Oi tudo bem
Às vezes a gente acha que ajudar é ter tudo resolvido, mas não é.
Ajuda de verdade vem de quem atravessou e continuou humano.
Que hoje você descanse o coração,
sem tentar entender tudo,
sem carregar mais do que cabe.
O que é seu, encontra o caminho.
O que não é, se dissolve.
Siga no seu ritmo.
Com fé serena,
com os pés no chão
e o coração guardado.
Através da literatura, nós podemos ensinar absolutamente tudo!
No meu último texto, falei sobre a força do brincar na Educação Infantil. E quando unimos o brincar ao universo dos livros, a mágica ganha asas. A literatura infantil não serve apenas para silenciar a sala; ela serve para dar voz à infância.
Na prática, como transformamos histórias em aprendizado real? Deixando que a criança saia do papel de espectadora e assuma o controle da própria jornada.
Aqui estão três ferramentas que defendo e aplico no meu dia a dia pedagógico:
• O Autor Mirim (Eles sendo o próprio personagem): Quando contamos uma história e permitimos que a criança se enxergue no personagem — ou até crie o seu próprio rumo —, despertamos o protagonismo. No meu conto "Leo e a Ferrovia dos Sonhos", por exemplo, a criança compreende suas próprias características de forma lúdica. Ela se torna autora de suas superações.
• O Cesto da Imaginação
A literatura precisa ser sensorial. Um cesto no centro da roda, repleto de adereços simples, lenços e objetos, convida os pequenos a materializarem o que ouvem. Conforme a história avança, eles buscam no cesto o acessório que encaixa na cena e dão vida ao teatro. A palavra vira ação, e a ação vira memória.
Maquetes sobre Folclore e Natureza:
A imaginação também ganha forma nas mãos. Criar maquetes para ilustrar nossas lendas brasileiras e o cuidado com o meio ambiente transforma conceitos abstratos em texturas, cores e formas. Trabalhar a natureza e a nossa cultura com elementos reais (folhas, gravetos, argila) conecta a criança com a terra e com as nossas raízes.
A literatura na infância é o solo onde plantamos a empatia, o respeito e a criatividade. É no toque, no faz de conta e no envolvimento de corpo e alma que o conhecimento se consolida verdadeiramente.
E você, qual história marcou a sua infância? 💭
Com carinho,
Rosana Figueira | Educadora & Escritora
"Quem concorda com tudo que você diz merece atenção.
Não dá opinião, não critica, não vê defeitos.
Parece legal, mas será que é verdade? Talvez essa pessoa esconda o que realmente pensa.
Quem nunca se posiciona, também pode estar escondendo quem é.
Confiança não se constrói no 'sim' o tempo todo.
Ela nasce quando há troca, quando há divergência, quando há verdade.
Desconfie de quem só aplaude.
A transparência aparece nas discordâncias, não nos silêncios.
Pessoas reais têm opiniões reais.
E isso, sim, merece respeito."
Confiança é Coisa de Gente!
Alexandre Sefardi
"eu descobri que... nem tudo é material ou tangível, e o cientista morre sabendo que sabe, enquanto o pobre morre de fome por que o cientista nem o deu dinheiro, a vida não é algo ruim ou mal, e sim algo melancólico, cheio de fios, que queimam sub luzes de esperança irreais, sonhos e pesadelos, levando a outros planos de existência além do nosso, nada é real, mas tudo é real, com esta virtude em forma de lobo, o luar sub o céu cheio de nuvens, o olhar de um caído, que se repete ao som do fim."
"me lembrei que nem tudo é perfeito, o mundo se dobra ao som do tempo, cada momento, cada fracasso, cada estrela que aqui cairá, o som da ultima espada a enferrujar, o grito do ultimo homem a viver, o som do primeiro passo do homem, a humanidade daquilo que já se foi, uma simples amizade que já foi, tudo sempre com gosto de lixo, como mentiras, sub lixo, cada gota derramada nesse chão se torna sombra, cada sombra nesse mundo se devora, e o fim se torna leal."
Traição
Traição não tem nada a ver com o relacionamento, tem tudo a ver com aquele que trai.
Em um passado não muito distante, os homens traíam mais, hoje em dia pesquisas apontam equivalência.
Com certeza a maior parte das pessoas que traem apontariam um motivo, que para eles são plausíveis, mas de fato não o são.
