Otimismo e Esperança
Que a luz do Natal preencha a sua vida com esperança.
Que a luz do Natal ilumine o seu coração de paz, amor e confiança.
Que venha de você motivos para acreditar.
Força e determinação para não desistir.
Esperança para perseverar e lutar, muita fé para correr atrás do que quer conquistar,e paciência para esperar o dia da sua vitória chegar!
Não é o que vejo que dita minha esperança, é o que creio que firma meus passos. Minha realidade está nas promessas, não nas circunstâncias."
"Se eu vivesse pelo que vejo, já teria parado. Mas vivo pelo que creio, e o que creio é que Deus ainda escreve minha história com propósitos eternos."
A mesa do Senhor é inclusiva: lugar de graça, convite, comunhão e esperança.
A Igreja reflete essa mesa, acolhendo e não afastando, curando e não ferindo, porque o pão é Cristo, e Cristo se deu por todos.
“O amanhã é incerto, a eternidade não espera. Jesus é tua esperança — entrega tua vida a Ele agora!”
Tito 3:5
Servir é aliviar o peso de quem está cansado, sobrecarregado.
É ser esperança na vida de alguém.
É um serviço silencioso, que não busca aplausos.
Minha recompensa não vem dos homens,
a minha coroa, eu espero receber dEle.
Há muita beleza nesse tipo de serviço… Jesus vê.
“Teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.” (Mateus 6:4)
Cortejo fúnebre
(À esperança morta!)
Minha esperança de viver
Com o anjo da minha vida
Se foi, em mim a ferida
Ficará.... Até eu morrer
Ela está oculta, sem ver
Meu coração, não há ida
Só volto sem adeus, partida
Partes do meu ser a sofrer
No leito do caixão, esperança
Dorme.... Será? Um dia renascerá?
Trago-lhe rosas brancas, verá...
É como a cor de sua pele, branca
Tua pureza, inocência de criança
A minha paz é junto a ti, primavera
Quero o perdão do seu amor, se tivera
O meu amor estará em minha lembrança
Trago-lhe rosas azuis, cor do mar
Não quero perder tua amizade
Em ti coloco minha fidelidade
Lembro-me do brilho do teu olhar
Puros olhos azuis, feitos para amar
A minha confiança em tua integridade
E a harmonia que no meu peito invade
É o céu, o paraíso, vivo a suplicar
Trago-lhe rosas cor-de-rosa
Contemplando a tua beleza
Eu sinto tua delicadeza
Em tua presença amorosa
Teu corpo esbelto, és formosa
E tua juventude é realeza
Da mais bela nobreza
Em tuas bochechas rosadas, airosa
Trago-lhe rosas vermelhas
Cor de teus belos lábios
Teus pensamentos são sábios
Teus lábios de mel, sou abelhas
Que ficam a pousar-te centelhas
De paixão por teus anseios
Da fertilidade de teus seios
A fidelidade do meu amor, abelhas...
Trago-lhe rosas negras
Por esta separação, tristeza
Meu coração noturno, nobreza
Se mantêm firme nas regras
Queria estar ao teu lado, deveras
Juntos até a morte, certeza
Que a sorte seja a natureza
Pétalas coloridas e não alvinegras
Trago-lhe rosas verdes, esperança
Voltes a ser atuante em minha vida
O dinheiro não compra o amor, é devida
A sorte do equilíbrio de nossa dança
Na valsa da prosperidade, temperança
O descanso da juventude vivida
É crescimento do filho da grávida
Do parto a sorte, teu amor ter herança
Quem será teu filho futuro?
Agora és noiva de outro sortudo
Tua felicidade para mim é tudo
Respeito-te a decisão, é duro...
Aceitar.... Mas aceito e vivo no escuro
Adeus.... Infelizmente, contudo...
Tua felicidade a mim é tudo, sobretudo
A tua luz em meio a este cortejo fúnebre obscuro!
Na história, seu nome é esperança! Um olhar que encanta, uma pureza de trança, seu olhar de criança brilhando Perseverança, valor a identidade é sua herança, sorrir com altivez e autoconfiança.
Última Esperança
— "Por que tanta tristeza e tanta dor?"
Ao coração eu perguntei um dia.
