Odio no Olhar
Não precisa temer, o dia que eu sentir ódio de ti. Você não significará mais nada, e não farei nada. Pois, você não terá mais importância alguma...
Coração Literário.
Jovial e insano, sagrado, mas profano, amor ou ódio, poetar as coisas bonitas, como fazer chorar em momentos inesperados surpresas que são certas e certezas inesperadamente absurdas, assim bate um coração literário e a cada curva do destino a mudança se torna indispensável, como as manhãs e o sol que brilha imponente.
Não tem como temer o amanhecer ou chorar sem saber por que, viver uma ilusão fantasista criada por alguém com tanta verdade que até parece à vida de outrem, a ilusão de sentir o verbo e tecer cada página torna-se um bem tão precioso quanto viajar sem motivo ou voar sem ter asas, num vôo magistral e mágico como flutuar no vazio ou tocar o imenso céu anil.
Tal arte de compor está no sangue e viaja pelo intelecto chegando até o coração que responde como uma ferramenta de sensações sem precedentes, levando emoção ao carente e fazendo-se amar o indiferente.
Sentir o amor na pele, viver ele e o ver florescer, ouvir a voz de uma dama ao menos por ilusão, sentir o suave bater do seu coração, as histórias acontecem assim, com começos meios e afins, uma viagem sem volta e muitas com retorno gratificante, como vencer um gigante ou sentir no emocional aquele mundo tão interessante, ter duas vidas e vivê-las com tanta intensidade, obter a chance de errar duas vezes, mas poder amar mais de uma vez.
Tomar uma vida para si, viver ela e odiar os covardes vilões, ouvir o grunhir dos canhões ou lutar contra imensos dragões, enganar, mentir e ainda sair são ou tornar-se vilão, sofrer, sorrir, chorar, sentir e amar, desejar tudo e nunca ter nada, vagar sozinho por toda a madrugada e não ver o sol nascer, sentir o amanhecer tão belo e as flores de setembro com perfume de primavera, lançar-se ao infinito e voltar a ser o que já era.
Assim vive um coração literário, ele busca, procura e anseia, sente medo, ama e odeia, mas também compartilha com seu mundo as coisas alheias, faz da amargura a ternura e da despedida o retorno e na presença faz saudade, no amor a castidade, sente aperto no coração, mas almeja um simples aperto de mão, a felicidade e o amor pela liberdade, como um pássaro escapando do alçapão.
Ah! Essa prosa poética sai do coração, conforta quem escreve sabendo que não devaneia só, pois não existe tal solidão que tenha participação ao menos do solitário que ao voltar uma página confortou-se em não entender tal raciocínio, infelizmente, a maioria assaz atrás do pão e outras diversões, menosprezam tais escritas, verdadeiros cultivos nos íntimos jardins, manifestações da alma.
Patriotismo é quando o amor ao teu próprio povo vem primeiro. Nacionalismo é quando o ódio pelos demais povos vem primeiro.
Nunca adoeci por guardar amor e semear o bem... Mas já tentaram me envenenar por plantios de ódio e contenda, mas esses, certamente, não floresceram porque no meu jardim só rego aquilo que me faz bem...
Não existe certo ou errado, bem ou mal, nem a verdade, nem amor ou ódio, nem mesmo o tempo que conhecemos. Tudo é uma construção humana... Determinamos que na vastidão do universo sempre haverá equilíbrio e caos. Um buraco negro pode ser um equilíbrio ou só destruição, mas simplesmente acontece.
Não permita ódio invadir teu coraçao.
Pois o ódio é o que trava na dor, e a dor é o que causa a morte.
Partiu,
Uma alma se vai para que outra possa vir.
Mundo caótico cheio de ódio e desigualdade, lutamos e buscamos enquanto alguns se divertem em nossos prantos, mas assim como o sol nasce todos os dias, nos viramos diante desta agonia.
Hipocrisia, promessas vazias, aqueles que deveriam ajudar apenas facilitam a chegada ao fundo do poço.
Mas meu caro não se esqueça que aqui se encontra alguém que acredita e tem esperança.
Um dia a justiça há de vir.
Um dia meu povo voltará a sorrir...
Devolva amor a quem te dá ódio;
Devolva perdão a quem te magoa;
Devolva gratidão a quem te dá ingratidão;
Devolva compreensão a quem não te compreende;
Só assim você quebra as coisas ruins... Devolver coisas ruins na mesma moeda só vai ter algo ruim ao quadrado! E o mundo está cheio disso... Então quebre as correntes do ódio, do orgulho, da tristeza, da raiva, isso só traz mais da mesma coisa!
Seja paz e amor e isso te trará mais paz e amor ainda ;]
"Não sei oque e ódio não sei o que é dor
Só sei que o que sinto por você só pode ser amor,
Depois que te conheci
certeza que minha vida mudou
Não sei se é eterno
mais juro prolongar ele de inverno em inverno,
Meu coração batia forte
toda vez que você ria
Não sei expressar esse sentimento por isso fiz essa poesia,
Hoje completamos 1 mês de namoro e ainda é cedo pra dizer
Mais juro que quero ficar minha vida toda com você"
Infelizmente
ainda tem gente
que insiste em plantar
sementes
de ódio, mentira e discórdia.
Esquecem-se
de que o que se planta
crescerá e terá que ser colhido.
O pior de tudo,
é estar recrutando pessoas
para colherem desses frutos.
Para pessoas,
há a opção de análise.
Acreditar é uma escolha.
Se deixar levar
para essa colheita maldita,
depende do caráter.
17/09/2015
Rancoroso, o ódio perguntou para o amor:
Por que você não se enxerga?
O amor respondeu:
Porque só consigo enxergar o meu próximo, amo você!
Nascemos para enterrar o orgulho, o ódio, o egoísmo... Mas permanecemos sem a terra filtrar e sem o amor amar.
Amo a vida,por isso sou feliz neste mundo.raiva, ódio, tristeza deve ser breve e passageira, porque a felicidade é sempre continua.
A linha entre o amor e o ódio é tão tênue que, às vezes, sem perceber atravessamos essa fronteira e quando nos damos contas já estamos armados até os dentes dentro do campo de batalha do ódio.
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