O Valor do ser Humano Rubem Alves
Sobre a beleza de ser pai… Segunda parte.
Já falei antes que não me via sendo pai, eu continuo assim, o aprendizado que se colhe ao longo do caminho, é feito de cuidados, de carinho, amor, carões e dias indigestos.
Mas, isso faz parte do processo, não atoa essa tarefa vem abarcada de outras situações externas.
Saber lidar com isso é uma tarefa árdua e pensante, a medida que os filhos vão crescendo, nossa responsabilidade aumenta.
Nos vemos mais protetores, nos vemos mais cobradores, e a saga se repete, dia a dia, como se “chronos” nos fizesse reviver o mesmo dia, várias vezes.
Mas, passa, a ideia de juventude e de liberdade que a sociedade prega nem sempre é a que queremos para nossos filhos.
A inquietante dor que nos pega e nos sacode como um vendaval é somente o nosso corpo buscando formas de defender aquele filho.
Relativamente alinhado ao “nosso querer” estão as vontades deles, opostas nesse caso.
Como fazer, como indicar o caminho sem ser “chato”, antiquado e as vezes bravo? Como orientar no caminho que se deve andar, se ela já escolheu trilhar seus próprios caminhos.
Continua a tarefa, continua a peregrinação na busca do aprendizado que ser pai requer.
Ainda estou me remontando e criando expertises para ser o melhor pai, o melhor amigo, a melhor companhia, o melhor parceiro que um filho deve ter.
Essa é Mirla, de sorriso largo, mas, nem sempre pronto, de olhar discreto, reto é contraponto, ela é como ela é, a modelo da família.
P.S: Ela vai dizer que a foto não ficou boa.
Para um jogo 2D ser bom, não é preciso gráficos de última geração, equipes gigantes e aportes milionários. É preciso originalidade, carinho e muita fé
Os negros foram feitos, antes de mais, para serem negros; e essa identidade, longe de ser motivo de vergonha ou de rejeição, deve ser compreendida como património, herança e força.
Ser negro não é apenas uma condição física: é carregar histórias, raízes e memórias que resistem ao tempo e às adversidades. Cada traço, cada tom de pele, cada textura de cabelo é testemunho de ancestralidade e de resiliência.
Rejeitar essa identidade é negar a própria história; valorizar a pele clara em detrimento da escura é aceitar padrões alheios que desconsideram séculos de cultura e de luta.
O orgulho negro nasce do reconhecimento da própria beleza, da própria força e do legado que se transmite às gerações seguintes. Ao assumir plenamente quem se é, sem filtros ou loções, cada indivíduo torna-se capaz de transformar a própria vida e influenciar positivamente a comunidade à sua volta.
Ser negro é, portanto, um ato de coragem e de liberdade: é afirmar que a dignidade não depende da cor da pele, mas da consciência do valor intrínseco que cada ser humano possui.
É reconhecer que a verdadeira força não se encontra em padrões impostos, mas na capacidade de amar e respeitar a si mesmo e aos outros, sem discriminação nem auto-negação.
“Quando um negro insulta outro negro por ser mais escuro, está apenas a repetir a voz do colonizador dentro de si.”
Repetir erros pode ser como decorar para concurso. O problema está em ser aprovado e depois esquecer o que decorou.
Ser bom não é ser ingênuo; é escolher a força da luz sobre a escuridão.
Coragem não é agressão, é consciência.
Escolhas inteligentes protegem a alma.
Seja luz, mesmo cercado de sombras.
— Purificação
Um dia pedi a Deus para ser forte. Ele me deu motivos para ser.
Pedi a Deus para entender mais sobre a vida. Ele me mostrou como a vida é.
Quem se encolhe para caber em moldes perde a própria luz. Apenas seja... Porque ser é poesia, é presença, é modesto. O que é verdadeiro não se limita ao que se tem; quem é, simplesmente, é.
Ser honesto é andar de cabeça erguida, com o coração limpo e a consciência tranquila. Quem vive na verdade não precisa provar nada, porque o caráter fala mais alto que qualquer aparência.
Às vezes, a gente só quer voltar a ser criança, ganhar brinquedos, comer muitos doces e não engordar e não ter que se preocupar com nada.
“Quando assumimos a responsabilidade por nossas escolhas, ações e reações, o início pode ser desafiador e doloroso — mas eu garanto: é libertador e transcende tudo o que a mente pode imaginar.”
Layla Lu
