem voz, nem poder sobre aqueles a quem ela confiou o poder e a administração dos recursos e riquezas do país.
Nós — revolucionários, ativistas, nacionalistas, patriotas e filósofos — tentamos resgatar a dignidade, o respeito, o valor e a consideração que Angola tinha diante de outras nações, mas, até hoje, sem sucesso.
Só nos resta chorar, lamentar e morrer, porque nossas forças se esgotaram, nossas garras e nossa esperança se desfizeram diante dos obstáculos, barreiras e oposições que nossos inimigos e opositores colocaram em nosso caminho...
Foi como se estivéssemos sendo degolados, executados e fuzilados em um campo de batalha.
Cansados, esgotados e partidos, vimos nossa mãe — Angola — deambulando pelas ruas, cidades e estradas, e, acima de tudo, desalojada dentro da sua própria terra.
Foi aí que eu vi, caí em mim e disse comigo mesmo:
"Em vão foi termos lutado por uma Angola livre, pacífica, justa e independente..."
Autor: Jack Indelével Wistaffyna
Sonhei que estava em um lugar desconhecido e vi uma inimiga e sua mãe á me olhar, com um olhar tenebroso, depois alguém me perguntou, se eu ainda morava em São Paulo e eu falava que havia voltado pra cidade, no sonho, eu estava muito insegura de mim.
14 de maio de 2023
Ser mãe de UTI é não segurar seu filho nos braços quando ele nasce... É olhar pela incubadora
É sentir seu bebê pelas pontas dos dedos esterilizados em álcool .
Ser mãe de UTI é ser viciada no monitor... É ver seu filho respirando por aparelhos com sensores medindo o que há de vida na sua criança... São os benditos 88% de saturação...
É tirar o leite manualmente... É ver o leite entrando pela sonda e torcer pra a quantidade aumentar todo dia... É ter paranoia com o processo ganha/perde de peso diário... Num dia ganha 10 gramas e no seguinte perde 15... Isso é um desespero... É se incomodar com as aspirações e procedimentos feitos a todo instante, mas saber que é um mal necessário é ver picadas e mais picadas para exames e não respirar enquanto o resultado não aparece... É chegar no hospital com o estômago dando cambalhotas... Com medo do que vai ouvir da pediatra... Para ser mãe de UTI, tem que virar pedinte e mendigar todo dia uma boa notícia, mesmo que seja a bendita palavrinha "estável" - que significa que não melhorou, mas também não piorou... E não se esquecer de agradecer o cocô e o xixi de cada dia... Sinal de que não tem infecção... Mãe de UTI também tem rotina: UTI-casa-UTI de segunda a segunda... Sem descanso... E como é possível descansar??? Para ser mãe de UTI é preciso muita Fé 🙏 porque na hora do desespero é você e Deus... É joelho no chão do banheiro da UTI para pedir milagre ou pedir que acabe o sofrimento... Haja Fé! E só com Fé... É ser rainha da impotência, por ver o sofrimento e a dor do seu bebê e simplesmente não poder fazer nada... Só confiar... É conversar com seu filho através da encubadora e ter lágrimas escorrendo pelo rosto todo dia por não poder sentir seu cheirinho e beijar seus cabelos... Mas ser mãe de UTI é superação, é ter história para contar.
É entender sobre um monte de doenças que ninguém imagina que existe... É sair da UTI com festa e deixar por lá amigos eternos e preciosos... Ser mãe de UTI é ter medo do vento... Da bronquiolite... Do inverno e do hospital... Toda mãe é um ser guerreiro por natureza, mas a mãe de UTI precisa ser guerreira em dobro, e isso nos difere e, ao mesmo tempo, nos iguala... Lutadoras, perseverantes, resilientes, frágeis a ponto de desabar a qualquer momento, mas com uma força absurda... Uma força que talvez venha de um útero vazio...
Assim são as mães de UTI.
Ps_hoje 9 anos depois ver o resultado das minhas orações cheio de saúde me da uma alegria imensa e voltar para oa mesma maternidade para ter meu segundo filho com a confiança de que serei bem atendida e meu bebê bem cuidado.
Agradecimentos a Deus em primeiro lugar, minha família, a recepção do hospital pela educação e o cuidado com que nos recebe na entrada a segurança os maqueiros a equipe que fez meu parto foi maravilhosa, gratidão e continuem sendo esses profissionais do bem que fazem a grande diferença para um bom plantão.
Deus abençoe a todos 🙏💙🩵@Jessica mãe do Luan e do Allan 🥰
Você pode ficar bravo que a sua mãe te disse que ia comprar na volta, mas ela não quis te desapontar ou jogar na sua cara.
