Paciente

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Quando ficar dói menos do que ir…

Quantas vezes você já se perguntou se está sendo paciente ou apenas se anulando?
Se o que você chama de amor é, na verdade, medo de perder?
Se a relação em que você está te traz paz — ou apenas ocupa o vazio de não saber ficar só?

Nem sempre o sofrimento se apresenta como dor explícita.
Às vezes, ele se manifesta como espera, como silêncio, como adaptação constante.
E é justamente aí que mora o perigo: quando ficar parece mais fácil do que se posicionar.

Em algum momento, quase todos nós nos encontramos nesse lugar silencioso.
Não é exatamente sofrimento escancarado.
É algo mais sutil: uma inquietação constante, uma sensação de estar esperando por algo que nunca se define.

E, se você for honesto consigo mesmo, sabe do que estou falando.

Sabe porque sente.
Sabe porque vive.

Você não está ali por falta de amor.
Está ali por excesso de esperança.

Esperança de que a outra pessoa se envolva mais.
Esperança de que se posicione.
Esperança de que, em algum ponto do tempo, ela perceba o seu valor.

Enquanto isso, você adapta o tom.
Reduz a expectativa.
Tolera o que não te faz bem.
Vai ficando.

Não porque está em paz — mas porque sair parece doer mais do que ficar.

O problema é que essa permanência tem um custo silencioso.
Ela vai te afastando de si aos poucos.
Você começa a confundir paciência com renúncia, compreensão com autonegação, maturidade com silêncio.

E o mais desconfortável de tudo é isso:
no fundo, você sabe.

Sabe se existe reciprocidade.
Sabe se há presença real.
Sabe se é prioridade ou apenas conveniência.

Ignorar essa percepção exige esforço.
E é esse esforço diário que cansa, adoece e rouba a alegria de viver.

Quando você finalmente se posiciona — quando escolhe por si, pelo seu equilíbrio emocional — algo estranho acontece.
O barulho cessa.
A expectativa desaparece.
E surge um vazio.

Mas esse vazio não é ausência de amor.
É ausência de conflito interno.

É o cérebro desacostumado ao estímulo da espera.
É a alma respirando depois de muito tempo em tensão.

Esse espaço que agora parece assustador é, na verdade, o primeiro momento de liberdade real.
Antes, ele estava ocupado por algo que não tinha futuro, mas que consumia tudo.

Agora, o terreno está limpo.

E terreno limpo assusta quem nunca se colocou como prioridade.
Mas é nele que você se reencontra.
É nele que seus valores voltam a fazer sentido.
É nele que você para de implorar por presença e passa a escolher companhia.

Esse momento exige coragem.
Exige atravessar a dor de se decepcionar.
Exige sustentar a decisão mesmo quando a saudade tenta te convencer a voltar.

Mas aqui está a verdade que quase ninguém diz com clareza:

A dor de se posicionar é intensa, mas breve.
A dor de não se posicionar é silenciosa — e dura uma vida inteira.

Quando você aceita atravessar esse curto período de desconforto, algo muda para sempre.
Você não aprende apenas a sair de uma relação ruim.
Você aprende a não entrar novamente no mesmo lugar.

Você deixa de negociar a própria dignidade.
Deixa de se contentar com migalhas.
Deixa de chamar de amor aquilo que só existe enquanto você se diminui.

E, a partir daí, tudo muda.

As relações que permanecem são diferentes.
As escolhas são mais conscientes.
A paz deixa de ser exceção e passa a ser critério.

O solo fértil que você preparou não é só para alguém novo entrar.
É para você nunca mais se abandonar.

O que hoje parece perda é, na verdade, o início de uma vida com mais sentido.
Menos ruído.
Menos espera.
Mais verdade.

E isso não é sobre coragem momentânea.
É sobre decidir, uma única vez, que você não será mais refém.

Seja paciente consigo
isso é sinal de bom senso.


– Jess.

Dentro de um consultório de psicologia, um paciente mentiu tanto que o psicólogo acreditou em todas as mentiras, que nem conseguiu resolver o problema do paciente, foram várias sessões de terapia, que no final o paciente olha para o psicólogo e diz: saio frustrado aqui de dentro, porque o Senhor não conseguiu resolver os meus problemas...O psicólogo chateado com aquela situação dá a sua última palavra; enquanto você não destruir o impostor que está dentro de você, nem uma terapia resolverá os seus problemas.. Moral da história ou o impostor te destroi ou Você destrói o impostor, quando fores fazer terapia, seja verdadeiro para que o impostor não te destrua!

