Obrigada pela noite
SEDUTOR CANTO
Dia e noite a poetar sob o olhar apaixonado
quer o coração suspire e a emoção redobre
as sensações bafejando, sentimento nobre
vou trotando no versejar, assim, tão amado
Versos melosos que com ardor se encobre
com grossa satisfação, o rimar enamorado
e o arrepio, a ouriçar, o coração povoado
e um gosto, amoroso, em contente dobre
Gentil tom, como é um amor encontrado
alma parceira, inteira, e tão maravilhosa
dando ao soneto o compasso inexplicado
Muito, este sentir que providencia tanto
ritmando no poetizar o perfume de rosa
que, neste encanto, faz-se sedutor canto.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
13/11/2024, 12’29” – Araguari, MG
No silêncio da noite brilha uma luz
Um anjo desce do céu trazendo Jesus
Com asas de pureza em um manto de amor
Espalha a esperança paz e calor
Anjo de luz
Mensageiro celestial
Guia nossos passos
Nos tras o bem real
Com sua graça divina
Nos faz renascer
Anjo de luz
Em ti queremos viver
Nos momentos de dor quando a fé se abalar
O anjo nos conforta vem nos acalmar
Com suas asas abertas nos envolve em seu abraço
Dissipa as trevas trazendo regaço
Anjo de luz
Mensageiro celestial
Guia nossos passos
Nos tras o bem real
Com sua graça divina
Nos faz renascer
Anjo de luz
Em ti queremos viver
Na horas de aflição quando o medo assombrar
O anjo nos protege e vem nos resgatar
Com sua luz brilhante ilumina o caminho
Nos conduz ao Pai com o amor tão divino
Anjo de luz
Mensageiro celestial
Guia nossos passos
Nos trás o bem real
Com sua graça divina
Nos faz renascer
Anjo de luz
Em ti queremos viver
Nas horas de aflição quando o medo assombrar
O anjo nos protege e vem nos resgatar
Com sua luz brilhante ilumina o caminho
Nos conduz ao Pai com o amor tão divino
Anjo de luz
Eterno guardião
Em teu amor
Nos refugiamos em tua luz
Nós cinco caminhamos
Em fé e devoção
Anjo de luz
Uma noite chuvosa, com os pensamentos a me encomodar. Ouvindo ao longe uma bela canção a tocar. Um leve sono no leito me pego a repousar e em meus sonhos você se materializa. E a felicidade me faz lembrar.
A noite fria me apego a seu calor, nas lembranças dos teus beijos, em teus braços me acalento, ao som da tua voz como uma bela melodia pra dormi, nos meus sonhos me recordo ao lhe tocar, em casa beijo sonho com você, nas estrelas do mar conto os dias e as horas pra lhe ver.
Aurenir Rodrigues
O que sentes tu?
❤️🩹
Envolvida no breu da noite
movo me lentamente em direção ao horizonte.
Mergulho no turbilhão de emoções
ganho asas e voo alto sem olhar para trás.
Passo estrelas e constelações
navegando as ondas da dor que fere asáz.
🌠
Olho qs águas revoltas do teu olhar
em busca de um conforto...
Estão vazios de emoção
frios, destantes como um glaciar
impenetrável como uma muralha...
A aqui ums falha...
Serás capaz de um gesto
de amor sincero vindo do fundo do coração.
O que sentes afinal,
será que sentes ou és um frio mural.
❤️🔥
O som,
o cheiro,
como o que toca,
faz sentir —
uma noite
aquecida
pela chuva
deveria ser
momento
de contemplação
para todos os olhos —
alimento para Alma.
O brilho da noite
as cores —
das luzes,
das flores,
do céu,
a cor da noite,
proporciona
a quem interessa
um vislumbre
da dança diária
do jogo da vida
que renova,
livre
de tudo ao redor,
livre de quaisquer
sentimentos alheios,
mostra força,
mostra beleza,
mostra a que veio —
vive.
