Padre Fabio de Melo Cultivo
Existem pessoas que sonham e pessoas que correm atrás da realização dos seus sonhos.
Seja a pessoa que corre atrás e realiza.
Viver é melhor que sonhar!
Qualquer pessoa que condicionar sua felicidade a outra, jamais será feliz. A verdadeira felicidade, somente Jesus Cristo pode dar.
Que pena!
Sim. Que pena pra quem mentiu, enganou, pisou na bola.
A pessoa é que perde.
Daqui a pouco o tempo passa e a pessoa volta pra lama. Só que desta vez, com uma mão a menos estendida.
Ah, o tempo. Ele é implacável!
Tenha maturidade e aprenda que: o mundo não gira em torno de você. Na sua ausência, outros farão o que você faz, e talvez até melhor!
Que pena!
Sim. Que pena pra quem mentiu, enganou, pisou na bola.
A pessoa é que perde.
Daqui a pouco o tempo passa e a pessoa volta pra lama e eu continuo aqui, muito bem, obrigado!
Se eu te amei, a culpa é minha, se eu te perdi a culpa é minha, só te peço uma chance para não cometer o mesmo erro de antes.
Eu não sei o por quê, mais tudo é tão dificil sem você, é tão dificil aceitar, o que passou, o que virá.
Musicas musicas musicas, o que são senão uma forma de se expressar, e de brincar com as palavras que formam uma melodia ?
É isso que eu amo na leitura: uma pequena coisa o interessa no livro, e essa pequena coisa o leva a outro livro, e um pedacinho que você lê o leva a um terceiro. Isso vai em progressão geométrica - sem nenhuma finalidade em vista, e unicamente por prazer.
A CAIXA DE PANDORA
Conta a mitologia grega que Pandora foi criada pelos deuses do Olimpo sob a ordens de Zeus. Pandora teria sido a primeira mulher, surgida como punição aos homens por sua ousadia em roubar aos céus o segredo do fogo.
A vingança de Zeus contra a humanidade veio em forma de uma linda donzela. Pandora, a que possui todos os dons, recebeu uma caixa onde guardou os presentes recebidos de cada um dos deuses do Olimpo.
Afrodite deu-lhe a beleza, Hermes o dom da fala, Apolo, a música. Mas além dos dons, a caixa de Pandora recebeu também uma série de malefícios.
A história é longa, mas importa saber que Pandora abriu sua caixa e a humanidade passou a conhecer não só as bondades, como os males que até hoje nos assolam: mentira, doenças, inveja, velhice, guerra e morte. Os presentes saltaram de forma tão violenta da caixa que Pandora teve medo, e a fechou antes que a última delas escapasse: a esperança.
Pandora tornou-se, assim, a provedora natural dos talentos divinos e dos males da humanidade.
Como nos conta a tradição judaico-cristã, Eva no Paraíso teria tido o mesmo papel. O que só comprova que a figura da mulher aparece sempre como a grande responsável pela desgraça do gênero humano. Eu vejo de maneira distinta. Como Eva no Paraíso, Pandora distribuiu aos homens as duas faces da realidade, tão contrárias quanto complementares. Coube a todos a escolha.
O mágico desta lenda está no papel desempenhado pela esperança. Crescemos e vivemos sob o jugo masculino. Todas as formas de poder são exercidas há séculos por homens, que com liberdade preferiram escolher os piores caminhos para atingir objetivos duvidosos.
O mundo está devastado. Na caixa de Pandora ainda resta a última bondade não destruída por nosso egoísmo e ambição. Uma maneira lúdica de nos mostrar o caminho da redenção. A esperança é um dom feminino. Ainda há tempo para aprender a lição.
(Fonte: Voz Corrente- Alexandre Pelegi em 11 de Abril de 08)
Não é sempre assim? Preparamo-nos para enfrentar os problemas de frente e eles surgem sempre por trás.
Não quero me casar só por casar. Não consigo pensar em solidão maior do que passar o restante da minha vida com alguém com quem não possa conversar ou, pior, com quem não possa ficar em silêncio.
Oito Anos
"A escola,
a igreja,
a casa do padre no jardim
e o menino bonito
sorrindo pra mim...
Cancela fechada,
trem passando,
vagões bêbados,
cambaleando sobre trilhos,
embalados em música
jamais esquecidas...
Na sala
Judite, Ilvia, meu irmão,
eu, o piano
e a professora...
No fim da rua
o rio,
rolando com a força das patas
de um animal selvagem...
Na volúpia das águas turbulentas
cantando loucos movimentos
jamais sentidos..."
