Orgulho

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1509
"Para Mim é motivo de orgulho viver no país que tem um Ministro Que Não Se Intimida. Muitos teriam desistido. Mas esse enfrentou e enfrenta todo tipo de gente: daqui e lá de fora. E Nunca Se Intimidou?"


1508
"Lamentável quando brasileiros insistem em não reconhecer o brilhantismo e a determinação do Ministro Que Não Se Intimida, Que Evitou Golpe e Mandou pra Cadeia Todos os que Tentaram!"
"Fica ruim para essa gente explicar até mesmo em Casa, principalmente porque o que os move não é a Razão, mas o Odio, a Inveja e a propria Inoperancia, Coitados!”


1507
"Certas Conversas não se sustentam: eu li o" Apanhador" mais de dez vezes e o usei em Cursos de Redação para mais de 200 Alunos. Nem por isso um de nós matou John Lennon ou quem quer que seja. Covardes tentam transferir para outros a culpa que é só deles!"

0210 "Jovens, Idosos e todos os demais: 'Amem com fé e orgulho a terra em que nasceste' e também a mim, com a mesma intensidade e pelo mesmíssimo motivo citado por Bilac!"

Quando o orgulho nos empurra para o alto pelos próprios méritos, a humildade nos conduz de joelhos à presença de Deus; e é nesse lugar que a alma encontra verdadeira plenitude.

A vaidade matou a autenticidade,


o orgulho feriu a índole,


o que resta é reconstruir.

No primeiro orgulho da juventude e beleza, nossa atenção está focada em como somos vistas. Mas quando isso começa a se dissipar um pouco, quando entra em jogo aquele tempo bárbaro que vinga a pobre mulher miserável de toda a aparência que ela usava contra o homem tolo, nossa ambição passa a ser, então, como seremos ouvidas.

"Quando o orgulho constrói seu próprio muro, a solidão vira a melhor amiga."

“A sabedoria não grita; ela sussurra. E só os que silenciam o orgulho conseguem escutá-la.”

A RAINHA DE OUDE E A SOBREVIVÊNCIA DO ORGULHO ALÉM DA MORTE.

Livro: O Céu e o Inferno.
O episódio da chamada Rainha de Oude.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Inserido na segunda parte da obra, constitui um dos mais penetrantes estudos psicológicos da condição espiritual após a morte, quando o Espírito, longe de sofrer uma metamorfose súbita, revela-se tal qual se estruturou moralmente durante a existência corpórea.
Sob a ótica da razão espírita, este caso não deve ser interpretado como punição divina, mas como expressão direta da lei de afinidade moral e da continuidade da consciência. A Rainha não se encontra em sofrimento por decreto externo, mas porque permanece prisioneira das próprias ilusões que cultivou.
A continuidade do caráter após a morte
A doutrina demonstra, com precisão filosófica, que o Espírito não se depura pelo simples fato de abandonar o corpo. A individualidade prossegue íntegra, com suas virtudes e imperfeições. No caso analisado, observa-se que o orgulho, a vaidade e o sentimento de superioridade social persistem com vigor quase intacto.
A Rainha afirma ainda ser soberana, recusando qualquer ideia de igualdade. Tal postura evidencia um estado de fixação mental, no qual o Espírito se apega às construções transitórias da vida material, confundindo posição social com valor ontológico.
O orgulho como mecanismo de sofrimento
O elemento mais relevante não é a arrogância em si, mas o sofrimento que dela decorre. O orgulho, ao invés de sustentá-la, converte-se em instrumento de tormento íntimo. Isso ocorre porque, no plano espiritual, não há mais os recursos ilusórios que validavam sua superioridade perante os outros.
A lei moral atua com precisão: aquilo que foi cultivado como exaltação transforma-se em peso. O Espírito sofre não por humilhação externa, mas pela incapacidade de adaptar-se à realidade de igualdade essencial entre todos os seres.
A ilusão espiritual e as criações mentais
Outro ponto de alta relevância doutrinária é o fenômeno das criações fluídicas. A Rainha acredita manter sua beleza, suas vestes e ornamentos. Contudo, tais elementos não são realidades objetivas, mas projeções de sua própria mente.
Isso revela que o Espírito, quando ainda vinculado a ideias fixas, pode viver em um mundo subjetivo, sustentado por suas próprias concepções. É uma forma de autoilusão que retarda o despertar da consciência.
Indiferença a Deus e fechamento consciencial
A ausência de sentimento religioso profundo também se manifesta como fator agravante. A Rainha demonstra indiferença às leis divinas, não por negação intelectual, mas por orgulho moral. Esse estado traduz um fechamento da consciência, no qual o Espírito não reconhece instâncias superiores a si mesmo.
Tal condição impede o arrependimento e, consequentemente, o início do processo de regeneração.
A pedagogia da lei de causa e efeito
O caso ilustra com clareza a lei de causa e efeito, princípio estruturante da filosofia espírita. Cada estado da alma decorre de suas próprias escolhas. Não há arbitrariedade, mas consequência lógica.
O sofrimento da Rainha não é castigo, mas diagnóstico. É a consciência confrontando-se com sua própria insuficiência moral.
Síntese doutrinária
A Rainha de Oude representa o Espírito que, tendo possuído poder na Terra, não o converteu em crescimento interior. Sua queda não é social, mas moral. Sua dor não é imposta, mas gerada.
A verdadeira realeza, à luz da doutrina, não se mede por títulos, mas pela capacidade de amar, compreender e reconhecer a igualdade universal dos Espíritos.
Quando o ser humano se apega à superioridade ilusória, adia o encontro com a verdade. E essa verdade, invariável e justa, aguarda no silêncio da consciência, onde nenhuma coroa subsiste, mas onde toda alma é chamada a governar a si mesma.
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Por muitas vezes me sinto muito triste,
tento ao máximo ser a pessoa que te dê orgulho⁠.
Mas, mesmo assim, nunca irei ser...
Pois, oque adiantaria eu mudar e você não?
O que adiantaria eu querer mudar ao ponto de não ser mais eu e você ainda não ver o que eu fiz?

Eu vou te entender.
Se você não se importa comigo, eu vou entender.
Se falar coisas que me magoam muito, eu vou entender.
Mas quando eu for embora, procure entender também.

“O orgulho sustenta guerreiros… mas também os faz sangrar em silêncio.”

“Orgulho, dor e chuva. O guerreiro também chora.”

"Não foi orgulho. Foi proteção. Eu só aprendi a não implorar por presença."

“Não existe orgulho demais quando alguém quer você. Existe só falta de interesse disfarçada de desculpas.”

“Não é orgulho, é autopreservação: o seu desinteresse é a senha para o meu desligamento.”

“Quando o orgulho fala, até o mais forte esquece de se defender.”

“A vaidade é a bala que o orgulho dispara no próprio peito.”

Vivemos tempos estranhos: o que antes gerava vergonha, hoje vira bandeira. E o que merecia orgulho virou alvo de chacota e cancelamento.

“Muita gente diz que tem valores, mas defende o errado com orgulho e sustenta a própria vida em mentiras.”

Ninguém se torna melhor apenas por citar os bons; a melhoria exige a renúncia do próprio orgulho.

A estagnação de um povo nasce do orgulho de acreditar que ninguém mais é digno de crescer.