E êle, em resposta: — "Já morreu o
amor."
Ao coração eu perguntei um dia:
— "Por que esperar se já morreu o amor?"
E êle: — "Sem esperança eu morreria."
- Stecchetti
O Som da Luta
Uma história sobre coragem, esperança e propósito em Angola
O sol ainda dormia, mas o bairro já acordava.
O cheiro do carvão aceso misturava-se com o barulho dos chapas lotados e das vozes que se perdiam nas ruas estreitas.
Era mais um dia em Angola — onde o relógio da sobrevivência nunca para, e a esperança é o último bem que o povo se permite perder.
No meio daquela correria, Manuel ajeitava o seu pequeno carrinho de madeira, carregado de garrafas de sumo natural que ele mesmo preparava à noite.
Enquanto o resto da cidade ainda sonhava, ele já estava em movimento.
O seu lema era simples:
> “Quem quer mudar de vida, começa antes do sol nascer.”
Manuel não nasceu com oportunidades.
Cresceu num bairro onde a poeira é mais constante do que a eletricidade, onde o trabalho é pesado e o reconhecimento é raro.
Mas, desde cedo, ele aprendeu com a mãe que “trabalhar com dignidade é melhor do que mendigar respeito.”
Durante anos, procurou emprego.
Fez cursos, entregou currículos, e ouviu promessas vazias.
Cada “vamos te ligar” soava como uma esperança que morria devagar.
Até que um dia, cansado de esperar, ele decidiu criar o próprio caminho.
Pegou um carrinho velho, juntou umas frutas emprestadas e começou a vender sumos na rua.
No início, foi alvo de risos e comentários:
“Um formado a vender sumo? Isso é vergonha!”
Mas Manuel respondia com um sorriso e dizia calmamente:
> “Vergonha é roubar. Trabalhar nunca foi.”
O tempo passou.
O carrinho que parecia um fracasso virou uma barraca simples, mas movimentada.
As pessoas começaram a reconhecer o sabor dos seus sumos — e, mais ainda, o brilho da sua determinação.
O que era sobrevivência começou a virar sustento.
E o sustento, aos poucos, virou inspiração.
Manuel passou a ajudar outros jovens do bairro a começarem pequenos negócios.
“Não temos muito”, ele dizia, “mas temos mãos, mente e vontade. Isso já é capital.”
Hoje, quem passa pela sua barraca vê mais do que produtos — vê uma história viva de resistência.
Ele ainda enfrenta dias difíceis, ainda há contas que não fecham, ainda há lágrimas escondidas.
Mas, em cada amanhecer, Manuel prova a si mesmo que o sucesso não é sobre ter tudo — é sobre fazer algo com o pouco que se tem.
Quando alguém lhe perguntou o que o manteve firme em tempos de desespero, ele respondeu sem hesitar:
> “Foi a fé. Eu acreditei que Deus não me fez para desistir.”
O som da luta continua ecoando nas ruas do bairro.
O mesmo som que vem dos vendedores, das zungueiras, dos mototaxistas, dos estudantes que andam quilômetros para aprender.
Cada um à sua maneira, todos gritam a mesma verdade:
“Enquanto houver esperança, há motivo para continuar.”
E assim, no coração de Angola, entre poeira e calor, entre lágrimas e sorrisos, nasce uma geração que aprendeu a lutar com o que tem — e a acreditar que o amanhã pode, sim, ser melhor.
> Porque em cada angolano há um guerreiro.
E enquanto o coração bater, nunca vamos desistir.
Levante-se e tenha esperança de que algum dia você chegará aonde quer ir, só não tenha pressa de chegar no topo.
Sem fé há um vazio indescritível.
A fé é uma esperança que nos preenche.
Nunca estaremos sozinhos.
E quando parecer estar, haverá alguém especial para lhe estender a mão.
Neste momento vai sentir que Deus te amparou surpreendentemente.
#bysissym
A grande esperança que temos é que, quando nos entregamos a Jesus e confiamos que Ele conduz nossa história, descobrimos que até mesmo nas dores mais profundas o Senhor nos ensina e nos transforma. Cada experiência vivida com Cristo molda nossa caminhada e nos prepara para a eternidade ao Seu lado.
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