Olhar
A noite se espera um boa noite.
Um comportamento trivial a natureza humana.
O que temos é um olhar frio mais nada!
Um momento irônico.
De onde a educação sumiu dos espaços públicos. E da alma do ser humano.
Reclusão do humanismo.
Parece que estamos num mundo transgênico sem humanidade.
Sobre olhares navegantes ilusões...
São prestes a harmonia virtuosa...
Clarividente são as brumas reluzente de Paranapiacaba...
Ar de mistério místico e maravilhoso dos artesãos que vende sua arte contemporânea...
Velha estação de trem carrega seus fantasmas do passado.
E um relógio que atravessa as épocas com encanto da bruxaria...
Cachoeiras desafia nossa imaginação e detalha, há águas puras da natureza.
Os eventos festivos movimenta a pacata cidade. A fruta que amor da cidade e o cambuci ate cachaça tem....
Doces de cambuci. Famoso sorvete de cambuci.
Não é preciso de palavras apenas olhares.
As palavras perdem o sentido entre sentimentos.
Breves sussurros é o vento lançando palavras ao infinito.
Ao titubear seus lábios os sentimentos são expostos no verbo vulgar.
pare de olhar para trás; o que foi feito ontem não diz respeito a você, caso se arrependa do que cometeu.
o passado é aprendizado, o presente é experiencia, e o futuro condiz com nossas atitudes de agora.
Na solidão dos nossos pensamentos a solidão grita e nossos pensamentos berram em olhares vazios e diferentes.
Luar esta incoberto pelos olhares...
Velados os sentimentos observamos o luar,
Todos direitos expostos são expostos pela falta de petróleo.
A guerra nada mais e a pirataria dos direitos humano...
Lua torna se evidência da evolução da resiliência humana...
A aventura espacial é um pássaro no contraste da alienação.
O esquecimento é foice do sistema.
Esquecer por que não conseguimos compreender.
Olhar para espelho ver as distorção do ser que é obcecado pelo seu próprio ego...
Tanta vaidade e tão pequeno percentual de um ser humano.
Apenas um olhar no vazio da existência.
No metrô as pessoas são julgadas pelo teatro do dia a dia, como se fosse interessante ou sedução ou ate mesmo desde do ser aparente.
Robos do sistema ou sobreviventes de mais um dia no trabalho escravo da alienação.
Meros olhares futeis.
Meros arficios atrozes
Sentimentos que viaja no abismo,
Sombras que me acompanham.
No isolamento intelectual de alegorias
No profundo sentimento as gotas de realidade são expostos por um poema.
E abnegação destes fatos deixam a marca registrada do instante exato que deserto dentro deste mundo complexo cheio de paradoxos diz seletivo seja.
Bem aventurados aqueles o criticam.
O sentimento que é pássaro que voa num mundo destopico.
Com seres alienígenas de suas próprias convicções.
Aprendi que silêncio arco de pensamento livre de degradação.
Ser inerte atônito devenda próprio deserto nas virtudes mais baixas
Então Alienação intelectual venceu?
Dentro si alegoria vazia quem quiser seja seu eu pois ignorância é um dádiva, para muitos? Dentro deste contexto vies da fisolofia é claro homem deve questionar o impensável mais compreender diante os fatos não aceitação.... apenas o tempo para refletir sobre atos impensável.
A voz que morre com olhar é mesma que te faz sofre.
No silêncio químico o labirinto questiona ego com eco no subconsciente.
Mas, pequenos lampejos de ironia são expostos em sua mente então um brilho no olhar.
Defraga um respirar e ar seco e lento em sua mente um filme de falas lentas.
De repente aparece tantos mundos multiastral.
A resposta e ecoa num vazio de lampejos...
O eu coletivo para tendência da narrativa sois apenas olhares navegantes em ilusões no coletivo do eu.
É impossível olhar para alguém do jeito que ele me olhava – com todo o peso do passado – sem imaginar o futuro.
Brincadeiras a parte... mais toda indireta tem um pouco de verdade.. e todo olhar tem finas palavras.. lançadas com os olhos.. porém covardes são os lábios que não falam.. mais se molham de vontade selar beijos...matar vontades..
Não queria olhar vc..
Não queria te amar.. te amei..
Está difícil resistir,eu sei..
Mas vc não é pra mim...
Já que vc tem um outro alguém. .
Vc nunca poderá me pertencer...
Retrovisor, para-brisa e presente
O passado é como o retrovisor de um carro: precisamos olhar para ele, mas apenas como referência. Ele nos mostra o caminho que percorremos, os erros que cometemos e as experiências que nos trouxeram até aqui.
O futuro é como o para-brisa: está à nossa frente, aberto às possibilidades. Podemos imaginar o destino, traçar caminhos e escolher a direção que queremos seguir.
Mas existe algo ainda mais importante: o presente. O presente é o momento em que estamos sentados ao volante, com as mãos conduzindo a nossa própria história.
Não podemos dirigir olhando o tempo todo pelo retrovisor, porque podemos perder o caminho que está à nossa frente. Também não podemos viver apenas imaginando o destino, porque é no caminho que a vida acontece.
O passado nos ensina, o futuro nos inspira, mas é no presente que dirigimos a nossa vida.
22/08/2026
— Ivanilson Aguiar de Sousa
Amo quem prefere o toque no olhar e na pele ao toque na tela do celular. Encurta distâncias e estreita afetos.
Um olhar sincero, uma escuta atenta e um feedback empático são capazes de silenciar uma mente caótica, mesmo que em um curto tempo. Mas talvez seja somente esse o tempo que ela tem para desligar de forma natural. Isso diz muito sobre pessoas raras e gentis.
“Quando algo não acontece como desejamos, o primeiro passo não é reclamar, mas olhar para dentro. Na maioria das vezes, as dificuldades não vêm do destino, das circunstâncias ou dos outros, e sim da nossa própria falta de empenho. A estagnação nasce da ausência de ação. O que vivemos por fora reflete o que acontece por dentro.
Superar a preguiça e a falta de disciplina é essencial para que a vida avance com harmonia. A verdadeira mudança começa quando despertamos, assumimos responsabilidade e seguimos adiante com consciência e propósito.”
“Não evoluímos isoladamente. Evoluímos quando temos coragem de olhar para dentro e maturidade para aprender com o que o outro nos mostra, mesmo quando isso revela aspectos que ainda precisam ser lapidados.”
"Olhar para dentro de si é essencial. A ausência de autoconhecimento nos conduz, muitas vezes sem perceber, a erros e desvios. Quem não se observa por dentro, inevitavelmente se perde por fora.”
