Padre Fabio de Melo Coragem

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Quando um amigo chega, solidão faz as malas.

O defeito é o anúncio da virtude que há de vir. Quanto mais fores humano tanto mais serás divino. Não se toca os céus se não se tem os pés no chão.

Não interprete ao pé da letra. Pelo corpo do texto estão as partes que compõem o sentido.
Esta regra vale para as relações humanas. É no conjunto dos detalhes que nos revelamos.
Mas na revelação há sempre a prevalência do mistério, o que no outro nunca é acessível.
A Hermenêutica é sempre bem vinda.

O que conheço do amor é sua pressa.
De chegar e de partir.

"Não desperdiça seu tempo
Querendo ser flor antes da hora.
Cumpre o ritual de existir,
Compreendendo-se em cada etapa".

Dor que não recebeu o abrigo da palavra corre o risco de virar amargura.

Às vezes a gente só precisa abrir os olhos pra perceber que nós temos pessoas muito preciosas do nosso lado que a gente até então não sabia. Demora o jeito de olhar para as pessoas, que você vai descobrir seus amigos de verdade.

O Amor faz cair por terra todas as maldições.

O amor começa aqui
no contrário que há em mim,
pois a sombra só existe
quando brilha alguma luz.

A linguagem é labirinto.

Nem sempre a vida fala.
Por vezes o que temos dela é o silêncio!

Eu acredito em lágrimas.

O amor tem o poder de nos cegar para detalhes que pertencem a imprecisão.

A felicidade é um susto. Chega na calada da noite, na fala do dia, no improviso das horas. Chega sem chegar, insinua mais que propõe... Felicidade é animal arisco. Tem que ser admirada à distância porque não aceita a jaula que preparamos para ela. Vê-la solta e livre no campo, correndo com sua velocidade tão elegante, é uma sublime forma de possuí-la.

Não deixe que faça da sua vida um terreno baldio, faça uma cerca em volta dela, não deixe que coloque lixo nela.

Ambientando-me com o dia. É como nascer de novo.

É ofício do olhar chorar os excessos da alma.

Opinião é igual pedra preciosa: dura no tempo.
Se não dura é porque não é opinião, mas achismo.

O livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive.

Padre Antônio Vieira
Sermões, volume 6 (1855).

Para falar ao vento bastam palavras, para falar ao coração são necessárias obras.