Obrigado por Existir em minha Vida
Ninguém morre,as pessoas despertam do sonho da vida.
A Formiga é pequena,mas elas são um exército quando juntas
Nunca é tarde demais pra começar tudo de novo
É PENA EU NÃO SER BURRO...NÃO SOFRERIA TANTO
O deus mercado organiza a economia, a vida e financia a aparência de felicidade. Parece que nascemos só para consumir e consumir. E quando não podemos, carregamos frustração, pobreza e autoexclusão
Aquele que se deixa prender por uma única alegria, rasga as asas da vida. Aquele que beija a alegria enquanto ela voa, vive no amanhecer da eternidade.
A vida te dá uma rasteira. Você cai, tropeça, o sonho borra a maquiagem, o coração se espalha. Você sente dor, perde o rumo, perde o senso e promete: paixão, nunca mais. Você sente que nunca irá amar alguém de novo, que amor é conversa de botequim, ilusão de sentido, que só funciona direito para fazer música, poesia e roteiro de cinema. E você inventa. Um amor pra distrair. Um amor pra ins-pirar. Um amor pra trans-pirar. Uma paixão aqui, um quase amor ali. Ainda bem que existem amigos nessas horas para amar, abraçar, sorrir, cantar, escrever e tirar fotos bonitas. E a vida segue. Feliz. Sua imaginação te preenche, seus amigos te dão colo, vodka e dias incríveis. Ai do nada ele surge.
Ele. Ele que é diferente de tudo. Ele que é tudo. Eu sei que tudo não existe, mas ele existe e ele é tudo. Ele que foi comendo pelas beiradas e te engoliu por inteiro. Ele que é sorrateiro e certeiro. Ele que fala pouco, mas fala a verdade sempre. Ele que gosta de rap, de praia, de palavras simples, cama, carinho, filme. Ele que é lindo. Vocês estão me ouvindo? LINDO! Lindo por fora, mas infinitamente mais lindo por dentro. Que tem sonhos molhados, planos no varal e o coração atirado na mala. Ele que não se parece com nada. Ele que combina com tudo. Ele que combina comigo. E não tem medo. Será que eu estou sonhando? ELE NÃO TEM MEDO!
Ele não gosta do morno, de mais ou menos, de música feia, nem sentimento pequeno. Ele que me abriu o verbo, me fez chorar, escancarou o coração, confessou o que não se diz e me sentiu. Lá de longe, do outro lado da moeda, da cidade, ele me sentiu. Me enxergou por dentro, me chamou de anjo e me deixou tímida. Ele me deixou tímida ouviram? EU, TÍMIDA! INTIMIDADA! Calada. Quieta. Confusa. Me mandou musicas lindas, compartilhou ideias idênticas as minhas opiniões. Ele que não gosta de joguinhos. Não gosta de futebol. Ele que me faz rir. Ele que me visita nos meus sonhos. Que me faz projetar sua imagem perante a uma sonolenta aula de Patologia. Ele que me faz sorrir até no semblante mais sério. Ele que me faz sorrir mesmo estando longe de mim.
Ele que não pára nunca de buscar o que quer. Eu que não paro nunca de tentar fazê-lo me querer... Ai pára tudo. Eu quero um All Star porque eu vou me casar. Eu não gosto de tênis, vivo de salto ou de chinelo, mas eu quero um All Star 34 porque eu vou casar com ele. Porque planos nem sempre dão certo e a gente tem que ousar e desafiar a razão: eu vivo pra sentir. E eu sinto que quero estar com ele. Agora. Sempre. Quero viver com ele na casa de armário pequeno, quintal pequeno, cama grande com lençol branco. Ter uma filha chamada Alice e viver de amor. Sem medo. Sem planos a logo prazo. Vou viver e ser. Vou viver, ser e amar. Vou viver ser, escrever e amar. Com ele até o fim.
As grandes épocas de nossa vida são aquelas em que temos a coragem de rebatizar nosso lado mau de nosso lado melhor
Às vezes, as coisas não acontecem em ordem cronológica na vida das pessoas. Especialmente em nossas vidas. Já faz um bom tempo que a nossa ordem cronológica ficou bem confusa.
