Observe sua Vida

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Procure a sua própria verdade!⁠

⁠Viver é fazer. Para quem nada faz da sua existência, nada é a existência.

Jacó mostra que Deus sempre completa a sua obra iniciada.
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Sou um caos que encontrou na poesia sua única forma de ordem. Sem os versos, eu seria apenas estilhaços.

Atravessando o rio gélido de um destino não tão bonito, em uma velha jangada, anunciando sua trajetória lenta, pesada, tocando um sino enferrujado, com seu som abafado, como se estivesse submerso, sendo afogado, feita de almas atormentadas, cheias de dor, pelo fundo pedregoso, margens lamassentas e ao horizonte, não existem margens, o rio não se finda e o céu, baixo e cinzento, curva-se como um teto prestes a ruir, comprimindo o ar nos pulmões já cansados, a corrente não conduz, apenas arrasta, e cada braçada é um adeus ao que ficou para trás, enquanto a jangada range, como se soubesse que não há porto, não há farol, não há terra firme, apenas o curso interminável dessa água fria que não acolhe, não absolve, não esquece. E assim sigo, não por esperança, mas por não haver retorno, deixando que o sino continue seu lamento mudo, até que o próprio som se dissolva na névoa, e eu me torne parte do rio que jamais termina.

A esperança é uma visita inesperada, ela senta em silêncio, não promete nada, mas sua presença torna o ar menos pesado.

Sua trajetória não é definida pela dor que você sentiu, mas pela arquitetura interna que você construiu para suportá-la.

De que serve a minha poesia
se a sua boca não me diz,
se o silêncio faz sangria
no que eu quiz fazer feliz
de que serve o verso escrito
com o peso da intenção
se o meu grito mais bonito
não alcança o seu perdão .
pois a rima se esvazia
e o papel vira desterro
de que serve minha poesia
se seu beijo é o meu erro.⁠

De que serve a minha poesia
se a sua boca não me dá
o destino , atravessia,
o destino de eu estar


guardo versos na lapela
metáforas ao relento
mais a rima mais singela
morre aondabor do vento


pois , se o lábio não confirma
o que a alma já escreveu
toda estrofes se desmancha
entre o seu mundo e o meu .

O ódio é um vínculo, e eu escolhi ser livre. Se a sombra da ⁠sua maldade não conseguiu apagar a minha luz, é porque a minha essência é governada pelo que carrego no peito, e não pelo que recebo de suas mãos.

Grande é o homem que, na sua simplicidade, faz da ⁠nobreza sua maior riqueza.

Não espere que o mundo mude para você ser feliz. Mude a sua perspectiva e o mundo mudará ao seu redor.⁠

Sua visão sobre⁠ quem eu sou fala muito sobre seus próprios valores e perspectivas, e pouco sobre a minha realidade .

Quando você é invejado por sua personalidade, parabéns: você se tornou alguém admirável.⁠

O perigo pode aparecer na sua tela. Pense antes de clicar.

Se focarmos nas nossas necessidades biológicas, perceberemos o corpo aprofundar sua respiração e buscar a sensação de paz, bem-estar e alegria.

Fabrício de Spontin não se coloca "contra todos" por rebeldia, mas porque sua análise parte de um lugar incomum: a descrição do sistema como ele realmente funciona, e não como a doutrina tradicional diz que ele deveria funcionar. A sensação de que ele "ataca o sistema" vem do fato de que suas ideias desafiam confortos intelectuais e práticos estabelecidos há décadas .

A seguir, explico as razões estruturais que levam Spontin a essa posição aparentemente antagônica:

1. Ele Parte do Real, Não do Dever-Ser

A doutrina tradicional costuma descrever o processo a partir das normas (Código, leis). Spontin propõe o inverso: o processo não nasce da norma, nasce da perda . Para ele, o advogado foi treinado para começar pelo artigo de lei e só no final, se sobrar espaço, tratar do dano . Isso está estruturalmente invertido.

A "contra" posição dele é metodológica: ele afirma que a jurisdição só se legitima quando há prejuízo relevante (real, potencial ou presumido) . Se o prejuízo não pressiona o processo, a forma decide. Não por maldade, mas por economia decisória .

2. Ele Revela a "Arquitetura" da Decisão Judicial

Spontin sustenta que o juiz — como qualquer ser humano — não decide primariamente entre "certo" ou "errado", mas entre consequências caras ou baratas do ato decisório .

· Decisão barata: aquela que pode ser escrita sem nomear a perda, encerrando o processo pela forma, pela insuficiência de prova ou pelo silêncio .
· Decisão custosa: aquela que exige assumir explicitamente quem perdeu o quê e por que essa perda é juridicamente tolerável, gerando risco recursal e retrabalho institucional .

Para ele, o processo contemporâneo não falha ao ignorar prejuízos invisíveis; ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar . O que parece "ataque" é, na verdade, a explicitação dessa lógica real, que muitos preferem não nomear.

3. Ele é "Contra" a Advocacia que Só "Convence"

A proposta de Spontin desloca o papel do advogado: não se trata mais de tentar "convencer" o juiz com retórica ou teses abstratas, mas sim de "fechar saídas confortáveis" .

O advogado deve estruturar a petição para que o juiz — ou seu assessor, que faz a primeira leitura e busca a solução mais barata — não encontre uma saída fácil . Isso significa:

· Tornar o prejuízo visível, concreto e incontornável.
· Vincular o dano à decisão.
· Apresentar a perda como irreversível se não houver enfrentamento.

Quando Spontin afirma que "o juiz não evita decidir, ele evita decidir caro" , ele está dizendo que a responsabilidade de "tensionar" o juízo é do advogado. Quem não entende isso escreve para convencer; quem entende, escreve para fechar saídas .

4. O Livro é Descrito como "Incômodo" e "Insolente"

Os próprios leitores da obra validam essa percepção. Veja os depoimentos:

· "É um dos livros mais úteis e incômodos que li na área de processo civil nos últimos anos" — Desembargador Aposentado do TJSP .
· "No começo, o livro me irritou. Mas algo aconteceu no final — a ficha caiu" — Leitor beta .
· "Esse livro ataca um sistema inteiro, todos. É insolente até certo ponto. Mas que ele mudou o meu jeito de peticionar, mudou" — Dr. Carlos Pinto .
· "O livro provavelmente não foi feito para [iniciantes]. A obra escreve como o juiz decide, não como o professor explica. Se parecia proibido, a obra revela" — Nota do editor .

5. A Reação de "Ser Contra Todos" Vem do Incômodo

A sensação de que Spontin é "contra todos" decorre de três fatores:

1. Contra a doutrina tradicional: ele reordena o eixo da norma para o prejuízo, algo que a dogmática clássica sempre tratou como secundário .
2. Contra a prática forense acomodada: ele expõe que muitos processos morrem não por falta de direito, mas por ausência de pressão decisória .
3. Contra a zona de conforto do julgador: ele revela que o sistema oferece saídas seguras para evitar enfrentar o dano, e que o advogado precisa fechar essas portas .

Conclusão

Fabrício de Spontin

⁠A quantidade de amigos que você quer ter, vai depender do tamanho da sua piscina!!!

⁠Não existe liberdade sem independência financeira, quando alguém banca você, esse alguém domina sua vida!!!

⁠⁠Você está feliz por ter pintado toda sua casa e aí toca a campainha, chega uma visita, ela entra, olha tudo e não diz nada, aí em certo momento ela exclama: Nossa você viu aqui, tem um cocozinho de MOSCA nesta parede!!!
Pronto, foi detectada uma pessoa INVEJOSA!!!
PS: O invejoso detesta ver alguém feliz!!!