Olhos Alma
A felicidade é como a cor vista pelos olhos humanos.
A cor será sempre a mesma mas em tonalidades diferentes.
Sim, confesso: tenho pedido discrição aos meus olhos, que ainda, sorriem facilmente ao espelhar com os teus.
Foi em um final de tarde de verão que descobri, que nos seus olhos claros como o céu consigo sentir, o sol no Interior dos meus olhos, que brilha quando olhas para mim.
Eu fecho os meus olhos e posso-te imaginar.
Pois, os meus desejos têm sido teus, até eu abrir os meus olhos.
Então eu gasto os meus desejos desejando-te desejar.
É quando os nossos olhos se encontram, os nossos lábios se tocam e eu encontro os teus braços, que eu me sinto segura.
As preciosidades mais valiosas que guardo são invisíveis aos olhos, mas palpáveis ao espírito, eles residem nos sorrisos e no brilho dos olhos dos meus filhos, em suas pequenas vitórias e nos momentos compartilhados de brincadeiras e risos.
A felicidade que irradiam enriquece-me, preenche-me.
Sou grata por ser agraciada com os tesouros mais preciosos e duradouros que
Deus me concedeu.
"Sua vida só fará sentido, quando você fixar seus olhos não somente no que está a sua volta; mais navegar à descobrir novos lugares aprofundando no que realmente você foi nascida(o) para ser. Descubra sua identidade e tomará a posição para exercer.”
—By Coelhinha
"FÉ é enxergar no espírito o que os meus olhos naturais não vê, o que minha mente questiona; minh'alma duvida o que meu coração em Deus já sente."
—By Coelhinha
"Quando só temos olhos para o que nos falta, nos faltam olhos para apreciar o que já temos e poder ver de verdade, é o que temos para poder compartir. Nada é nosso. Tudo é do Reino."
—By Coelhinha
Na quietude do próprio ser, encontramos uma riqueza escondida que muitas vezes escapa aos olhos apressados. Ao aprender a celebrar a grandiosidade de estar sozinho, desvendamos os segredos do nosso interior, onde cada pensamento é uma estrela que ilumina o caminho da autodescoberta.
A solidão, longe de ser um vazio, transforma-se em um palco íntimo, onde somos simultaneamente plateia e protagonistas. Nos momentos de silêncio, construímos poemas sutis que narram a história única de quem somos. Não é ausência, mas uma presença mais profunda, uma presença que transcende os limites do efêmero para se tornar eterna.
Ao aceitar a grandiosidade de estar consigo mesmo, abrimos as portas para uma dança interior, uma dança que não busca aplausos externos, mas que encontra sua beleza na harmonia sincera entre o eu e o universo. É nesse compasso sereno da solidão que descobrimos o verdadeiro valor da nossa própria presença.
Não esperamos por convites que não chegam, pois já estamos imersos na festividade do nosso próprio ser. A saudade alheia pode sussurrar em nossos ouvidos, mas aprendemos a transformar esse eco em uma canção de amor-próprio. A verdadeira celebração acontece quando reconhecemos que, no palco da vida, somos os diretores, os atores e os espectadores da nossa própria jornada.
Assim, a solidão deixa de ser um fardo para se tornar uma bênção. É nesse estado introspectivo que encontramos a serenidade necessária para compreender, aceitar e amar a nós mesmos. Cada momento sozinho é uma oportunidade de crescimento, uma chance de fortalecer a ligação sagrada com o nosso ser mais íntimo.
Na celebração da nossa presença, descobrimos que a verdadeira companhia é aquela que construímos dentro de nós mesmos. E assim, na grandiosa solidão, floresce a plenitude da existência.
Você já deve ter lido ou ouvido o seguinte ditado: "O que os olhos não veem o coração não sente."
Político deveria andar, conviver no dia a dia com o povo, para sentir na pele o que o povo sente.
Talvez se fizesse isso, não seria tão ausente,
tão indiferente.
Se não olharmos urgentemente para a Educação no nosso País com olhos clínicos e profundo, o diagnóstico num futuro próximo será triste mas real. Teremos profissionais cegos e uma Nação falida.
