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Onde Termina um Começa o outro

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Antes de agir, pergunta: isto me torna melhor?
A ação correta começa com a intenção correta.

Um dos momentos mais importantes da vida é o momento em que você começa a definhar emocionalmente, psicologicamente. Ele é importante porque é o momento de travar batalhas mentais e convencer seu ser de que os piores momentos da sua vida não são mais importantes do que se sentir bem; de que eles são passageiros; de que eles chegam, mas nós não podemos permitir que eles fiquem e impregnem em nossa alma.

Por vezes acabamos assumindo a culpa por coisas que não são de nossa responsabilidade. Erroneamente nos responsabilizamos por erros alheios que refletem na nossa vida. Direcionamos nossa percepção de mundo para as dificuldades e por sermos despreparados, mentalmente, para lidar com as barreiras que nos impedem de viver os fatos como queremos, nós nos esquecemos de ver as coisas como elas realmente são. Esquecemos de perceber e acreditar que somos capazes de superar todo e qualquer obstáculo, que somos nós que controlamos nossas experiências mentais, que somos nós os responsáveis por nossa felicidade.

Outro momento muito importante da vida é o momento mais alegre. Ele é o esplendor da realização ou da satisfação de necessidade, mas também é o momento de lembrar que os problemas ainda rodeiam a vida. É hora de lembrar que essa alegria é passageira. É a hora de perguntar: Como estou percebendo meus problemas? Qual a importância dele agora? Será fácil perceber que não estamos nos importando com eles. Alegres ou tristes todos os momentos fazem parte da nossa existência o que definirá nossa capacidade de felicidade é a forma como os encaramos. Decida conscientemente guiar suas ações rumo a felicidade, independente de fracasso ou sucesso. A Felicidade deve ser algo constante e não circunstância.

Cuidar do outro começa, inevitavelmente, pelo cuidado consigo.
Na psicologia, entendemos que só conseguimos oferecer ao outro aquilo que já construímos internamente.
Quem não se escuta, não se respeita e não se acolhe, acaba tentando suprir no outro aquilo que falta em si — e isso gera desgaste, dependência e frustração.
Cuidar de si não é egoísmo, é responsabilidade emocional.
É reconhecer limites, necessidades e emoções para que o cuidado oferecido ao outro seja inteiro, saudável e verdadeiro.

Segredo, desejo e medo
Caminham juntos; vencer começa em acordar cedo.
Anseando por mais, não por vaidade nem exagero,
mas porque, no fundo, sabemos: merecemos.
Largar na frente não garante chegar primeiro,
o caminho é longo, o tempo é rei, mas somos príncipes, meus guerreiros.
Às vezes a vida te põe em segundo ou terceiro,
pra ensinar que pressa não forma caráter verdadeiro.
Chegar por último não é sinal de fracasso,
é um convite claro pra um belo recomeço.
Novas estratégias pedem treino e dedicação,
verdade consigo mesmo e firmeza na execução.
Olhe ao redor, observe os mais experientes,
há conselhos que só o tempo torna evidentes.
Na linha de chegada veremos, conscientes,
quem caiu, levantou e seguiu resiliente.
Seguir firmes pelos percursos que nossas pernas ousam percorrer,
só você precisa entender o que lhe motiva e lhe dá força a se tornar
o vencedor que habita aí dentro de você.

O responsável por sua vida, é você. Começa por corrigir e avaliar a si mesmo, e você achará o culpado, em vez de monitorar vidas alheias. Quem sabe você vai desenvolver.

Um poema grande morde a isca do poeta ai começa a luta pela palavra certa, o jogo é indo cansando o danado em frase aberta, dando linha pra não perder a pesca, o bruto pesa na rima — o poeta enrola o raciocínio focado na meta; o branco rabeia na mente negando a palavra: o poeta astuto solta mais linha vendo a oportunidade na água, sabe que usou isca pra grande sinestesia quem narra embarca no peso da pesca criando o gosto por frases onde tem
poesia


Leonardo Mesquita

Traição não começa no toque, começa quando o conforto, a validação e a fuga vêm de fora, e não de quem te ama.

⁠Para de se iludir começa entender quem você é e as escolha que você faz além do dinheiro do que os outro pode pensar do que você aparenta.

Pra semana que começa, que Deus nos surpreenda em silêncio: no detalhe, no cuidado invisível, na resposta que chega sem aviso. Que a fé sustente e o coração reconheça cada bênção.

A honestidade tranqüiliza o coração, seu cultivo começa pelos pequenos atos.

Quando a gente deixa de amar e começa a compreender


Existem momentos na vida em que o amor não acaba — ele se transforma.
E não é porque o outro mudou, se afastou, traiu, perdeu a cor.
É porque, pela primeira vez, a gente abre os olhos de dentro.


Percebe que o que chamava de amor era, na verdade, medo de ficar só.
Que o que chamava de saudade era apego ao que feriu.
Que o que chamava de intensidade era carência fantasiada de destino.


E aí, algo muda.