A solidão traz muitos fantasmas de volta a vida. No escuro de uma noite congelante e sozinho, os vultos atravessam as paredes do quarto e do meu corpo. A solidão não me tira nada mais, muito apressada, ela me tirou tudo de uma única vez. Hoje ela e eu nos olhamos olho a olho e ela se foi. Finalmente entendeu sua inutilidade para mim
Não é noite tampouco dia, e sim, uma mistura dos dois, e lá… no meio dessa mistura, duas almas que foram lançadas em mundos diferentes. De repente, outros ares, novas cores, outras armaduras.
Mesmas almas.
E naquela vasta noite fria dominada pelo azul semblante da lua, o espelho prateado que reflete o espírito taciturno dos melancólicos; ao céu estrelado, pintei-o de vermelho — a cor de minha alma, dita maculada pelos vermes impositores: os parasitas de uma inata frenesi da alma rasa. Pois agora, a vastidão do infinito forja um roxo resiliente aos céus; mas um vazio roxo para mim, que me guia em um vasto mar até a borda do universo, onde aceito a solidão da resignação lúdica da vida.
Eu saí naquela noite sem guarda-chuva,
sentindo as gotas da chuva deslizar sobre o rosto,
uma dança fria e sincera que me tocava mais
do que as palavras vazias que insistem em rondar.
Naquela noite, antes de dormir, chorei.
Chorei por mentiras que se fantasiam de verdades,
por promessas que nunca tiveram alicerce,
e por mim, que quis acreditar no impossível.
A verdade? Ah, ela é crua e profunda.
Eu não sei viver no raso, não sei me poupar.
Eu me entrego, mergulho, quero sentir o momento,
enquanto tantos apenas buscam o efêmero prazer.
Por isso, não me mande mensagens sem a intenção de ficar.
Não me procure se o seu coração for passageiro.
Deixe-me viver meus momentos de alegria,
mesmo que sozinha, pois prefiro a plenitude do real
ao vazio de uma presença que nunca quis ficar.
Crepúsculo dourado
Sombra do pôr do sol
Mistério da noite
Estrelas começam a brilhar
Sonho e realidade
Flor de pétalas escuras,
Noite de penumbra.
Voz doce, palavras apimentadas,
Olhar gentil, boca sedutora.
Sob a noite estrelada, lembranças são criadas,
Amor proibido, destino incerto.
Nas vozes ofegantes, promessas trocadas,
Entre suspiros e carícias, o amor retorna.
Nos cantos escuros e claros, os amantes se olham.
E nas sombras dançam, o desejo proibido que os tocou, não acabou.
“Todo mundo espera alguma coisa de um sábado à noite, bem no fundo todo mundo quer zoar. Todo mundo sonha em ter uma vida boa. Sábado à noite, tudo pode mudar...”.
Esse é o trecho de uma música do Cidade Negra chamada ‘Sabado a Noite’ eu acho que em parceria com o Lulu Santos, porque eu me lembro dele cantando.
Final de sábado é a hora de descansar e recarregar as energias para um domingo cheio de oportunidades? Talvez!
No mundo atual onde estamos hiper conectados a sensação de se sentir sozinho é um pouco estranho, mas como é sentimento, você pode estar só em meio a uma multidão, assim como se sentir pleno em uma ilha deserta.
Tentando colocar meus pensamentos e conflitos em ordem, pego-me pensando se é justo em um sábado à noite estar conversando com um papel e caneta?
Não sei. Cada página faz parte do livro da nossa história e algumas são passagens de papel e caneta... 😊
Há tantas coisas que gostaria de colocar para fora, mas estou emocionalmente e psicologicamente esgotado para conseguir fazer isso.
Mas em uma batalha a gente luta com as armas que temos a disposição, então escrever para aliviar as minhas angústias é o que tenho no momento.
