Pablo Neruda Olhar
Ela
E lá estava ela,
Bela como todo esplendor,
De uma linda primavera,
Sua feminilidade esta a flor da pele.
Olhar radiante,
Como o mais belo raio solar,
E dela, apenas dela,
A beleza se sobre sai.
Como uma leve brisa
Passa e me distrai,
Magnetiza, hipnotiza,
Com todo seu carisma.
E todos os versos que faço
São dela, todos para ela,
Pois é dela meu encanto,
É por ela que eu sonho tanto.
Canção do amor
E quando te vejo passar
O tempo passa, parece voar,
Sentimento puro,
Assim como o sol e a lua.
Nada mais parece mudar,
Tudo parece pairar no ar,
Somente imagens como grandes quadros
Para embelezar meus dias abstratos.
Triste sou, sem tua luz,
É como estar só, em meio à imensidão do mar,
Falando com o vento, ao amanhecer,
Imaginando seus traços no horizonte.
A hora da solidão não é mais abstrata,
Que a falta que sua presença faz em minha vida,
Como um coração que parte, sem a essência,
Que faz o amor existir.
Cinco Poemas
Fiz cinco poemas para você
E todos falavam de amor,
Com direito a frases prontas e criações próprias,
Cada poema representava uma fase de nossas vidas
Cada fase um sorriso, um lagrima e uma linha.
Explicando porque nosso dia a dia
Não era monotonia, era uma aventura,
Louca e divertida, que somente a gente entendia.
E ninguém mais sabia e nem imaginava,
Os dias que agente passava.
Fiz este poema, usando todas as letras,
Tive que buscar inspiração nas estrelas,
Para escrevê-lo e lê-lo para minha princesa.
Encanta-la e fazer dela rainha e bela,
Com as flores que só nascem na primavera.
Fiz estes cinco poemas, pensando em ler,
Para todo mundo ver e saber, que meu amor por você,
É muito mais que um bem querer,
É para sempre amarrado e gravado,
Em nossos corpos marcados.
Nas folhas deste livro estarão
Guardados além de nossos corações,
Cinco poemas de amor,
Que soaram com quatro canções,
E uma oração de amor.
Poeminha do coração
Contei a ti, meus segredos, abrindo meu coração,
Agora estou vulnerável,
Por favor, não me mates de desilusão.
Te dei as chaves da minha prisão,
Libertei meus medos, como quem se liberta da solidão,
Agora cabe a você, de triste fazer alegrar esta alma,
Pura, mas com compaixão.
Puro de Coração
Como gostaria de lhe dizer
O que realmente sinto,
Sem medo, sem meias palavras, por completo
Assim entregando meu coração por inteiro.
Mostrar que teu feitiço
Em mim, pobre mortal, funcionou.
Teu olhar, teu corpo e tua postura
Me cativa e alucina.
Queria quem sabe, força para mostrar este sentimento
Que em mim despertou, assim como o sorriso desperta para o amor.
Enfrentaria os dragões de Quixote,
Viveria a Comédia de Dante,
E viajaria pelos mares de Camões,
Se pudesse por apenas um instante
Sentir teu coração, teu respirar,
E se por ventura Deus deixar
Quem sabe por alguns segundos te amar.
Senti-la em meus braços, tocar seus lábios,
E provar do doce néctar da paixão,
Daria eu, a vida para senti-la
Enfrentaria eu, a morte para te-la.
Entregaria meu coração
Faria uma canção, junto com uma pequena oração,
Aonde mostrasse, que apesar da distancia que se aproxima,
Que tua e somente tua, é a minha admiração
E que neste poema te ofereço com todo fervor o meu amor.
Assim, puro de coração.
“As pessoas passam o tempo todo buscando uma boa vida, um bom relacionamento, uma boa casa, um bom carro e um bom emprego. O meu problema é que sou diferente, já vi tanta coisa por estas andanças e viagens da vida, experimentei tantos sabores diferentes, que o bom simplesmente não me satisfaz mais. O que eu quero o que eu desejo é o incrível, é o diferente, a incerteza e aventura! Viver uma vida normal e boa já não cabe mais em mim”.
