O Valor do ser Humano Rubem Alves
A segunda-feira não é um fardo a ser carregado, mas um portal a ser atravessado. Você não é a vítima da sua rotina; você é o regente que dá o tom ao tempo. Se o mundo pede o seu esforço, entregue a sua excelência.
O mundo pode ser um oceano em tempestade, mas você não é o barco à deriva; você é a profundidade das águas. Na superfície, as ondas quebram e o vento ruge; nas profundezas, reside um silêncio que nada pode tocar.
FIM
Quando tudo terminar
Que possa ser ligeiro
Não precisam me velarem
Basta apenas o coveiro
Pra quê pessoas em volta
Fingindo estarem comovidas
Se quando me tiveram
Ignoraram minha vida
Portanto partirei rápido
Sem tempo pra despedidas
Nada levarei na bagagem
Nem mesmo as feridas.
VIVA!..são muitas e inesperadas MUTAÇÕES cheias de surpresas...esta poderá ser a última,GOOD MORNING!
Ses
E se móises não tivesse atravessado o mar vermelho, por medo do mar fechar, de não ser capaz, de estar levando todo o povo com ele para morte, de não haver chegada... E se Móises não tivesse atravessado o mar vermelho e os soldados pegassem todos, matassem todos, o que fariam com ele, o que saberiamos dele hoje? Muitos "ses". E para que tantos "ses", e porque pensar em tantos "ses" passados, se não para, enseszar o presente, e impossível de desenseszar o futuro?
A abstenção do Capitalismo gera riquezas/ poder a poucos. O dinheiro deve ser de poucos à visão manipulatória do sistema egoíco.
Capitalismo= esforço, garra e vontade de ser/ter.
(Colherá Abundância)
Socialismo= vantagem, aceitar trocas do mínimo sem conquistas. (Colherá Escassez)
Se o autoconhecimento foi uma grande conquista da humanidade, o heteroconhecimento pode ser o próximo passo da nossa evolução relacional!
É preciso impor respeito sem causar medo. É preciso ser claro sem ser agressivo. A autoridade é firme, porém carregada de muito amor.
Não é necessário gritar nem se impor pela força. Basta estabelecer regras e limites na casa com amor, firmeza e determinação para garantir a boa educação dos filhos. Nesse, aspecto volta a valer o peso de uma pequena palavra, bem curta, mas muito importante quando dita com legitimidade: "NÃO".
Há diferença entre ser pobre e ostentar o minimalismo. Este é escolha com gosto de lucro, já o outro primazia da falta que não se sacia.
✍🏻Tenha cuidado para não ser odiado por pessoas de pouca inteligência que tenham CARGO DE PODER.
😕🧿💔👣👣💪🏻🤞🏻
QUANDO A ESCASSEZ DRENA VOCÊ
Há um ponto em que a palavra fracasso deixa de ser abstrata e bate na porta com forma concreta. Falta comida. Falta roupa adequada. Falta o básico que permite pensar além da sobrevivência imediata. Nesse nível, o discurso sobre esforço soa quase ofensivo. Porque quando o essencial falta, a vida se reduz a manter o corpo funcionando. E isso consome tudo.
Você, homem ou mulher, sabe que a fome não é apenas física. Ela invade o pensamento, encurta o horizonte, rouba a capacidade de planejar. A falta de vestes não é vaidade ferida. É exclusão prática. É não poder entrar em certos lugares. É ser lido como incapaz antes de qualquer conversa. É carregar no corpo o sinal visível da escassez.
Quando o fracasso chega assim, ele não pergunta se você tentou o suficiente. Ele apenas se impõe. E quem nunca viveu isso costuma subestimar o impacto. Costuma achar que basta aprender algo, desenvolver uma habilidade, empreender alguma coisa. Mas essa lógica só funciona quando há um mínimo de estabilidade para aprender, errar e insistir.
Quando você tem habilidades, ainda existe uma margem. Você pode vender força de trabalho específica. Pode trocar conhecimento por dinheiro. Pode improvisar. Não é fácil, mas existe algum movimento possível. Mesmo assim, esse caminho cobra um preço alto. Exige energia, tempo, foco. Coisas que a escassez drena rapidamente.
