Opção
"Viver uma vida humilde nem sempre é uma questão de pobreza. Pode ser uma opção de quem possui um forte caráter e muito desapego às futilidades da vida. Buscar o simples para si é uma forma de recuperar, em vida, valores que foram deteriorados pela ganância humana e/ou pelo capitalismo."
A laranja azeda está mofada e apodrecida! Espremer não é opção! Não serve nem para adubo! Vamos jogar o lixo no lixo!
Ficar sozinho, pode ser uma opção mas viver em par é a natural vocação da vida. No entanto, só deve procurar para ser par quando cada qual, perceber que tem algo bom, belo, enriquecedor, com amor e perdão para ofertar generosamente, sem troca para o outro. Nada é perfeito mas as coisinhas chatas, as pequenas, as inseguras e as divergentes, devem ficar para si mesmo, não compartilhe na relação, como já deve ter aprendido, no período passado de solidão.
Você não é uma opção... é um privilégio que a vida me concedeu. Ter o seu amor é o maior presente que eu poderia receber, e todos os dias escolho você com a mesma certeza de quem encontrou o lugar onde o coração pertence. Você é meu amor, minha paz e a razão dos meus melhores sorrisos
A razão racional e o senso crítico...
As opção de opiniões são incríveis a alienação intelectual sendo digno a razão de meias verdades.
Mesmo no caos absoluto predomina uma ordem mesmo caótica.
Fato da existência alienada ser baseada em balelas que arrasta multidões
O cubismo do senso crítico sobreve imerso na verdade.
Separar a realidade dos fatos nos torna meros navegantes num mudo de ilusão.
Desistir nunca foi uma opção, foi uma escolha: a escolha de me priorizar, me entender e focar no que me faz bem. Saúde mental importa. Independência não é só trabalhar; é ter a liberdade de se cuidar, se amar e decidir se o melhor hoje é sair ou ficar em casa. Estabilidade e sucesso são para poucos. Muitos julgam o tempo todo por não acreditarem no potencial alheio, mas esquecem de olhar para si mesmos com o mesmo rigor. Aprenda uma coisa: toda ação tem uma consequência. Seja mais inteligente e menos soberbo
Ter opinião é ter também a opção de se calar quando você não tem argumentos suficientes diante da situação.
O silêncio não é ausência de voz, mas sim um espaço de discernimento e respeito à verdade.☜ ♡ ☞
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Quando você não se escolher,
E priorizar quem te mantinha por opção,e mesmo assim sobreviver o dano.
Ninguém mais te doma.
A imagem de
“forte o tempo todo”
só é vendida nas gôndolas da falta de opção.
Essa imagem muitas vezes não nasce da coragem, mas da falta de escolha.
É uma armadura vestida quando não há espaço para fraquejar, quando o mundo exige produtividade, controle e respostas prontas, mesmo em dias em que tudo o que existe é só o cansaço.
Ser forte, nesse contexto, vira sobrevivência — não virtude.
Ninguém é forte o tempo todo.
E nem deveria ser.
A força constante quase sempre desumaniza, silencia dores legítimas e transforma vulnerabilidade em culpa.
Há uma força mais honesta em admitir o peso, em parar, em pedir ajuda, em permitir-se sentir.
Porque a verdadeira resistência não está em nunca cair, mas em reconhecer os próprios limites e ainda assim continuar, um passo de cada vez, do jeito que dá.
Ficar só não
é uma opção,
Não tenho
medo de amar,
apenas cautela
de desencontrar:
a autopreservação.
Temo perder
o discernimento
daquilo é um
'breadcrumbing',
e correr o risco
de ficar acostumada
a receber pouco
e deixar de ser
gentil comigo mesma.
Não tentar não
é uma opção,
mas uma solução
de autopreservação
quando falta opção:
o melhor é me poupar.
Temo perder
a coragem necessária
de desarmar sempre
que for preciso
quando houver
um 'love bombing',
e acabar me arriscando
num caminho sem
volta onde me perca
e eu me esqueça.
Não temo voar com
ou sem companhia,
tenho autonomia
e brevê de poesia:
quero um amor que
venha com harmonia.
Enquanto isso dou
a mim mesma
o amor romântico
não por egoísmo,
e sim para lapidar
o meu equilíbrio
para sempre discernir
o quê é ou não é um
amoroso compromisso.
Opção por jogos de dominação
faz perder o brilho e põe o risco
de perder a beleza do caminho;
Como não quero perder tempo
e não quero preencher nenhum vazio,
consciente elegi o ostracismo
sem amargura e com muita arte.
Não por idealização exacerbada,
e sim pelo desejo intenso
de pactuação da sedução mútua,
momentos de contemplação
e de leveza para o coração,
como quem resgata as primeiras
curiosidades, o riso sem protocolo
e o impulso de acender estrelas.
Uma companhia para dividir
e parar no meio do caminho
para se maravilhar diante
dos ipês coloridos e florescidos,
ao mesmo tempo logo quando
forem avistados pelas ruas
como um grande acontecimento,
e assim lado a lado seguir
com amor, paixão e contentamento.
