Outros
"Não sou louca, simplesmente disfarço minha sanidade para não me sentir tão desigual aos outros."
-Aline Lopes
"Seja você, mesmo que os outros te inventem de outra forma, não se esqueça... Ninguém pode roubar sua verdade."
-Aline Lopes
Uns dizem que e por desrespeito outros acredita que e por faltar amor que a, traições acontece algo mais comum do que parece
Dividindo opiniões cada vez que acontecem entre quem esta, errado ou quem esta certo
O que leva ah! essa situação eu não sei te responder, pois cada um tem uma resposta inclusive você que ler
Como saber quem esta certo ou errado ou estrago que causou se você não e traído ou traidor?
Tantas pessoas querendo encontrar alguém para namora talvez até casar
Enquanto outros dando motivos para brigar terminar e sozinhos ficar.
Preze as Qualidades dos Outros,Não os Defeitos,Pois as Qualidades Sempre Equivale aos Defeitos.Mas Infelizmente Ás Vezes Um Defeito Equivale à Mais de Mil Qualidades.
Todo fanatismo religioso, entre outros, um dia acaba; ou quando "cai a ficha", ou quando "cai a mascara" ou quando "cai o corpo".
Não espere que os outros te escolham, escolha a si própria! Sinta-se importante,
conheça pessoas, permita-se! Tome conta de si mesma, não tenha medo de seguir sozinha.
Seja seu próprio suporte e não espere por ninguém.
Lembre se: nem sempre você será uma prioridade para os outros, então aprenda a se respeitar, colocando-se sempre em primeiro lugar.
Seja a sua importância.
Figura Pública !
O quê ser uma figura pública?
É aquele homem que foi escolhido
por outros, para ser o seu representante;na Presidência da República,
No Palácio do Governo Estadual, em
uma Prefeitura ou em uma Assembléia
Estadual ou Federal, ou no Senado Federal.
Esses são figura públicas, assim como Daniel,
foi uma figura pública, José do Egito também se tornou uma figura pública, deixando de ser escravo e tornou-se governador do Egito.
Como figura pública, nunca se curvou diante de Deus estranhos, Daniel foi lançado na cova dos leões, mas não se curvou para o seu rei e nem seus amigos, eles foram lançado em fornalha quente, mas não se curvou para o superior.
Sabe porque: Porque ele tinham confiado sua vida na mão daquele que tem poder para da vida e tirar. Deus é o Senhor, e só a Ele devemos depositar a nossa confiança.
Aos Homens, cuidem para que não percam, Pois só percebem a lindeza de alma quando ela está em outros braços.
E então será tarde demais.
Ela é a chefe, a dona do pedaço, a que causa harmonia.
Poupe a ela de toda mágoa e tristeza.
E ela lhe protegerá quando você estiver sem forças.
Sexo frágil?! Não não é sexo frágil.
É a forma do homem tratar que precisa ser diferente e especial.
Pois ela é sua namorada, esposa, amiga, companheira, mãe, psicóloga, ouvinte, ajudadora, e ótima administradora.
Honre a sua companheira, pois alguém pode se esforçar e fazer o que você não fez por ela.
Os homens ocos
I
Nós somos os homens ocos
Os homens empalhados
Uns nos outros amparados
O elmo cheio de nada. Ai de nós!
Nossas vozes dessecadas,
Quando juntos sussurramos,
São quietas e inexpressas
Como o vento na relva seca
Ou pés de ratos sobre cacos
Em nossa adega evaporada
Forma sem forma, sombra sem cor
Força paralisada, gesto sem vigor;
Aqueles que atravessaram
De olhos retos, para o outro reino da morte
Nos recordam – se o fazem – não como violentas
Almas danadas, mas apenas
Como os homens ocos
Os homens empalhados.
II
Os olhos que temo encontrar em sonhos
No reino de sonho da morte
Estes não aparecem:
Lá, os olhos são como a lâmina
Do sol nos ossos de uma coluna
Lá, uma árvore brande os ramos
E as vozes estão no frêmito
Do vento que está cantando
Mais distantes e solenes
Que uma estrela agonizante.
Que eu demais não me aproxime
Do reino de sonho da morte
Que eu possa trajar ainda
Esses tácitos disfarces
Pele de rato, plumas de corvo, estacas cruzadas
E comportar-me num campo
Como o vento se comporta
Nem mais um passo
– Não este encontro derradeiro
No reino crepuscular
III
Esta é a terra morta
Esta é a terra do cacto
Aqui as imagens de pedra
Estão eretas, aqui recebem elas
A súplica da mão de um morto
Sob o lampejo de uma estrela agonizante.
E nisto consiste
O outro reino da morte:
Despertando sozinhos
À hora em que estamos
Trêmulos de ternura
Os lábios que beijariam
Rezam as pedras quebradas.
IV
Os olhos não estão aqui
Aqui os olhos não brilham
Neste vale de estrelas tíbias
Neste vale desvalido
Esta mandíbula em ruínas de nossos reinos perdidos
Neste último sítio de encontros
Juntos tateamos
Todos à fala esquivos
Reunidos na praia do túrgido rio
Sem nada ver, a não ser
Que os olhos reapareçam
Como a estrela perpétua
Rosa multifoliada
Do reino em sombras da morte
A única esperança
De homens vazios.
V
Aqui rondamos a figueira-brava
Figueira-brava figueira-brava
Aqui rondamos a figueira-brava
Às cinco em ponto da madrugada
Entre a ideia
E a realidade
Entre o movimento
E a ação
Tomba a Sombra
Porque Teu é o Reino
Entre a concepção
E a criação
Entre a emoção
E a reação
Tomba a Sombra
A vida é muito longa
Entre o desejo
E o espasmo
Entre a potência
E a existência
Entre a essência
E a descendência
Tomba a Sombra
Porque Teu é o Reino
Porque Teu é
A vida é
Porque Teu é o
Assim expira o mundo
Assim expira o mundo
Assim expira o mundo
Não com uma explosão, mas com um suspiro
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