Mas quando você não teve acesso a desenvolver habilidades valorizadas, a situação muda de nível. Você passa a depender de um sistema que promete proteção, mas entrega lentidão, humilhação e abandono. Um sistema falido que mantém você vivo, mas não permite que você viva. Que administra a pobreza sem resolvê-la. Que trata a sobrevivência como favor e não como direito.
Esse tipo de sistema mata aos poucos. Não com violência explícita, mas com desgaste contínuo. Filas intermináveis. Burocracias que desumanizam. Auxílios insuficientes. Promessas que não se cumprem. Você se sente preso ou presa em um limbo onde não consegue sair por conta própria e não recebe reforço suficiente para avançar.
O fracasso, nesse contexto, não é pessoal. É estrutural. Mas ele se manifesta dentro de você como vergonha. Como sensação de inutilidade. Como raiva contida. Você começa a se perguntar o que há de errado com você, quando na verdade está reagindo a um ambiente que não oferece saída real.
A ausência de habilidades não é falha moral. É consequência de um percurso onde aprender nunca foi prioridade porque sobreviver sempre foi. Não se estuda com fome. Não se planeja com medo constante. Não se desenvolve com violência ao redor. Essas verdades são ignoradas por quem nunca precisou escolher entre comer hoje ou pensar no amanhã.
Depender de um sistema falido também corrói a dignidade. Você perde autonomia. Precisa provar o tempo todo que merece ajuda. É avaliado e avaliada por critérios frios que não captam sua realidade. Isso cria uma sensação profunda de impotência. E impotência prolongada vira desânimo crônico.
Ainda assim, você continua. Não porque é forte no sentido romantizado, mas porque não tem opção. A resistência aqui não é heroica. É básica. É levantar mais um dia e tentar resolver o imediato. Essa luta invisível raramente é reconhecida como esforço legítimo.
É importante dizer com clareza. A falta do essencial não define seu valor. Ela define a violência do contexto em que você está inserido ou inserida. Quando o sistema falha, ele empurra indivíduos para uma culpa que não lhes pertence.
Usar habilidades a favor é um privilégio relativo. Desenvolver habilidades exige tempo, acesso, orientação. Quem nunca teve isso não está atrasado por preguiça. Está limitado por realidade concreta. Reconhecer isso não paralisa. Pelo contrário. Retira o peso da autodepreciação e permite pensar em estratégias possíveis dentro do que existe.
Enquanto o sistema não muda, você faz o que pode. Às vezes é pouco. Às vezes é quase nada. Mas não é inexistente. Manter-se vivo e viva em um ambiente que falha constantemente já é uma forma de resistência que não aparece em discursos de sucesso.
O fracasso que bate à porta quando falta comida e roupa não é um teste de caráter. É um sinal de que algo maior está quebrado. E você não é o defeito dessa engrenagem.
Entender isso não resolve a escassez imediatamente. Mas muda a forma como você se vê dentro dela. Você deixa de se tratar como erro e passa a se ver como alguém atravessando uma realidade dura, injusta e exaustiva.
E essa mudança interna, embora não encha o prato nem o armário, impede que o sistema falido termine o trabalho mais cruel. Fazer você acreditar que não vale nada.
Você vale. Mesmo quando falta tudo. Mesmo quando depende. Mesmo quando o mundo falha. E sustentar essa verdade, em silêncio se for preciso, é uma das poucas coisas que esse sistema ainda não conseguiu tirar de você.
A criatividade não pode ser simplesmente homogênea. Não pode ter apenas uma cor, apenas uma nota musical ou ser apenas uma linha. Esta alma criativa que você pode acessar está em um limite tão magnificamente próximo de você que basta você fechar os olhos e senti-la pulsando no seu interior.
O bem deve ser lembrado com carinho.
O mal deve ser lembrado com sabedoria.
Assim a pessoa caminha pela vida sem ingratidão… e também sem ingenuidade.
Pequena reflexão no conhecimento de um velho cigano:
“Meu filho, na estrada da vida a gente não esquece quem nos deu água quando tínhamos sede. Mas também não esquece o buraco que quase fez a roda da carroça quebrar. Gratidão para os bons… e prudência para os demais.”
Ser íntimo de Cristo não é só estar perto, mas também, ser fiel em seu relacionamento com ele.
Fidelidade não se aprende com a terra, se aprende com o céu. O seu casamento deveria ser o espelho do seu relacionamento com Cristo, ao qual deve ser Santo.
