Olhar
Sempre é encontros por aqui e a quo lar, se me dispensas em mil pés dos deveres frágeis do olhar, não duvides de nossa capacidade quando voar.
Muito prazer não é covardia, oportunidade é coragem de olhar-te nos olhos, toque de nossas mãos sempre vigora, boas lembranças de outrora
Uma multidão realiza outras, e a vontade sempre é de terceiros, ainda é bem, quando posso te olhar por inteiros.
Esconde-se pela fragilidade com que carregas os tesouros guardados com tanta primazia, que seu olhar seja sorria.
No rio que corre nossos sonhos jorra água cristalina em todas dimensões, basta te olhar, em todas direções.
Nosso jeito de ser, não modificou nada e, mesmo, depois do olhar ansiado, embora se vai, quando não degustado.
A provocação é de grande monta, pra ajustar a própria dor, um aprendizado de ensino pra se olhar, edificando a interdependência do situar.
Uma grande paz e sentir o homem que olhamos, por acaso, e trazendo dentro de nosso olhar, uma luz que nos diz é ele.
Quem me conhece de verdade foi se embora pra outra parte, era de análises em disfarces, pra olhar pro seus olhos, e, eu, estou com muita saudade, não preciso ver-te, mas, quero encontrar-te.
Nossa árvore inteira já nos encontrou pra alegria do olhar das graças do realizar as vontades do saber de estar.