Já não é mais sobre conquistar, nem sobre provar.
Não é mais sobre ser vista, nem escolhida.
Não é mais sobre ter razão, nem vencer discussão.


É sobre reconhecer os ciclos internos que o corpo já vinha avisando.
É sobre honrar a alma que já estava cansada de ser rebaixada em troca de migalhas.
É sobre olhar no espelho e saber:
“Eu não preciso ser amada pra saber quem sou. Eu preciso ser inteira pra reconhecer o que é amor.”


E então a gente percebe:


Aquele “eu te amo” que mexia com a gente
mexia muito mais com o ego
do que com a essência.


E que a saudade dele ou dela
não era de quem a pessoa era,
mas de quem a gente queria acreditar que ela poderia ser.


E aí vem a virada.


Quando a gente deixa de amar como dependência.
E passa a compreender como consciência.
Quando o desejo deixa de ser “volta pra mim”
e se torna “se encontre, por favor”.


Porque o verdadeiro amor — o amor final —
não é aquele que força reencontros,
mas o que deseja cura.
Mesmo que seja longe daqui.


E quando isso acontece, não dói mais.
Não arde mais.
Não prende mais.


Só devolve paz.


Porque o amor que fica,
depois que o apego vai embora,
não é sobre posse —
é sobre presença.

O conhecimento começa com sabedoria, disciplina e reverência a Deus.


Respeitar princípios antecede decisões
perenes.


by Provérbios 1.7

O ritual começa quando o tempo desacelera, o corpo se aquieta e a intenção se torna mais verdadeira que qualquer palavra pronunciada.

Tudo o que é grandioso começa fora da zona de conforto.

Se você espera alguém para amar e respeitar, ame e respeite a tua imagem, tua semelhança para começar;

Empréstimo sagrado




No princípio


ninguém disse “começa”.


A vida aconteceu


como acontece a respiração:


sem plateia,


sem promessa,


sem dono.


Os antigos sabiam.


Por isso não escreveram livros,


escreveram montanhas.


Não deixaram tratados,


deixaram pegadas no barro


e histórias presas na fumaça.


Dizem que o mundo nasceu do canto.


Que antes da luz


houve um som grave,


um murmúrio tão profundo


que acordou a matéria


do seu sono mineral.


Alguns chamam de verbo.


Outros de sonho.


Há quem diga que foi um animal antigo


sacudindo o corpo no escuro


e espalhando estrelas como pólen.


A terra, recém-criada,


não sabia ser terra.


Aprendeu com as mãos do tempo,


com a paciência das raízes,


com a insistência da água


em sempre encontrar passagem.


Os povos da floresta dizem


que tudo tem ouvido.


Que a pedra escuta.


Que o rio se lembra.


Que o vento carrega nomes


que não cabem em boca humana.


Por isso falam baixo.


Por isso pedem licença.


Por isso agradecem antes de colher.


A vida não é posse.


É empréstimo sagrado.


Em algumas margens do mundo


contam que o primeiro ser humano


nasceu do barro aquecido pelo sol


e recebeu como tarefa


não dominar,


mas cuidar do ritmo.


Em outras,


dizem que viemos do ventre da noite


e que morrer é apenas


voltar a sonhar o mesmo sonho


por outro ângulo.


Há povos que sabem


que o tempo não anda em linha,


anda em espiral.


O que foi


ainda é.


O que será


já respira em silêncio.


A ciência chama de ciclo.


Os antigos chamavam de respeito.


A chuva não cai.


Ela retorna.


O fogo não destrói.


Ele transforma.


A morte não encerra.


Ela muda o estado da dança.


Tudo vive em parentesco.


A onça e o homem.


A folha e o osso.


O relâmpago e o pensamento.


Quando esquecemos disso,


adoecemos.


Chamamos de progresso


o que os ancestrais chamariam de desequilíbrio.


Mas a vida insiste.


Sempre insistiu.


Ela brota em fendas improváveis,


nasce em desertos de concreto,


se reinventa em corpos cansados,


canta mesmo quando tentam silenciá-la.


Talvez viver seja isso:


lembrar o que o corpo já sabe


antes que o mundo nos distraia demais.


Que somos feitos do mesmo material


que as estrelas cansadas.


Que respiramos histórias muito antigas.


Que amar a terra


é amar a própria continuidade.


E que enquanto houver


alguém


capaz de escutar o vento


como quem escuta um ancião,


a criação


não estará concluída.


Ela seguirá acontecendo.

⁠Boa noite, a lua vem me visitar,
E a escuridão começa a sussurrar,
Que o sono te leve aos sonhos mais lindos,
E que amanhã seja um novo dia de amor,
E que a noite seja suave e tranquila.

O suicídio não começa quando é colocada uma corda no pescoço e se pula, e sim quando você acorda vazio, da mesma forma que deitou todos os dias.

A vida muda quando a gente deixa de correr e começa a assumir. Ficar é sempre mais difícil do que fugir.

O mundo só começa a melhorar a partir de nós mesmo.