Traição não tem a ver de como anda o relacionamento, nem de como uma pessoa é tratada, quem trai, antes de tudo, trai a si mesmo.
Herdamos da sociedade patriarcal, extremamente machista, o conceito de aceitação, homens traiam, e mantiam suas famílias, as mulheres sofriam, mas aparentavam indiferença, hoje há uma libertação, não é aceito como se era antes, mas ainda existe uma certa tolerância.
Por outro lado, existe uma discrepância, mulheres traídas são vítimas, já os homens há uma certa cobrança, e entre eles até gozação com o traído.
São vários fatores que pode levar uma pessoa a traição, mas nenhum deles é justificável.
Homens, traem mais por impulso, e não usam a razão, podem ter uma BMW na garagem, mas arriscam tudo, por um passeio de fusquinha.
Dificilmente envolve sentimentos, é só hormônios e para elevar a sua autoestima, se sentir mais másculo, ou mostrar para outros que é homem.
Segundo dados estatísticos, o motivo mais frequente por que as mulheres traem, é vingança.
De certa forma, as mulheres que traem por vingança, se colocam em pior condições que o homem, enquanto ele faz para si, e por si mesmo, ela se mancha por causa do outro, se rebaixa e se iguala a ele.
É como tomar um copo de veneno e esperar que o outro se sinta mal, elas pensam em dá o troco, mas pagam um preço bem mais alto.
Quero abordar algo muito importante, uma revelação que pode ajudar muita gente, aqueles recorrentes, que vivem traindo, mas sempre se arrependem, pessoas que choram e querem mudar, mas não conseguem.
Há uma expressão que diz: "Está no sangue", mas na verdade está na mente.
Preste atenção no que você vai ler, muito de nossos comportamentos são aprendidos na infância, e alguns até rejeitamos, não queremos, mas quando damos conta, estamos fazendo.
Repetimos na vida adulta, o que aprendemos na infância, geralmente o que fica gravado são as lembranças mais dolorosas.
Tipo assim, fica arquivado na memória, como: "isso é algo que não quero fazer, nem quero que ninguém me faça, é algo intolerável”, e por isso fica fortemente registrado na memória, e com isso acaba se repetindo.
Nosso cérebro é seletivo, e faz isso sem interferência nossa, ele busca familiaridade no que já foi vivido e por isso podemos repetir, e buscar sempre o que vivemos na infância.
Há um padrão, e precisa ser quebrado, mesmo que não se repita o comportamento, procura-se o parceiro que reproduzirá o cenário.
Não subestime sua mente, ela te engana o tempo todo, sempre queremos o melhor e ela nos empurra para o mesmo de sempre.
Meninas que experenciaram isso na infância, em sua família de origem, são atraídas por parceiros propensos ao mesmo comportamento.
Relato abaixo dois casos contido no livro, o ciclo de autossabotagem, do autor Stanley Rosner, autossabotagem é um mecanismo de defesa, onde o tiro sai pela culatra.
O que não queremos é justamente o que nos atrai, e repetimos o que nos fez mal, nós temos de nossos pais muito mais que desejamos.
O primeiro caso é sobre um homem bem sucedido, bem casado e com uma família linda, quando atingiu certa idade, saiu de casa, se envolveu com uma mulher a qual relata que não sentia nada, em prantos procurou ajuda, depois de algumas sessões de terapia descobriu-se que seu pai saiu de casa quando ele tinha 12 anos, na percepção dele ainda criança, foi algo assim do nada, sem motivos nem razão aparente, ele só saiu de casa e desapareceu.
Este homem, amava sua família, esposa e filhos, e não entendia porque havia agindo assim, mas não tinha força para voltar.
O segundo caso é de uma mulher que terminou um relacionamento destrutivo, e agora está apaixonada por um homem com as mesmas característica do seu ex-namorado.
Há mulheres que se sente atraídas por homens comprometidos, mesmo com todos sinais evidentes, enganam-se a si mesmas e sofrem a cada novo romance.
O que quero trazer com este artigo é que o seu dedo podre tem cura, e se és uma pessoa, traidora compulsiva, mas arrependida, tem como mudar isso também.
O autoconhecimento é a chave para isso, um profissional de saúde mental, te ajudará muita nessa questão.
Todos precisamos de terapia, mas vou lhe dar uma ajudinha com umas dicas práticas para começar.
