Odiado
E se for só pra criticar não perca seu tempo,
porque é bom ser invejado e até odiado...
porque ninguém inveja o feio e nem odeia o fraco!
"o tempo mata, mas o tempo cura."
com o passar do tão odiado e amado tempo, todas as feridas ruins foram cicatrizadas.
E através das cicatrizes me lembrarei de todos os momentos bons.
Em meus sonhos, eu terei sempre aquilo que busco na alma.
Obrigado tempo, por ser tão rude e sábio.
Jesus foi tentado, pressionado, perseguido, odiado e criticado pelas lideranças judaica e politicas e não pecou, porque Se entregou nas mãos de Deus.
"Nada é eterno. Nem mesmo o que parece sólido. Hoje você pode ser aplaudido, amanhã ser odiado.”
-Isaac C. P. Ribeiro
✍🏻Tenha cuidado para não ser odiado por pessoas de pouca inteligência que tenham CARGO DE PODER.
😕🧿💔👣👣💪🏻🤞🏻
"Ser amado por silêncio dói menos que ser odiado por pensar — mas só pra quem tem medo da própria consciência."
De ídolo ao mais odiado do Brasil! Quem será?... Vai uma dica: (começa com a letra R). "Ronaldinho Gaúcho"! Será que eu acertei sem querer.
Você será odiado por saber e perceber demais, mas não fique calmo
ou ache-se esperto.
Às vezes quem vai te odiar, é quem mais você ama.
Há que se ponderar que ninguém é Odiado nem Amado por todos, como se tenta sustentar a Opinião Pública.
A opinião pública, quase sempre, é vendida como se fosse uma entidade sólida, homogênea, unânime — uma espécie de tribunal invisível que já teria chegado ao seu veredito final sobre pessoas, ideias e acontecimentos.
Mas basta um olhar menos apressado para perceber que essa suposta unanimidade costuma ser muito mais barulhenta do que verdadeira.
O que se chama de “todos” raramente é todos; na maior parte das vezes, é apenas o recorte mais estridente de uma parcela que conseguiu transformar sua voz em aparência de consenso.
Nenhum ser humano é simples o bastante para ser amado por todos, nem desprezível o bastante para ser odiado por todos.
A própria complexidade das relações humanas desautoriza esse tipo absurdo de sentença absoluta.
Quem hoje é exaltado por muitos, inevitavelmente será incompreendido, criticado ou rejeitado por outros.
E quem hoje é alvo de repulsa coletiva, ainda assim encontrará, em algum canto, quem enxergue nuances, contradições, contextos ou mesmo humanidade onde a multidão só quis despejar rótulos.
O problema é que a opinião pública contemporânea não se contenta com a discordância; ela tem fome de totalidade.
Ela não quer dizer que alguém é controverso, quer decretar que alguém é unanimemente admirável ou integralmente detestável.
Porque os extremos são mais fáceis de consumir.
Eles dispensam reflexão, economizam complexidade e oferecem ao público a ilusão confortável de pertencer ao lado certo da história sem o incômodo de pensar demais.
Só que a realidade não se curva tão facilmente à teatralidade dos julgamentos coletivos.
As pessoas carregam Grandezas e Misérias ao mesmo tempo.
Podem ser sinceramente admiradas por algumas virtudes e legitimamente criticadas por falhas graves.
Podem despertar amor em certos corações e repulsa em outros, sem que isso constitua contradição alguma.
Contraditório, na verdade, é imaginar que a experiência humana possa ser reduzida a uma votação emocional universal.
Talvez uma das maiores fraudes do nosso tempo seja justamente essa fabricação de unanimidades artificiais.
Não para revelar o que as pessoas de fato pensam, mas para constranger quem pensa diferente.
Quando se repete que “todos amam” ou “todos odeiam”, o que se tenta impor não é uma constatação, mas uma pressão.
É a tentativa de transformar percepção em obediência, sentimento em manada, juízo em reflexo condicionado.
Pensar com honestidade exige romper esse feitiço medonho.
Exige entender que a aclamação coletiva pode ser só euforia passageira, assim como a rejeição coletiva pode ser apenas a febre moral de um tempo doente por certezas fáceis.
Exige, sobretudo, maturidade para reconhecer que a humanidade não cabe nessas molduras brutais de amor ou ódio absoluto.
No fundo, talvez o que mais distorce a opinião pública não seja a existência de divergências, mas o esforço constante para apagá-las em nome de narrativas convenientes.
E é justamente aí que mora o perigo: quando a pluralidade real dos afetos humanos é sacrificada para sustentar a ficção de que todos sentem o mesmo.
Porque sempre que tentam nos convencer de que alguém é amado ou odiado por todos, talvez estejam menos descrevendo o mundo e mais tentando domesticá-lo.
"Quando o povo ama mais o pecado do que a verdade, o líder deve estar pronto para ser odiado por amor à verdade."
Considerado por MUITOS... Amado por POUCOS... Odiado por ALGUNS... Assim fui, assim sou e desse jeito sempre serei.
