Opiniões
Nas discussões sobre preconceito.
Quem não respeita a opinião do outro,
também é preconceituoso,
pois também sofre do mesmo mal,
a intolerância!!!
O orgulhoso não apenas se acha superior aos outros, mas também faz questão de mostrar a opinião que tem sobre si em público. Mas as pessoas que gostam de nós são poucas, que talvez até dê para contar nos dedos, então pouca vantagem há em querer se envaidecer.
Não bastasse o desrespeito à opinião e à Liberdade de Expressão, comumente confundida — por descuido ou capricho, com Discurso de Ódio — os tais “juízes virtuais” ainda insistem em cometer outro pecado: o de esvaziar a língua pátria que fingem defender.
É muito curioso…
Julgam com voracidade, apontam erros com fúria, mas tropeçam no português com a elegância de quem pisa no próprio eco.
Têm certezas demais, dúvida de menos, e nenhuma disposição para pensar antes de responder.
E assim seguimos, assistindo aos espetáculos nos quais a intolerância se veste de virtude, a arrogância posa de sabedoria e a medonha preguiça de ler,
tenta se passar por autoridade moral.
O que se perde, no fim, não é apenas o diálogo, tão desvalorizado, especialmente no meio polarizado.
É a delicada arte de discordar sem ferir, sem desumanizar.
Infelizmente, é o português que sangra nas mãos de quem nunca o acariciou.
E é a liberdade — a verdadeira — que sofre nas trincheiras onde as convicções são afiadas, mas o pensamento próprio é rejeitado ou esquecido.
Em tempos dominados pelas certezas fabricadas, talvez a provocação mais urgente e necessária seja:
não basta defender o direito de falar;
é preciso aprender, também, a ouvir, a duvidar e a escrever — com respeito, com cuidado e com a humildade de quem sabe que nenhuma vírgula bem colocada salva uma mente mal-intencionada.
Talvez o patriotismo gestado no berço do ódio ao outro e à opinião contrária — e retroalimentado pela admiração externa — não seja, de fato, o mais genuíno.
E chega uma hora que é só viver! Não compro opinião e muito menos aceito de graça. Que fiquem os elogios, as amizades, o amor, mas tudo do meu jeito, da minha maneira. Da minha vida cuido EU, VIVO EU meu amor e mais NINGUÉM.
O Rafinha Bastos vive de jogar palavras ao vento.
Preconceito é opinião sem conhecimento, se o Rafinha Bastos fosse ao Show Revelação ou do Mumuzinho ele mudaria de opinião.
Deixa essa gente pra lá♫
Um relacionamento ideal na minha opinião é onde deve haver confiança e suporte mútuo. É onde ambos tenham orgulho um do outro, porque não se pode estar com alguém de quem você se envergonhe, ou que não seja bom o suficiente para você. Vocês precisam combinar, se ajustar de alguma forma. Não é como um imã em que cargas positivas atraem cargas negativas, e vice-versa. Opostos não se atraem a não ser fisicamente. Tem que haver desejo, tem que haver passividade, mas também independência. Tem que haver disposição de ceder de vez em quando porque nem sempre os dois vão concordar em tudo. Pra isso precisa-se da amizade, porque não vão haver conversas maduras onde os dois não se conheçam e não se aceitem. E no final das contas não preciso falar que é necessário amor, porque se você sabe lidar com todas as coisas acima, você deve saber que o amor está nas entrelinhas do que foi citado. É exatamente isso que ele é. É exatamente assim um relacionamento ideal pra mim.
Qual a fase mais feliz da vida? Na minha opinião é quando a gente é criança. Que a gente acredita naquelas historinhas sabe? Quando a gente cresce a vida fica meio sem graça pô. Não tem mais aquele lance de "vou ser bonzinho pra ganhar presente do papai noel" "vou por o meu dente debaixo da almofada pra ganhar dinheiro da fada dos dentes". A gente pula, corre, brinca... A gente é feliz. E quando a gente cresce a responsabilidade aumenta sabe? Só acho que quando a gente é criança a gente é mais feliz.
Dizem q o amor é cego... Em minha opinião ele é cego, surdo e mudo... Porque não tem sentido, razão ou meios de expressão... Mas se é assim, como posso saber amo? Talvez porque a única coisa q seja preciso para isso, seja o coração... Aquele sem fronteiras, sem barreiras e mesmo sem direção... Aquele que só quer seguir os instintos para que no fim encontre a única, aquela que sempre procurou... Ou talvez o que precise seja a alma, para assim, não amar apenas com um orgão ou um sentimento, mas com algo intangível e sem explicação...
Por fim, amo como amo e só sei amar... E seguindo assim, sem uma explicação, sem um motivo... Sei que é o que escolhi para mim, mesmo com tantos empecilhos.
A tua opinião só vale a pena quando causa discussões entre as pessoas. A opinião não foi feita para ser aceita e sim questionada.
No piscar de olhos nasce os sentimentos que em questão não é só opinião, mas sim algo que transpassa quais queres as dúvidas em relação ao coração;
