Obrigado meu Deus pelas Respostas

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Eu levo o teu coraçao junto ao meu....
...Eu levo no meu coração eu nunca estou sem ele,
onde quer que eu vá você irá...
Minha querida e o que é feito só por mim é seu feito, minha amada...
nao temo o destino pois vc é meu destino, meu encanto...
nao quero o mundo, pela beleza de você ser meu mundo, minha verdade
e você é tudo que um sol irá louvar será você...
eis o maior segredo que ninguém conhece
eis a raiz da raiz e o broto do broto
e o céu do céu de uma arvoré chamada vida,
que cresce além do que a alma sonharia
ou a mente poderia esconder
e este é o milagre que mantém as estrela afastadas
eu levo o seu coração
eu levo no meu coração....

‘Tenho orgulho das marcas que o tempo fez.
Orgulho do meu coração que, mesmo já tendo se demanchado em mil partes,
ainda bate.
Orgulho dos meus remendos das cicatrizes e mesmo das
feridas que ainda estão abertas.
Orgulho de todos os sinais de que a felicidade passou por
aqui.
… Se há alguma marca,é porque o sentimento valeu realmente a pena.
O coração tem marcas, e ama a cada dia mais.
Só aquilo que é verdadeiro é capaz de deixar alguma marca, por isso
me orgulho muito de cada ferida curada ou ainda exposta que o meu
corpo traga.
São os tombos, arranhões, tropeços e decepções que
fizeram de mim quem eu sou hoje’.

Não pise no meu teto. (Luke)

...meu corpo vive aqui e você não vê... meu coração... minha alma e os meus pensamentos...estão aí... pra sempre... com você...

Mostrei meu lado carente e louca, e te perdi pra sempre. Mesmo sabendo que as incompatibilidades eram inúmeras, e faltava um bocado de seriedade e maturação, me permito esse luto necessário.

Meu caminho é diferente do seu, mas isso não nos impede de andarmos de mãos dadas.

"Das milhões de palavras que poderia falar hoje, deixarei apenas meu silêncio falar por mim."

Que o meu presente seja tão intenso que supere as lembranças do passado.

Meu amor é egoísta. Não posso respirar sem você.

John Keats
The complete poetical works and letters of John Keats

Pra que eu vou perder meu tempo com um que se faz de cego? Eu não hein. Pra que vou tentar insistir em você, se você não faz o mínimo de esforço para me ver?

Por que tu não te surpreendes pensando em mim?
Por que não chama outra pelo meu nome?
Por que não o dizes sem querer? E depois descobre que o que mais quer é dizê-lo sem parar...
Quando olho para ti, por que não devolves o mesmo olhar?
Eu queria também que perdesse a voz e que se sentisse nervoso, que se arrepiasse.
È nos teus braços que eu tenho vontade de morar. E quando me chamas para um abraço, envolver-me-ia com toda a tua força e sentiria o meu coração bater por causa do teu.
Mereces-me tanto que já me tens...
Só não sabes.

Mesmo não tendo forças e enxergando a verdade que me separa do meu verdadeiro amor, eu continuo a lutar mesmo sem armas.

Vida vazia, corpo sem alma
lagrimas de sangue rolam em meu rosto
e nada mais me importa!
Da dor entendo eu,
sorriso falso, lágrimas verdadeiras.

Por que não lhe disse antes? Apertá-lo demoradamente contra o meu peito e dizer. Não disse porque pensava que tinha pela frente a eternidade. Só me resta agora esperar que aconteça outra vez, vislumbro esse encontro – mas vou reconhecê-lo? E vou me reconhecer nos farrapos da memória do meu eu? Peço que me faça um sinal e responderei ao código secreto na mente e no silêncio dos navios que se comunicam quando se cruzam no mar.

Lygia Fagundes Telles
A disciplina do amor. São Paulo: Círculo do Livro, 1980.

Meu coração é vagabundo
Samba na ponta do pé
Se envolve com todo mundo
Fica fora só quem quer

Mas você benzin
É o meu denguin
E quando chega a noite
Eu só quero te ver

Descobri que quem me ama tem que gostar de cada pedaço podre meu.

E quando não estou com você, meu peito fica vazio, como se meu coração se recusasse a bater até que a encontre novamente.

No fundo do lago do meu "eu" interior,
meu sorriso é de água e disfarça qualquer dor...

Outro amanhã

Estou arrumando as malas
Desfazendo os laços
Tecendo meu futuro com as linhas do presente
Estou limpando a poeira das minhas lembranças

Hoje estou arrumando as tristezas
Organizando o armário das recordações
Pintando de verde meu novo amanhã
Desfazendo-me da saudade

A luz de um dia novo
Reflete no espelho de minha esperança
A face renovada de um outro eu

A luz de um dia novo
Brilha e rebrilha no futuro que se espelha
Em um amanhecer de descobertas

É assim todo o dia
O sol clareia brando
A lua suaviza meu pranto
Medito sobre minha vida vazia

Lágrimas de suplício
Lágrimas geladas...
Lágrimas desperdiçadas...
Tentando aliviar meu martírio

E eu odeio tudo isso
Odeio sentir essa tortura
Ser seguida por essa amargura
Até já tentei suicídio

Minha lamúria
Meu terror que queima minha alma
Minha mortificação que não me deixa ter calma
Minha eterna fúria

Lágrimas...
Lágrimas de dor
Lágrimas sem amor
Mágoas...

Tentei me afogar
Nessa lamentação inútil
Nesse lamento fútil
Na bruma que disfarça o mar

Mas isso não me protegeu
Só me trouxe mais aflição
Só trouxe minha crucificação
Mas isso não me abateu

Pois, assim como eu
Nesse mundo profano
Sufocado nesse desejo insano
Muita gente morreu...

Nessa imortal depressão...