Olhar
Mais que Palavras
(Inspirada na musica More Than Words - Extreme)
Não preciso dizer, só olhar,
Meu coração fala sem som.
O que sinto vai além do falar,
É no gesto que mora o dom.
Segure minha mão, veja o que sou,
Na simplicidade do toque sincero.
O amor não vive só do que ecoou,
Mas no silêncio do que mais espero.
Não são palavras que vão provar,
É no abraço, no calor do querer.
Mais que dizer, é demonstrar,
Amar sem promessas, apenas ser.
Então não peça o que já se vê,
Escute o que o coração traduz.
Meu amor é mais que dizer “você”,
É ser tua sombra, tua luz.
Há um peso que o corpo guarda,
invisível ao olhar,
uma dor que ecoa surda,
mas grita por dentro sem cessar.
Há um grito preso no peito,
que ninguém ouve, ninguém vê.
Carrego no corpo o peso do mundo,
mas nos lábios só há um "tudo bem".
Carrego universos calados,
como ondas que não se apagam.
A dor pulsa em segredo,
uma guerra que o silêncio abafa.
As noites me abraçam frias,
com o medo sussurrando ao pé da alma,
e o peito aperta, sem aviso,
um tremor que rouba a calma.
O medo é meu companheiro noturno,
sussurra segredos de um amanhã incerto.
Me envolve em seu abraço gélido,
enquanto o coração corre sem destino.
Há a dor que o físico desenha,
agulhas dançando sob a pele,
e a outra, a que ninguém entende,
aquela que nos faz frágeis e rebeldes.
Ansiedade veste meu dia de sombra,
cada suspiro é um nó desfeito à força.
E mesmo assim, não permito vazão,
pois preocupar alguém seria traição.
Sei que sorrio por hábito,
mas o riso é um espelho gasto,
refletindo quem quero ser
e escondendo quem de fato sou no rastro.
Quem veria, além da máscara firme,
os olhos marejados de cansaço?
Quem ouviria, além do sorriso ensaiado,
o eco de um "socorro" abafado?
Não quero preocupar ninguém,
meu caos não deve pesar no outro.
Mas às vezes, só às vezes,
desejo que alguém veja o sufoco.
Mas às vezes, só às vezes,
eu desejo um olhar que desvende,
um abraço que sustente o peso,
e um espaço onde eu possa ser só eu.
Enquanto isso, sigo em silêncio,
construindo força das minhas ruínas.
Cada lágrima não chorada,
é um grão na areia de quem eu sou.
Entre motos e mulheres, vou te contar,
Ambas são lindas, difíceis de ignorar.
Chamam olhares, aceleram o coração,
Mas cuidado, amigo, com a emoção.
A moto te leva, o vento a te embalar,
Mas uma curva errada pode te derrubar.
A mulher é doce, cheia de encanto,
Mas um deslize é um tombo e tanto.
Na moto, o seguro traz solução,
Se te roubarem, há uma indenização.
Já na mulher, seguro não há,
Se te deixam, só resta chorar.
Então pilote com cuidado, ame com razão,
Na estrada ou na vida, tome precaução.
Pois tanto a moto quanto a paixão,
Podem te levar desta vida ou destruir teu coração!
“Ninguém consegue dirigir sua vida sem olhar no retrovisor do passado. Para ir para frente é preciso superar dissabores que ficaram para trás.”
Livro: Opiniões e Reflexões Polêmicas de um Sexagenário
Autor: GessimarGO
Eu não sou mais o mesmo, meu olhar brilha com você, não apenas meu olhar brilha, meu coração brilha, quando estamos juntos eu sinto algo que nunca imaginei sentir
Surreal, impressionante, indescritível, intenso
Eu não consigo entender como cheguei até aqui, eu sei que quero estar assim, quero estar apaixonado, que te amar como amo, quero esse relacionamento, quero viver esse amor com todas as minhas forças
Não me vejo sem você
E isso me dá muito medo
AMAR, NEM A MORTE MATA
Amar é sentir a eternidade no toque,
É o brilho no olhar que nunca se apaga,
É o eco do riso que vive na alma,
Mesmo quando o silêncio a vida traga.
Nem a morte, em seu manto sombrio,
Pode apagar o calor do abraço,
Pois quem ama eterniza o momento,
E no peito carrega o eterno laço.
É viver nas memórias que florescem,
Nos gestos gravados na imensidão,
No pulsar de um coração saudoso,
Que transforma saudade em oração.
