Oi tudo bem

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Vivo na vida noturna um disfarce simplesmente tu não pode ser mais minha destruiu tudo o que eu tinha isso não sai da minha mente
Na vida noturna então vou curtindo o que vier me entregando a ilusão nos braços de outra qualquer
Na vida noturna eu busco razões para te esquecer esta solidão me assusta situação que não é justa transtornando o meu ser nas noites busco viver e o meu destino seguir também pra diminuir um pouco do meu sofrer.

A felicidade é a satisfação do espírito de perceber que tudo está nos seus devidos lugares: pessoas, causas, coisas...

SEM RESPOSTA

Queria mesmo ter uma resposta pra tudo,
porém, percebi que não vale a pena.
Pois, nem sempre seria a resposta que eu mesmo queria.
Imagine, se agradaria a outros.

A ganância humana é insana no tudo eu, não percebe os benefícios que recebe ou recebeu, não retribui a uma bondade de coração e deixa pra trás quem te deu a mão para caminhar na escuridão.

A fome é realidade neste mundão, porque a humanidade compartilha quase tudo, mas não partilha o pão.

Tudo vai estar melhor, seja o novo ou o antigo, se acabar a cultura do não é comigo e olhar para o próprio umbigo.

"A fé é a coragem de continuar quando tudo manda parar."

⁠ansiedade
é uma tempestade
que devasta minha mente
e tudo ao redor,
vai derrubando o mundo
dentro de mim.

A inspiração abraça a alma
O verbo, a palavra
Grita poesia no ouvido
Tudo é sabido
Sem querer mudar
Segue o destino
Escrevendo a vida
Em linhas tortas.

Tudo fica para o último instante,
Correria desconcertante.
Na pressa, não há perfeição,
Que corrói o coração
Diante da expectativa.

O peso da palavra
Não está no som,
Mas no sentido que ecoa no coração.
Tudo é medida:
O que consola a uns,
Dilacera outros.
Pois a palavra não é o que se diz
É o que se sente.

Em cada verso que escrevo,
Penso em você.
Tudo o que faço
Me lembra o teu amor.
Sua ausência agora dói,
E já não há retorno...
Entre nós,
Não existiu um “felizes para sempre”,
Apenas um sincero:
“Foi bom enquanto durou.”

Rasgo o verbo
Sobre a mesa,
O verso,
Cada palavra.
E, com tudo isso,
Ainda não sei quem sou.
Serei eu um poeta?
Ou apenas um rabisco perdido
Entre os grãos de areia
Da vida?

Outro nome,
outras palavras,
nada é perfeito,
por mais que busquemos.
Tudo se torna
uma eterna confusão
na mente e no coração.
Outra palavra,
outros nomes...
O mundo é imperfeito,
por mais que busquemos
a verdadeira redenção.

O tempo, inconsciente,
Roubou-me as palavras,
Apagou as lembranças.
Perdi tudo,
Afundado nesse vai e vem
Cruel do amor.

Já perdi tanto por medo,
sem segredo.
O silêncio me deixou longe de tudo,
e hoje o arrependimento é profundo.
É hora de alçar a voz e ir pra luta,
sem falhar na conduta.

A LATA DOS RATOS
Teoria por Ruisdael Maia.


Após tudo o que vivemos dentro daquela casa, acredito que nós dois entramos em um estado de alerta crônico. Era como se nossos corpos tivessem saído daquele ambiente, mas nossos sistemas nervosos continuassem presos nele.


A neurociência explica que a exposição prolongada ao estresse mantém o organismo em constante estado de vigilância. O eixo hipotálamo–hipófise–adrenal (HPA) permanece ativado, há aumento sustentado de cortisol e adrenalina, e a amígdala cerebral torna-se mais sensível às ameaças, enquanto áreas responsáveis pelo autocontrole e pela tomada de decisão, como o córtex pré-frontal, têm sua capacidade reduzida (McEwen, 2007; Sapolsky, 2004).


É como colocar um casal de ratos que sempre viveu em harmonia dentro de uma caixa e submetê-los a perturbações constantes. O ambiente deixa de ser seguro. Eles passam a dormir mal, comer mal e viver em hipervigilância. Com o tempo, deixam de reagir ao ambiente e começam a reagir um ao outro. A agressividade deixa de ser consequência da presença do perigo e passa a se tornar o novo padrão de funcionamento.


Mesmo quando a caixa para de ser chacoalhada, o organismo não retorna imediatamente ao equilíbrio. O cérebro continua interpretando o mundo como ameaçador. O estado de defesa permanece ativo, e os conflitos continuam acontecendo com a mesma intensidade, até que haja uma intervenção capaz de restaurar a sensação de segurança.


Foi exatamente essa impressão que tive sobre nós. O problema deixou de ser apenas aquilo que acontecia ao nosso redor. O próprio estado de sobrevivência passou a governar nossas atitudes. E, quando duas pessoas vivem por muito tempo nesse modo, elas deixam de lutar juntas contra o problema e começam, involuntariamente, a lutar uma contra a outra.


Referências científicas:


- McEwen, B. S. (2007). Physiology and Neurobiology of Stress and Adaptation: Central Role of the Brain. Physiological Reviews.
- Sapolsky, R. M. (2004). Why Zebras Don't Get Ulcers. Henry Holt and Company.
- LeDoux, J. (1996). The Emotional Brain. Simon & Schuster.

No fim de tudo os homens de bom coração proclamarão o fim da mentira, mas sempre haverá aquele que antes do pôr do sol procurará fugir com a verdade.

E no final das contas o mais importante não é quem inventou a pólvora, mas quem mandou tudo pelos ares.

Tudo está interligado, se judeus não ingerem porcos, basta notar a lavagem cerebral que alguns fizeram contra eles.