Filha de uma mãe e vários pais,
Que tinham outros filhos em diversos cais,
A história se fazia, corrida diária,
Aquela sobrevida na zona portuária.
Beatíssima Maria virgem
Amika Nostra
Mãe do espírito e de todo o princípio.
Origem do pequeno espelho do infinito
E parada central de estirpe deste mundo tão esquisito para o qual pariste o teu filho. Regadora da urtiga e do Nardo
Lírio da terra bivalente
Jardineira do quintal dos bardos,
Da poesia.
Está tudo morrendo
Conselheira dos agoniados,
Quem sou eu para vir novamente pedir perdão por todos os bardos?
Por essa raça sobranceira e enviesada
Que anda de luto pelos próprios excessos e à beira do teu cântaro gargareja, um duro lamento espúrio.
Que boceja um tédio estéreo a maneira de quem detesta o Absoluto.
E de tanto falar por Ele, acredita só no que usurpa.
Os que rabiscamos no espelho,
Nos mundos da estrutura, do nada, do vazio em pêlo.
Quem sou eu para pedir teu zelo por tantas pobres criaturas?
A mortalidade moral mata mais que faca e fuzil no território nacional.
De ponta a ponta ao meu país, cada dia mais infantil,
Mata a si mesmo com ardis,
Com imposturas num marasmo igual as diabruras e penduricalhos da pior africanização.
Como uma colcha de retalhos que não tapa mais nada
O chão de derrapantes assoalhos deste país sem direção é sacudido pela mão do entretenimento e do embuste.
Quando a noite, mais uma vez,
Com uma dissonância na acústica
Cai das alturas como um susto, um pesadelo a mais Talvez uma oportunidade,
E o que custa parar um minuto, dois, três e refletir e orar?
Ouvir, ver simplesmente o que fazemos da raça inteira De nós mesmos ?
Mas não, a cada anoitecer sacudimos pelos extremos a toalha em farrapos
Que demos pelas migalhas do Poder, ao banquete dos fratricidas,
Dos cambalachos,
Dos abortos.
O desfile nas avenidas, de machos eunucos e outros fantasiados pela vida
De cabeça para baixo na ida sem volta ao festival dos porcos
E enquanto isso morrem, Morrem filhos e mães, e irmãos no escuro
Órfãos de sonhos
E depois morrem o passado e o seu futuro
Morre tudo e ninguém socorre
A árvorezinha atrás do muro, ninguém colhe o fruto maduro
A mão do país que se afoga. Que Pantanal é esse nosso ?Em que é impossível dar um passo sem afundar?
Sem que a piroga vá desaparecendo no poço ?Num baldezinho cheio de ossos ?
Num vazio pendurado, à corda,
Num balanço de enforcamento.
Que multidão?
Que gente é essa ?
Seminua, com as mãos na cabeça
Ou no bolso alheio
Uma gente que estraçalha os filhos sem pressa
Num ritual de alinhamento Até que ninguém mais os conheça
Todos são teus filhos
E penso neste escuro dia, seguinte ao mais perfeito nascimento,
Penso no teu rosto sucinto, Que é a perfeição do pensamento
Amparado só do infinito,
Que contemplando cada berço.
Transforma o meu país Senhora da súbitas transfigurações.
Ó aparecida nos porões,
Em que torturam o homem à aurora,
Ó peregrina entre as visões,
Ó negra ó branca
Mediadora das grandes reaproximações,
Escuta-nos Mãe de Jesus Ora pro nobis
Vem a nós
Como estavas ao pé da cruz Na hora sombria
Um instante atrás,
Em que se ouviu aquela voz “porque Me abandonaste?”
A luz nos abandona.
Estamos sós
Terrivelmente,
Mas a culpa que temos todos
Do horror que fizemos de nós.
Ó mística
Ó rosa rústica
Ó penhor da salvação
À hora a última
Advoga em que o Senhor Venha a nós
Fala-nos
Que acústica da velha Catedral em ruínas e outra Vez com teu nome tua voz. Que os Farrapos do homem, que se devora e não termina o horrendo banquete da fome
Se reúnam em ti, mãe menina de todos nós
Os que mal somos
Os leprosos mal agradecidos Que não retornaram ao teu Filho depois de curados Perdidos desviados e maltrapilhos.
Retorna a nós como do exílio,
Velhos bondes em busca dos trilhos
Voltamos tantos iludidos
Nós, os mutantes
Nós os idólatras
Nas lucobrações orgulhosas Do encolhido intelecto,
Esse alcoólatra,
Que sim,
Se embebedou de paródias.
Atua inteligência da morte é o único modelo da nossa.
O mais, é a miragem do apóstata.
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