A vida é como um carro que dirigimos em uma estrada e olhando pelo retrovisor vemos os caminhos que percorremos. Muitos buracos, caminhos de terras, acidentes, mas também caminhos suaves e belas paisagens, mas viagem continua e precisamos usar essas vivencias para suportar as surpresas que essa caminhada nos traz.
Amanhã é domingo e dia de dormir até acordar, tomar um belo café e observar da janela o dia nascendo, ganhando vida aos poucos, porque o que importa não é com que ou com quem termina o sábado à noite, e sim o domingo inteiro...
Ritmo e silêncio
Eles eram como o dia e a noite, tão distintos que parecia impossível coexistirem. Ela carregava o caos das manhãs ensolaradas, cheia de energia e risos que explodiam sem aviso, como o canto de pássaros numa floresta desperta. Ele, por outro lado, era o silêncio do crepúsculo, contemplativo, com olhos que pareciam guardar segredos das estrelas.
Enquanto ela dançava pela casa, improvisando passos ao som de músicas que nem sempre ele entendia, ele a observava do sofá, com um sorriso leve, como quem encontra beleza naquilo que não se pode controlar. Quando ele lia seus livros densos, mergulhando em pensamentos profundos, ela se aproximava com uma xícara de café e o interrompia com histórias do dia que, para ela, tinham mais cor do que qualquer romance.
Eram opostos que se completavam sem esforço, como o céu que precisa do azul e das nuvens. Discutiam, é claro, pois ele amava a ordem e ela adorava o improviso. Mas mesmo nas discordâncias havia uma harmonia: ele aprendeu a apreciar o caos das risadas dela, e ela encontrou beleza no silêncio dele.
Assim, seguiam juntos, um equilíbrio improvável entre diferenças que, em vez de separá-los, os uniam. Pois, no fundo, o amor não é sobre sermos iguais, mas sobre aprender a dançar no ritmo um do outro, mesmo que a música pareça, à primeira vista, totalmente diferente.
Li uma vez que em uma viagem de carro a noite,não precisamos enxergar todo o caminho,apenas os próximos metros.
De tal forma não subestime minhas metas, nem diga que são devaneios,pois posso até não conhecer todo o caminho,e talvez ainda não estar preparado para todo percurso.
Mas conheço bem meu destino,e digo com convicção, é sólido,imutável, inegociável...
Ademais continuo vislumbrar as paisagens do percurso metro a metro,sem temer qualquer adversidade no percurso.
"Não importa o lugar que estejamos no mundo, se sempre olharmos para o céu a noite veremos as mesmas estrelas e a mesma lua, e essa terá sempre o mesmo tamanho..."
Sussurros com a Morte
No silêncio da noite, sou sombra e eco,
Um vazio que grita enquanto desmorono.
Minha mente é campo de guerra, sem trégua,
E na dança com a morte, já perdi a regra.
Caminho na linha entre o aqui e o nada,
O mundo em volta é um teatro de fachada.
Olho pros outros, são máscaras sem alma,
E o sentido da vida se afoga na calma.
Ela foi minha razão, meu norte, meu chão,
Agora, sem ela, só resta o vão.
Cada memória é uma lâmina fria,
Cortando meu peito em lenta agonia.
Eu tentei resistir, enganar o destino,
Mas as sombras riem enquanto combino.
Os motivos pra ficar? Já não os encontro,
Minha fé é um fio prestes a ser rompido.
Não grito por ajuda, não busco respostas,
O que tenho aqui são verdades expostas.
A vida perdeu sua luz, seu encanto,
E no reflexo do espelho vejo meu pranto.
A morte, tão suave, me convida a dançar,
E eu, solitário, começo a aceitar.
Mas, no fundo, uma voz, quase inaudível,
Sussurra: "Ainda há algo, ainda é possível."
Minha luta é interna, silenciosa e mortal,
Entre ficar e partir, tudo é tão banal.
Se este é meu fim ou apenas um hiato,
Só o vazio sabe o que guardo no fato.
