Olhar Vazio
O Estoico
Quando tua mensagem cai no vazio,
Não te percas atrás de ecos frios.
O mundo não pede teu desespero,
Nem tua voz implora por janeiro.
Quem ignora teu ser não te define,
A alma que é tua, só ela te afine.
Não corras atrás de sombra ou vento,
Mantém-te firme, com teu próprio alento.
O choro não veste tua dignidade,
O silêncio, às vezes, é liberdade.
E o coração que não implora atenção
É um templo de calma, pura razão.
Não há poder em mãos que não se oferecem,
Nem razão em súplicas que não merecem.
O mundo gira em seu próprio compasso,
E a paz reside em quem não entra em embaraço.
Não te ajoelhes diante do abandono,
Não peças amor onde não há entono.
Cada passo firme que dás em tua estrada
É mais valioso que a atenção roubada.
O estoico sabe que sentir é humano,
Mas implorar, jamais, é desumano.
Quem espera por resposta, que espere em silêncio,
E quem procura validação, que a busque em si mesmo.
Assim, tua alma não se curva, não chora,
Mesmo quando a indiferença te devora.
E aqueles que tentarem medir teu valor
Verão apenas tua calma, teu próprio fulgor.
Porque a vida não se entrega a súplicas alheias,
Mas se honra quem mantém suas ideias.
E no silêncio, no abandono, na solidão,
Floresce a força, cresce a razão.
As pessoas não vão preencher o seu Vazio porque quem tem consertá-lo ao invés de preenchê-lo é você mesmo
- Daika
O Estoico e o Vazio
Muitos homens tomam o mundo em suas mãos,
Conquistam o que desejam, seguem seus corações.
O prazer os acompanha, o poder lhes sorri,
Mas há um vazio que nenhum triunfo preenche ali.
Têm mulheres, riquezas, histórias a contar,
Mas por dentro, um silêncio insiste em habitar.
Pois evoluir no mundo não é evoluir por inteiro,
O que falta é a alma, o autodomínio verdadeiro.
O estoico sabe: nada fora satisfaz,
Nem glória, nem luxo, nem a beleza que se faz.
A plenitude mora na calma do pensamento,
No coração que se guia pelo próprio discernimento.
Enquanto o mundo aplaude o que é visível e vão,
O homem desperto busca a paz em seu chão.
E entende que conquistas sem essência, sem interior,
São como estrelas distantes: brilham, mas não dão calor.
Então muitos correm, muitos tentam, muitos caem,
Mas a verdadeira vitória é a mente que não se abala.
E aquele que olha para dentro, e ao vazio enfrenta,
Descobre que nada externo mais lhe representa.
Geração do eco vazio, ruído sem essência. Clama por validação, mas esquece o valor. Preenche-se de aparências e esvazia-se de propósito. Perdida entre telas e promessas, não sabe quem é, nem o porquê de existir. Busca as riquezas do mundo, mas ignora a maior delas: o sentido.
Acenda a luz que existe dentro de você, pois quem vive na solidão tem que comer no prato do vazio.
Este é um prato fundo que qualquer um pode comer, mas nunca irá se saciar.
Caminhe sozinho se preciso for...
Ninguém pode preencher um vazio deixado pela incompreensão.
O falso não dura.
Ecoa o vazio que um dia existiu
antes de eu ter te conhecido.
Posso não ser esperto,
posso nunca ser o melhor,
mas meu peito guarda os suspiros
que o vento levou —
talvez guiando minha respiração.
Cada passo teu
é mais uma batida do meu coração.
Talvez ainda não seja o tempo,
e o que era paixão
descobre-se autoconhecimento.
Amor é algo.
Amar vem de dentro.
E Cristo…
Cristo é mais que amor —
Ele é o próprio Amor por inteiro.
Ame além do que seu peito suporta,
porque o agora tem poder.
Guarde Cristo na memória,
chame por Ele,
busque sem demora,
não perca tempo
nessa vida tão infame.
Na minha área, minha vida,
igrejas e pecados
andam pela mesma esquina.
Mas escolha o justo.
Escute a Voz que te chama,
que te guia —
como um piano profundo,
forte e melancólico,
anunciando o nascer
de um novo dia..
O vazio que a vida traz não some por acaso. Ele se preenche quando encontramos algo que vale a pena carregar.
O vazio não é nada. O vazio é um tipo de existência. Você deve usar esse vazio existencial para se preencher.
Que tolice tua, mulher,
pensar que eu volto ao teu porto vazio.
Eu me banho no meu silêncio,
profundo e soberano, sem ecos do teu caos.Tu barganhaste encantos falsos,
dançaste em desencontros,
e segues só, um eco oco no vento e continua só.
Talvez porque não encontrou ninguém melhor — ou mais interessante — do que eu.
E sabe de uma coisa? Não preciso saber.
Boa sorte na tua busca.
Felicidade pra você.
Bem longe de mim.