São apenas nomes
Ditos da boca pra fora,
Sem rostos ou sentimentos
São apenas nomes.
São desconhecidos sem esperança
É a falta de sorriso, a morte da vida,
Dilacerada nas esquinas, sem rimas.
São corpos mutilados pelo chão
Pedaços de sonhos esfarelados,
Por agulhas, pedras e pó.
São marionetes nas mãos erradas
São olhares perdidos nas madrugadas
Em busca do falso prazer,
Que sempre acaba em dor, no vazio, no nada.
São lagrimas caídas que não brotam
Vazios sem se preencher no coração,
São famílias acabadas, desestruturadas,
Papeis com pequenos projetos, jogados fora.
São apenas nomes
Esquecidos pelo tempo,
Jogados ao vento.
São apenas sentimentos
Esquecidos, em algum lugar,
Esperando pela salvação,
Por alguém que lhes de a mão.
São apenas amigos, irmãos
Perdidos, consumidos pelo medo,
São apenas nomes
Ditos da boca pra fora.
Não te negareis minha lealdade, em momento algum. Não te negareis minha amizade, para ser nenhum. Não te negareis meu sangue, em batalha alguma. Não te negareis meus braços, seja qual trabalho for. Não te negareis carinho, se assim não desejares. Não te negareis meu amor, porque meu coração jamais permitiria, minhas palavras trancariam na garganta e jamais poderiam ser ouvidas, mas se em algum momento não te faleis o que sinto é porque acredito mais em gestos do que em palavras...
Estava passeando pela minha mente, quando encontrei você em meus pensamentos. Não pude deixar de sorrir, dias assim me deixam feliz!
Meu vicio
Meu vicio é difícil de entender
Requer tempo, meditação, vontade de vencer,
Lutar e lutar sem esmorecer.
Meu vicio conquista fácil
Alucina sem perceber,
Quando dou por mim, já foi.
O que me diz alguma coisa bonita,
Nos sinais, entrelinhas,
Vida! Faz-me te merecer.
Já não cabe em mim, tamanha vontade
Entre lagrimas e sorrisos,
Desejo, de querer-te.
“Estou resolvendo algumas coisas, faxinas de final de ano, para renovar e recomeçar. Outras, porém prefiro deixar para trás, não me importa que alguns sentimentos fiquem perdidos, o passado pra eles é o melhor lugar.”
Rejeição e aceitação de um pai
Jeferson estava sozinho, tudo tivera se tornado um branco para ele aquela tarde. Este dia era para ter sido o mais feliz de sua vida.
Mas quem diria que o destino teria feito uma brincadeira.
Sua mulher tivera morrido aquela tarde apos o parto de seu filho.
No começo Jeferson não queria assumir o filho, achava que ele tivera tomado sua amada esposa com seu nascimento.
Anos se passaram e Jeferson tivera se afundado na bebida, ele tivera dado o bebe para os avos maternos cuidarem, já que os dele partiram faz muito tempo.
Mas um dia ele foi visita sua filha pela primeira vez em dois anos.
Ao ver aquela criança inocente, alegre por conhecer o próprio pai, jeferson pensou "o que fiz, essa criança não tem cupa de nada. A culpa e somente minha. Eu deveria tela criado com amor e carinho."
Alguns meses mais tarde a avo da criança morre, e avó queria continuar cuidando dela, mas não tinha condições.
Os dois então passaram a morar com Jéferson.
O tempo passou e ele passou a amar mais e mais a criança, pois ele sabia agora aquele era fato de amor e ligação com sua falecida esposa.
Esforce e faça sempre o seu melhor, assim não precisará de uma luz no fim do túnel, pois saberá criar um caminho para ela.
Ora, é impossível ser bom sem ser justo (essas qualidades são irmãs gêmeas univitelinas). Usando letras trocadas, o mais importante não é ser o príncipe dos relacionamentos, mas sim o paladino dos discernimentos.
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