Onde Termina um Começa o outro
Somente quando o pensamento termina, existe a verdade. Não há o fim do pensamento pela compulsão, pela disciplina, por qualquer forma de resistência. (...) É a verdade que liberta, não o esforço para ser livre.
"O poder dos outros sobre nós termina no exato momento em que fechamos as páginas da nossa vida e deixamos de ser um livro aberto."
" Para a natureza não existe ninguém poderoso.
Ela termina com os poderes em três tempos,
porque ela é a dona de seus feitos,
é quem manda nos seus feitos."
"Racional Superior"
📖 "Universo em Desencanto"
✍Manoel Jacintho Coelho
Quando um relacionamento amoroso termina o que mais demora em arranjar um novo parceiro é o que estava certo!
A sociedade, por muito tempo, educou os homens para acharem que o parto “termina” quando o bebê nasce — quando, na verdade, é ali que começa o maior desafio físico, emocional e espiritual da mulher.Muitos não tiveram educação emocional nem referências dentro de casa para entender o quanto a mulher se transforma: o corpo muda, os hormônios despencam, o sono desaparece, a mente tenta se reajustar… e ainda assim, espera-se que ela “dê conta” de tudo como antes. Outros até amam, mas não sabem como ajudar, e o silêncio ou a distância que demonstram vem da própria imaturidade emocional — de não saber lidar com algo tão delicado.nem as mães ensinam isso, nem a escola fala sobre isso.
Muitas mulheres crescem ouvindo que o parto é o “final feliz” da gravidez, mas quase ninguém explica o que vem depois: o corpo ferido, os hormônios desajustados, o cansaço profundo, a solidão que muitas sentem, e a necessidade de tempo e acolhimento.E os homens, por sua vez, também não são preparados para entender o que é o puerpério — não aprendem sobre empatia, cuidado, nem sobre o papel real do companheiro nesse momento.
Crescem achando que ajudar é “fazer favor”, quando na verdade é responsabilidade e amor.A sociedade deveria educar tanto meninas quanto meninos sobre o que realmente é a maternidade, não apenas o nascimento do bebê, mas a transformação da mulher.
Só assim o pós-parto deixaria de ser um tabu e se tornaria algo vivido com mais compreensão e menos julgamento.Quando digo a sociedade deveria educar, significa que a escola, a família e a cultura em geral deveriam ensinar todos — não só as mulheres — sobre o que é o pós-parto, as mudanças físicas, emocionais e hormonais, e o valor do apoio mútuo.
Assim, os homens cresceriam preparados para compreender e respeitar o que uma mulher vive depois do parto, e as próprias mulheres teriam menos culpa e mais acolhimento nesse período.
Algo permanece
Não termina aqui.
Não pode terminar assim.
Todo fim carrega
a semente de outro caminho:
um passo que chega,
outro que parte
e deixa, em alguém,
o silêncio da saudade.
Algo permanece
discreto, quase invisível
um sopro de memória
que ainda nos faz bem,
como lembrança
guardada no tempo.
Porque todo adeus
abre uma porta adiante.
Não termina aqui.
Nunca termina assim.
"A pessoa que só ama a si mesma e aos seus prazeres termina cercada de espelhos, mas sem nenhum amigo real."
"O silêncio sobre a sua má conduta termina no momento em que a sua atitude invade a paz de quem trabalha honestamente."
Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras, a sua liberdade termina onde a minha paz começa.
A Limitação Cognitiva e a Ditadura do Volume
Talvez esperar bom gosto de quem não tem bom senso seja mais um distúrbio: pura limitação cognitiva.
Porque não se trata apenas de preferência musical, mas da incapacidade de compreender que o mundo não é uma extensão do próprio quarto ou da sala, nem um palco particular onde todos são obrigados a assistir ao mesmo espetáculo.
Não dá para esperar um bom repertório escolhido por puro capricho, antes de tudo, para invadir.
O som que atravessa muros, janelas e a paciência alheia deixa de ser expressão cultural para se tornar imposição.
E toda imposição é, em essência, uma forma preguiçosa de poder: a de quem não argumenta, não dialoga, apenas aumenta o volume.
É verdade que o bom gosto é muito subjetivo.
O que agrada a uns pode ser insuportável a outros.
Mas o desrespeito ao bem-estar alheio não é questão de opinião; é um problema concreto de convivência, de civilidade mínima, de noção básica de que o outro existe e importa.
Confundir liberdade com licença para incomodar é um erro muito comum — e perigosamente aceito.
Mas qualquer imbecil funcional deveria ao menos perceber que, num mundo com mais de oito bilhões de pessoas, é impossível escolher vizinhos por afinidade musical ou paixão por ruídos.
Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras.
Exige entender que o direito de fazer barulho termina exatamente onde começa o direito do outro de ter paz.
No fim, o problema não é o volume do som, o estilo musical ou a caixa potente…
É a ausência de empatia caprichosamente amplificada.
E quando o bom senso é desligado, não há playlist que salve a convivência.
Que Deus nos livre dos que confundem alegria com euforia e liberdade com licença para nos incomodar.
O CORDÃO QUE SE ROMPEU
(Onde a biologia termina, a saudade transborda)
Sinto um vazio em mim, você levou junto meu cordão umbilical,
me sinto avulsa no mundo, devolva minha essência para que através dela eu volte a dormir em posição fetal,
do mesmo modo que me protegias no líquido amniótico de teu útero...
Mãe!
Lu Lena / 2026
Engana se quem me vê no chão e pensa que não tenho mais garra para lutar.
A vida só termina no último suspiro.
Relações
Quando uma paixão termina,
Ou quando uma quer começar,
Voltamos a ser criança
Apoiando-nos apenas na esperança.
Esperamos mensagens que nunca vão enviar
Esperamos a pessoa que não vai chegar,
Choramos pela perda daquilo que nosso nunca foi,
Ficamos felizes com um simples “oi”.
Tudo isso por uma necessidade sem explicação
De achar alguém para lhe tirar o coração.
Ter alguém que a falta da nossa presença sinta
Que nos olhe com sinceridade e jamais minta.
Talvez a resposta esteja na palavra e seu sentimento,
Afinal, amar precisa de complemento.
Qualquer ato de ofensa do decoro parlamentar como a aceitação criminosa do suborno termina por atingir a própria respeitabilidade do Poder Legislativo.
O nosso amor não é feito faz de conta,que tudo sempre termina bem
Mas também não é feito de puro Realismo afagado em finais mortíferos
Somos feitos de tristeza e dor
De alegria e amor.
Às vezes somos meio assim, embaralhados
Esbarramos em nossos próprios pés
Tropeçamos em nossas próprias armadilhas
E a sorte é que sempre caímos juntos aos pés de Deus.
E se juntos estivermos
Juntos seremos fortes.
A metade de você serei eu
E a minha metade,
Sem nada,
Sem corte,
Será você por minha sorte.