Porque amar transcende a matéria,
É chama que o tempo não desata,
É ponte entre o agora e o sempre,
Amar, nem a morte mata.
POETA: IVAN GUEDES BLACK JUNIOR
Vem olhar para mim como a última vez.
Na praça católica, nas tuas esquinas que sei que era distante, mas não deixei aquela menina, e fui atrás para onde for distante das coisas que perdi e encontrar o que tenho todo tempo para ir…
Meu paraíso é uma garota.
O seu sorriso.
É a luz que me ilumina.
A pureza do seu olhar
Exorciza meus demônios.
As ondas dos teus cabelos
São como as do mar que quero me afogar
O meu céu
É o da sua boca.
Enfim.
Você não é minha vida.
Porque ela acaba.
Você é meu paraíso, pois ele é eterno.
Onde Está Meu Amor?
Diz-me, onde está meu amor,
Aquele que ao me olhar já sabe
Que meu coração bate por nós dois,
E que amar-me não é uma metade,
Mas um todo que preenche e refaz?
Será que está perdido na pressa,
Nos dias que correm e não esperam,
Ou em sonhos que nunca se cruzaram
Com os passos que trilhei até aqui?
É mais fácil amar quem já me ama,
Um caminho onde o toque é certo,
Onde não há sombra de dúvidas
Nem esforço para ensinar o afeto.
Mas onde está quem há de ser meu abrigo,
Que faz do amor não um peso, mas um voo?
Será que vagueia, distraído,
Ou sente, em silêncio, o mesmo vazio?
Se o amor é troca, por que ainda espero
Por um eco que me chame de volta?
Por que, ao invés de ser quem aprende,
Eu sou quem ensina, sou quem implora?
Diz-me, onde está meu amor?
Nas entrelinhas de uma vida que sonho,
Ou no peito de alguém que, em silêncio,
Também me busca sem saber meu nome?
Um dia fui triste,
Um dia fui feliz,
Mas, sendo triste ou feliz,
É no olhar escuro da moça preta que me perdi.
O brilho que reflete no seu olhar,
Carrega segredos que o tempo não pode calar.
Nos seus olhos, vejo histórias de dor e força,
Onde a beleza da vida e a luta se enroscam, se entrelaçam, se tornam nossa.
Fui feliz em momentos fugazes,
Mas, no olhar dela, há algo que me traz
Uma paz profunda, mas também um abismo,
Onde me perco, sem entender o ritmo.
A moça preta, com sua história e dor,
Carrega no olhar um mundo de amor.
E é ali, nesse instante, que tudo se dissolve,
Entre a felicidade e a tristeza que se envolvem.
É Natal...
É Natal quando um abraço rompe o silêncio de uma ausência.
É Natal quando o olhar brilha mais pela presença do outro do que pelo reflexo das luzes na árvore.
É Natal quando o pão é repartido, não importa o tamanho da mesa.
É Natal no gesto de perdoar, mesmo que o orgulho insista em calar.
É Natal quando a mão estendida é mais forte que a palavra negada.
É Natal quando a simplicidade é suficiente para preencher o coração vazio.
Porque Natal não é o dia, é o sentimento.
É o instante em que escolhemos semear amor no lugar da indiferença.
É o momento em que percebemos que a maior riqueza não se encontra em presentes, mas na presença.
Todo dia pode ser Natal...
Quando cuidamos uns dos outros,
Quando damos à vida o sabor da esperança,
E quando entendemos que o verdadeiro milagre não está no que esperamos, mas no que doamos.
Isso é Natal. E o Natal, quando nasce em nós, pode durar para sempre.
A saudade que consome:
- Não ter saudade esquecer o que foi vivido no primeiro olhar,
perante esse primeiro olhar expressa o seu brilhar,
um brilhar afetuoso melancólico como risadas de um sonho eterno amoroso,
que nem mesmo víboras satânicas possam afastar,
aí mais que saudade sou de pensar como expressar,
será que a saudade ira se apagar.
-Ter saudade sofrer como se a morte estivesseperto de você,
dias como se fossem semana, semanas como se fossem anos,
ai que saudade morrer ou viver, morrer significa esquecer um remédio que pode te carecer,
viver sofrer enquanto estas em pé, como continuar se a saudade esta preste até consumir,
contar para que a maldição possa sumir, único risco que o lírico possa enfrentar dor ou morte, aceito ou não, é a resposta do consume perecera.
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