Todo guerreiro da luz precisa adquirir conhecimento, sabedoria, ser paciente, saber ouvir sempre o silêncio do seu coração, saber o momento certo de atacar ou de recuar.
A vida não é feita somente de vitórias, muitas vezes o guerreiro da luz precisa passar pelas derrotas para aprender alguma lição e fortalecer, sem contudo deixar se abater pela derrota . Um guerreiro da luz sabe que ninguém é tolo, e a vida ensina a todos, mesmo que isto exija tempo. Ele sempre dá o melhor de si, se espelha o melhor dos outros. Além disso, procura mostrar a todo mundo, com generosidade, do quanto cada um é capaz.

Ser humilde e paciente no tempo da força é a coisa mais difícil...

⁠Ah, quantas foram as vezes em que não ouvi meu anjo protetor!
Mas, Ele tão lindo e paciente, mostrou-me dia-a-dia, pouco a pouco que, o mundo pode me chamar de louco, mas preciso (e vou!) em busca de um grande amor, começandopelo próprio, é claro!

O tempo é um carrasco paciente que não nos corta a garganta, ele prefere nos costurar vivos ao que fomos, apertando o nó da memória até que o presente se torne um figurino que já não nos cabe mais.

Eu espero, sou paciente, falo baixo e até dou aquele sorrisinho, mas não abusa, já deixei de brincar de casinha há alguns anos.

“Em um mundo de pessoas normais o louco vira paciente! No contrário a loucura é evidente”.

Aquele que almeja alcançar pleno êxito há de ser paciente, e nunca se precipitar em conclusões abruptas.

A Natureza é Mãe sábia e generosa,
em seu tempo paciente e produtivo
nos oferece flores e frutos,
respostas sutis para cada exigência,
mesmo diante das intempéries
das estações cada vez mais perplexas...


A Natureza é Mãe de seios fartos,
sábia na carne do tempo,
generosa até na dor dos ventos...


Ela nos despeja flores e frutos
como quem entrega remédios e bálsamos
para resistirmos ao caos crescente
das estações confusas e doentes...


A Natureza é Mãe que acolhe em silêncio,
com paciência borda o tempo,
com generosidade nos embala em flores,
nos acaricia em frutos doces,
mesmo quando o calendário se perde
nas estações que já não sabem o seu lugar...


✍©️@MiriamDaCosta

A conexão entre terapeuta e paciente será tão sincera quanto a condição financeira do último permitir.

⁠Rosa paciente e encantadora
que respeita cada fase,
até que, finalmente, floresce
com uma presença que marca
com sua uma beleza imponente.

Deus, com Seu cuidado paciente, nos ensina que curar não é apagar a história… é transformar a dor em paz e o que feriu em aprendizado.

Elo do Cuidado = Equipe unida e bem treinada com um único propósito: Garantir que o paciente
receba o melhor atendimento!




Elo do Cuidado = Equipe unida e bem treinada
salvando Vidas!


Elo do Cuidado = Equipe unida e bem treinada
com um único propósito: Salvar Vidas!

O amor.


O amor é paciente, precisa de tempo para surgir, se mostrar e se render. Quando vem, traz consigo a paz que acalma a emoção da paixão e mostra o quão resistente é. Mas, por mais que seja forte, também é frágil; depende da personalidade do dono(a), depende do momento e do querer.
O amor é implacável, consegue cegar e fazer qualquer um ter atos inconsequentes, sem pensar no que vem lá na frente, pois está seguro de que ele é para sempre.
O amor tem o dom de conseguir acender o espírito, alegrar a alma e harmonizar os corpos em qualquer lugar. Pode embebedar de enlouquecimento e desejos os pensamentos, tornando maliciosos até os mais puros.
Respeite o amor e respeite o seu tempo. E, quando for dado a você, cuide-o bem, pois um amor mal cuidado é um perigo no futuro.


Um amor mal cuidado é um perigo no futuro.

Corrosiva são as melhoras em uma tarde hospitalar⁠, o cotidiano de um paciente não é muito diferente de um quarto vazio. O inadecer permanece.

“A verdadeira medicina integrativa não coloca sistemas em guerra; coloca o paciente no centro do cuidado.”
Do livro Medicina Tradicional Chinesa — História, Filosofia e Prática da Medicina do Imperador Amarelo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Onde falta escuta, o paciente vira número; onde há presença, ele volta a ser sujeito.”
Do livro Humanização, Ética e Responsabilidade Social na Saúde, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O paciente que fabrica a dor muitas vezes não inventa a necessidade de cuidado; inventa uma forma de torná-la impossível de ignorar.”
Do livro Síndrome de Munchausen — A Dor Fabricada, o Sofrimento Real: Uma Jornada entre o Engano e o Pedido de Socorro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.