O Vazio Exorbitante da Alma
Não há berço vazio a chorar na casa,
Nem a sombra fria de uma dívida que arrasa.
O mundo vê a pele que não sangra, limpa e sã,
E pergunta à alma: "De que sofre, ó artesã?"
Pois onde não há perdas visíveis, nem tragédia,
O sofrimento parece uma comédia, uma lenda.
Mas a dor que me habita é a do invisível laço,
Um grito que não ecoa neste vasto espaço.
O Choro Sem Filho é o Choro Pela Luz,
O desejo de ser porto, e não a cruz.
É o luto pela forma que o amor não me alcança,
A eterna espera por uma real aliança.
A Dívida Ausente não alivia o meu fardo,
Pois devo a mim o afeto que me foi negado.
Devo o calor que a frieza do dia a dia esconde,
O eco vazio da pergunta: "Onde? Onde?"
É o sentimento em chama, o apego a se rasgar,
A fome voraz de ser aceito, de pertencer, de amar.
A necessidade que pulsa, crua e exposta,
Por uma presença que nunca me foi aposta.
E por trás do sorriso que a vida me empresta,
A frieza diária me veste e me orquestra.
Mas o silêncio é o manto onde a dor se aninha,
A falta exorbitante que me faz só, e só minha.
Ecoam as palavras como um culto corredor em oculto do meu peito sombras do vazio faz pousar as lembranças ferida que é acalentada... tanto tempo me seguiu. e cada espaço de compassos vagos... permitir permito por solidão
Minha alma, tão inquieta e clara lua se entrelaça na minha
como um fio de luz sem licença derruba as paredes de carne e acende meu corpo o sol e novamente tocar o seu no perfume de uma lembrança... vir ela
E quando seus lábios nos lábios como miragem em tons de delírio,
se inclinam para o universo dos meus sonhos todo o chão que conheço se desfaz... Flutuamos no leito insano da magia que inventamos, como se o mundo, enfim, compreendesse a nossa febre,
nosso alento, nossa língua feita de silêncio ardente.
Mas confesso por dentro, ainda me atrapalho entre a amada e a amante entre o que fui e o que desejo ser ao seu lado
Atravessei tantas despedidas que aprendi a amar com cuidado,
e ainda assim, você me pede, por um instante apenas,
um lugar que é só seu esse espaço vago que ficou em mim
Eu espero de vez em quando outra visita ate você encontrar o caminho de volta... percebo que um anjo feliz que me acompanha e tão igual estes momentos desiguais...
Ela leva rouba os nossos pensamentos nos escuros e as sombras no vai e vem apenas respiro o agora no amor de outrora...
Bebo o luminoso som da juventude abranda de suor... meus medos antigos são intercalador deste livro o meu... no giro de cada página repousada...
Sem calma envolve seus voos ainda sem mapa vou baixo entre as nuvens de emoção
Então deixo que venha e casado deito no silêncio entre o meu peito na madrugada só o som da respiração alma molhada de vinho...
Esquecer um pouco no pouso o adeus que tanto doeu...
Nos encontros reordenam o destino corpos que desenham futuros
de almas que se reconhecem e permanecem por um instante...
Eles acontecem como a aurora, lentamente, e quando percebemos já estamos dentro da luz uma moça mais jovem que meus medos,
mais suave que a ausência que eu carregava... e ainda assim tão profunda que parecia vir no aperto firme sua pele e seu olhar antes dos meus soubesse decifrar ela ali sem ruído, tua alma amarrou-se à minha...
num gesto tão simples que parecia destino...prometeu sem haver promessas sem exigência exigiu minha presença... apenas esse reconhecimento silencioso
que certos seres têm quando se encontram
na hora exata em que estavam prontos para calar todos os anseios
Quando os teus lábios, em delírio suave buscaram os meus,
foi como se o universo me lembrasse que o amor não pertence ao passado, mas à coragem de sentir o novo de novo
Flutuei não por você ser jovem, mas pela certeza do que queria cada instantes perdidos entre a amada que já tive e a amante
A evolução que o coração não se divide se expande...
A filosofia ensinou-me
que o tempo não devolve o que levou, oferece novos sentidos
Para aquilo que ficou.
Você ensinou-me que o amor pode ser cura
No instante de um acordo silencioso entre duas almas
saber onde o caminho termina
O tempo que nos separar agora um dia seremos leves como ar e ancora da certeza e saberemos que houve entre nós paixão mais, pensamento e corpo sentido em cada encontro deste desencontros
"O silêncio não é vazio; é a única tela onde a inspiração divina se atreve a pintar."
Dollber Silva
Escutei teu chamado
Ouvi tuas preces
Disse o vazio do espaço
Em resposta a nossa completa insignificância...
Frente ao vazio do presente e o descrédito quanto ao
futuro, a dor pela visão de um passado irreversível pode
ser o lenitivo que preenche o sentido de se estar vivo.
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