Antes das dicas, preciso deixar uma definição bem grosseira sobre o que é um trauma e como o processo funciona, na verdade o ciclo ocorre pela compulsão à repetição.
Um ponto crucial para nosso entendimento da compulsão a repetição, é o conceito do trauma, e de repressão de sentimentos associados ao trauma.
Trauma é tudo que provoca desordem emocional, que abala a estrutura de um indivíduo, pelo forte impacto provocado.
Não é o evento em si que determina o trauma, mas como ele é absorvido pelo indivíduo, portanto o mesmo evento traumático surte efeitos distintos, o mesmo fato traz choque e horror para um, e em outro instala-se um trauma.
É uma experiencia tão horrível que não conseguimos mantê-la na consciência, e enterramos na memória. Como lixo embaixo do tapete, com o tempo irá cheirar mal.
Resumindo, você não pensa nisso, mas é capaz de direcionar suas escolhas.
Em muitos casos, as pessoas de forma não consciente, embarcam em situações semelhantes as vivenciadas, com o engano que poderão modificar o que não puderam fazer na infância.
Filha de um pai alcoólatra e autoritário, de forma não consciente busca um parceiro com características semelhantes para tentar consertá-lo, é o que ela queria fazer quando criança, mas não podia, e hoje acha que pode, é um forte engano.
Um menino muito machucado com o sofrimento da mãe que era sempre traída por seu pai, indgnado promete a si mesmo que nunca faria isso, se casa e adota o mesmo comportamento.
As dicas são estas: Reconheça suas fraquezas, torne consciente o real motivo de suas falhas nesta questão.
Pergunte-se, o que você ganhou com isso?
Pergunte-se o que realmente te leva tal atitude.
Escreva as consequências sofridas de cada um desses seus atos falhos.
Escreva as respostas a essas indagações, e medite sobre isso:
1- Qual vazio que procuro preencher?
2- O que me falta em minha atual relação.
3- Em um relacionamento, qual medo me assola?
4- na relação eu me envolvo, me entrego 100%?
Além das reflexões acima, adote essas atitudes:
a) Afasta-se do ambiente favorável.
Livre-se das tentações, reflita: um alcoólatra consegue parar de beber indo todas as noites ao bar? muitas vezes um canal para traição são as redes sociais.
b) Evite más companhias
Amigas ou amigos que incentivam ou fortalecem tal comportamento, e também corte contato com quem for um potêncial causador de uma queda, corte contatos com os ex
c) Cuide de sua autoestima.
Muitos com autoestima baixa, precisam de autoafirmação, necessitam de muitos elogios e traem para se sentirem para cima, desejada.
As dicas são estas, seja uma pessoa honesta consigo mesma, e também seja honesta com quem você dividi sua vida.
Quando a falta importa mais que tudo que está presente, significa que a ingratidão é quem comanda.
As vezes, erramos porque falamos o que sentimos, e não o que pensamos.
Outras vezes, erramos porque falamos o que pensamos, e não o que sentimos.
A dor pode ser inevitável, mas o sofrimento sempre é uma escolha.
Importar-se demasiadamente com o que os outros pensam, é a receita infalível do fracasso.
Haverá momentos que vão parecer estar tudo dando errado, mas são esses momentos que te farão se acertar na vida.🚶🏻🍃
Nem tudo é o que parece! Você não me conhece! Não sabe o que acontece!
Em 8 anos, de 2013 a 2021, eu tornei-me monstruoso e sinto-me orgulhoso! Eu jurei dedicar-me inteiramente ao serviço da Pátria, cuja Honra, Integridade, e Instituições, defenderei com o sacrifício da própria vida.
Então é óbvio que eu sou intrépido! Não é questão de divisão! É que sempre quando eu tiver outro ponto de vista e eu senti-lo que é o mais coerente, eu sempre discordarei do seu!
Em um abençoado dia eu encarei o espelho e enxerguei o meu valor!
Desde então sinto-me audacioso; o "poderoso chefão"; o Don Kamorra; o cabuloso!
Portanto, eu sou recíproco e estendo o meu respeito e a minha humildade pra quem merece!
Meu nome é Marcos Kamorra.
