O Valor do ser Humano Rubem Alves
A emoção descontrolada é a marionete perfeita.Quem domina a si mesmo não pode ser manipulado. A serenidade é a arma dos sábios.
Nina Lee Magalhães
Como falei nostalgia saudade dogma o vazio que só pode ser preenchido pela presença do Espírito Santo.
Pode comer carne, pessoal. Além de ser uma prática pagã essa de peixe, vocês têm motivos bem maiores pra ir pro inferno.
"Ficar calado em uma discussão
em qualquer relacionamento,
pode ser uma estratégia defensiva, procurando manter a situação
sob controle mas,não é uma
solução"
"O Amor è o sentimento
que Deus Criou pra ser
a base do relacionamento
entre ELE e a humanidade
e tambem como a semente
da SUA principal criação"
"As circunstâncias podem ser grande em sua vida, mas o que faz elas serem quase indestrutíveis ,são suas palavras ,pois suas palavras negativas criam um ambiente o qual se levantar contra você "
"O amor deixaria de ser um mistério para se tornar a única equação matemática onde um mais um resulta em um inteiro indivisível."
"Não busque o lugar ao sol para ser visto; busque-o para descobrir o que a sombra estava tentando esconder de você."
"Abundância não é ter muito, é ser um canal tão largo que o fluxo de Deus passa por você sem encontrar represas."
Uma ótima noite a todos! Se eu já consigo isso, ainda não. Mas todos os dias eu tento ser alguém melhor! Gratidão!
Eu traduzo o melhor que existe em cada ser, e assim a vida de cada um melhora ainda mais. É LEI!
Nina Lee Magalhães
"Ter tudo na vida e não ter caráter é, na verdade, ser dono de um grande nada. O patrimônio mais valioso de um ser humano é a sua honra, não a sua conta bancária."
A relação entre psicanálise e semiologia pode ser delineada a partir de uma interrogação central: como os signos revelam dimensões ocultas da subjetividade? Para Freud (2010), o sintoma é um substituto de algo recalcado, um signo que aponta para um conteúdo inconsciente. Do lado da linguística, Saussure (2006) inaugura a semiologia como ciência geral dos signos, compreendendo o signo como a união entre significante e significado. A articulação entre esses dois campos demonstra que a subjetividade se constrói na e pela linguagem, e que toda manifestação sintomática pode ser lida como signo.
Do artigo :A Linguagem do Inconsciente: Interfaces entre Psicanálise e Semiologia
Muitas vezes, podemos ser tentados a desistir ou a não fazer nada porque acreditamos que nossas ações não farão diferença na grandeza do mundo. No entanto, cada ação que tomamos pode ter um impacto significativo e positivo na vida de outras pessoas.Mesmo que não possamos mudar todo o mundo sozinhos, podemos contribuir para torná-lo um lugar melhor. Cada pequena ação que tomamos - como reciclar, ajudar um vizinho idoso ou simplesmente sorrir para um estranho - pode ter um efeito de ondulação que se espalha para além do que podemos ver. Além disso, a soma de todas essas pequenas ações pode levar a grandes mudanças e transformações.
Portanto, não subestimemos o poder de nossas ações. Lembremo-nos que cada pequena gota faz diferença no imenso oceano da vida. Façamos a nossa parte para tornar o mundo um lugar melhor e inspiremos outros a fazerem o mesmo.
O Estado de ser e os problemas do Ser
Agilson Cerqueira
Inebriar-se ou embriagar-se não é fugir — é um método.
Um experimento contra a tirania da inconsciência.
Pois existir, quando plenamente percebido, não é um dado — é um privilégio.
A lucidez não ilumina: ela expõe.
E o que ela expõe não é o mundo, mas a impossibilidade de habitá-lo sem fissuras.
Há, portanto, uma tensão irreconciliável:
entre o esquecimento, que dissolve o ser, e a consciência, que o torna insuportavelmente nítido.
Não se trata de escolher entre dois estados, mas de reconhecer que ambos falham.
O esquecimento falha porque não sustenta.
A lucidez falha porque sustenta demais.
O sujeito, então, não é algo estável —
é um movimento de oscilação.
Um pêndulo sem centro.
Aquilo que se chama “eu” não passa de um intervalo entre percepções, uma tentativa precária de continuidade num fluxo que não admite permanência.
Conhecer-se torna-se impossível,
não por falta de profundidade,
mas por excesso de instabilidade.
O ser não é oculto — é inconsistente.
E talvez por isso o outro se torne intolerável: não por diferença, mas por revelar que também ele sustenta, com igual fragilidade,
a ficção de existir.
Recusar-se a ser o outro
é, no fundo, recusar a evidência
de que não há saída fora dessa condição.
Ser é estar preso numa estrutura sem fundamento, onde o instante é tudo o que há — e, ainda assim, não se sustenta.
O agora não é presença: é ruptura contínua.
Assim, as palavras “loucura e lucidez”
perdem o sentido.
Porque ambas partem do mesmo erro:
acreditar que há um estado correto do ser.
Não há.
O que existe é apenas a consciência
tentando justificar o fato bruto de estar aqui.
Sem motivo.
Sem centro.
Sem garantia.
E talvez o pensamento mais radical
não seja compreender isso
— mas continuar, mesmo assim.