Para que minha vida me bastasse, precisava dar seu lugar à literatura. Em minha adolescência e minha primeira juventude, minha vocação fora sincera mas vazia; limitava-me a declarar: "Quero ser uma escritora". Tratava-se agora de encontrar o que desejava escrever e ver em que medida o poderia fazer: tratava-se de escrever. Isso me tomou tempo. Eu jurara a mim mesma, outrora, terminar com vinte e dois anos a grande obra em que diria tudo; e tinha já trinta anos quando iniciei o meu primeiro romance publicado, A convidada. Na minha família e entre minhas amigas de infância, murmurava-se que eu não daria nada. Meu pai agastava-se: "Se tem alguma coisa dentro de si, que o ponha para fora". Eu não me impacientava. Tirar do nada e de si mesma um primeiro livro que, custe o que custar, fique em pé, era empresa, bem o sabia, exigente de numerosíssimas experiências, erros, trabalho e tempo, a não ser em virtude de um conjunto excepcional de circunstâncias favoráveis. Escrever é um ofício, dizia-me, que se aprende escrevendo. Assim mesmo dez anos é muito e durante esse período rabisquei muito papel. Não creio que minha inexperiência baste para explicar um malogro tão perseverante. Não era muito mais esperta quando iniciei A convidada. Cumpre admitir que encontrei então "um assunto" quando antes nada tinha a dizer? Mas há sempre o mundo em derredor; que significa esse nada? Em que circunstâncias, por que, como as coisas se revelam como devendo ser ditas?
A literatura aparece quando alguma coisa na vida se desregra; para escrever - bem o mostrou Blanchot no paradoxo de Aytré - a primeira condição está em que a realidade deixe de ser natural; somente então a gente é capaz de vê-la e de mostrá-la.
Traz a mim tudo aquilo que renova minha esperança.
Traz de volta o brilho e a vida no olhar.
Em ti, somente em ti, posso renascer.
Alegra meu sorriso e faz de mim brisa leve.
Que eu seja abrigo e não tempestade.
Que eu floresça onde antes era silêncio.
Que, ao me encontrar em ti, eu nunca mais me perca de mim.
Uma rotina mental e espiritual saudável é o que sustenta a vida quando o mundo exige demais. É nela que organizamos pensamentos, acalmamos emoções e realinhamos o coração. Quando cuidamos da mente e do espírito diariamente, criamos um lugar seguro dentro de nós para enfrentar o que vem de fora.
Metas diárias, mesmo pequenas, têm um poder silencioso. Um momento de leitura, uma oração, um pensamento alinhado, um silêncio respeitado. Nada muda de uma vez, mas tudo muda aos poucos. A constância transforma o que hoje parece pesado em algo possível amanhã.
Viver bem não é sobre grandes viradas, mas sobre escolhas simples repetidas todos os dias. É assim que uma vida se cura, se fortalece e floresce, passo a passo, de dentro para fora.
A vida não tem sido justa.
E dizer isso em voz alta já cansa.
Porque não é reclamação,
é constatação de quem tentou permanecer inteira
mesmo quando tudo parecia exigir mais do que havia.
Já não sei mais o que busco.
Os nomes se perderam no caminho,
os sonhos ficaram difusos,
as certezas não acompanharam o tempo.
Só sei que preciso descansar.
Mas nem sei de quê.
Talvez da esperança que lutei para manter,
das versões de mim que precisei sustentar,
das expectativas que carreguei em silêncio.
Acho que preciso descansar de mim.
Da mente que não silencia,
do coração que sente demais,
da coragem forçada
de quem continua mesmo sem forças.
Se Deus me permitir,
que o descanso não seja fuga,
mas cuidado.
Que eu possa repousar sem culpa,
existir sem me explicar,
respirar sem me exigir.
Hoje não peço caminhos claros.
Peço abrigo.
Porque às vezes,
o maior ato de fé
é admitir o cansaço
e confiar que Deus ainda sustenta
quando já não sei nem o que pedir.
As pessoas mais tristes que já conheci na vida são as que não se importam profundamente com nada. Paixão e satisfação caminham lado a lado. Sem elas, qualquer felicidade é apenas temporária, porque não há o que a faça durar.
Às vezes, as coisas mais importantes na vida de uma pessoa são as que mais a magoam. E, para superar essa mágoa, precisa cortar todas as extensões que a prendem a essa dor.
O tempo dirá quem você foi na vida de alguém, ainda que seu coração esteja triste, decepcionado, ainda que tudo que você fez por este alguém não foi reconhecido, ainda que as lágrimas insistem em cair, a gente acaba levantando de novo, a gente acaba tentando respirar vida, a gente acaba deixando com que Deus nos cure. Porque o que o há em nosso coração é bem mais forte do que qualquer mágoa, e bem mais interessante do que qualquer outro sentimento. O que há em nosso coração é amor, e este permanece em qualquer situação.
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