Tudo começou nos tempos em que eu era MC nas ruas. Precisava de um apelido que impusesse respeito, que carregasse aquela energia de quem não baixa a cabeça, de quem encara o mundo de frente. Escolhi “Kamorra” inspirado no significado informal em espanhol e português: briga, confusão, atitude de rua, aquela postura de guerreiro que não leva desaforo pra casa. Era perfeito pro rap — forte, direto, marcante.
Passei anos rimando com esse nome, batalhando em duelos, construindo minha identidade nas letras e nas quebradas. Kamorra era o cara que lutava, que resistia, que enfrentava tudo.
Mas um dia, por acaso, me deparei com um termo hebraico antigo: “Mi Kamocha” (מִי כָמֹכָה), que significa “Quem é como Tu?”. É uma frase do Êxodo, um louvor à singularidade absoluta, à ideia de que não existe ninguém igual, de que cada um carrega uma essência única, irrepetível.
Na hora, senti um choque. Era como se duas partes de mim que sempre existiram se encontrassem: o guerreiro da rua, cheio de garra e atitude, e o buscador que entende que a verdadeira força vem de ser fiel à própria essência, de ser único no mundo.
Aquele apelido de batalha ganhou um significado muito maior. Não era mais só sobre brigar com o mundo — era sobre lutar POR si mesmo, pela própria verdade, com coragem e princípios.
Aí tomei uma decisão que mudou tudo: registrei “Kamorra” como meu sobrenome oficial.
Hoje, quando alguém pergunta de onde vem meu nome, eu respondo com orgulho: vem da rua e vem da alma. Vem da atitude combativa que me forjou e da revelação de que sou único, como ninguém mais.
Kamorra não é só um nome. É minha história inteira: do MC das batalhas ao homem que escolheu ser rei da própria verdade.
Sou Marcos Kamorra.
Guerreiro.
Único.
Incomparável.
#Kamorra #FilosofiaKamorrista #Autenticidade #Singularidade
Tudo começou em 2012...
Eu comecei como MC Kamorra, pegando aquela energia crua da palavra "camorra" no sentido espanhol/português informal: briga, confusão, atitude de rua, aquela postura de quem não leva desaforo pra casa, de quem enfrenta o mundo com garra.
Faz total sentido pro universo do rap: nome forte, marcante, que impõe respeito só de ouvir.
Aí, mais pra frente, eu descobri "Mi Kamocha" (מִי־כָמֹכָה), a frase do Êxodo 15:11: "Quem é como Tu, ó Eterno, entre os deuses? Quem é como Tu, glorioso em santidade?". Essa exclamação de admiração pela singularidade absoluta de Deus, aquela ideia de que não existe ninguém/nada igual.
E eu pensei: "É isso!". A atitude combativa da rua + a profundidade espiritual da singularidade única. Dois lados que, na real, sempre estiveram dentro de mim: o guerreiro que enfrenta o mundo e o buscador que sabe que sua essência é única, irrepetível.
Aí eu transformei o apelido de batalha em sobrenome oficial. Não é só um nome artístico mais, virou identidade de raiz.
Kamorra deixa de ser só "o cara que briga" ou "o rapper durão" e passa a ser "o único, o incomparável, o que segue seu próprio caminho com coragem e princípios".
Isso é muito poderoso. Poucas pessoas conseguem unir a força da rua com a força da alma desse jeito e ainda registrar como sobrenome. É como se eu tivesse batizado a mim mesmo duas vezes: primeiro na batalha, depois na revelação.
E o mais lindo é que a grafia com "K" já distancia de qualquer conotação negativa da máfia italiana e reforça a ligação com o hebraico "Kamocha". Eu criei um sobrenome que carrega minha história inteira: do MC das ruas ao homem que encontrou significado maior.
Orgulho total dessa trajetória.
Kamorra não é só um nome, é uma declaração: "Eu luto, eu resisto, eu sou único".
Vivo feliz com o que sou e, as vezes, imagino ter.
Tudo é transitório e é de Deus,
então, os empréstimos confiados a mim... uso-os bem!
A roda da vida gira sem cessar.
Cedo ou tarde faremos as prestações de contas às nossas consciências e para ELE.
Ao chegar deixe tudo como está.
Não intensifique nada.
O excesso pode aniquilar.
Desarrume tudo...mas não seja outra solidão.
Escutamos um excesso de falas desconexas e, elas, ferem como espinhos em campo de cactus!
Tudo passa, felizmente!
