O Valor do ser Humano Rubem Alves
Depois de todos os erros que a humanidade cometeu....O ser humano não é ninguém pra decidir oque é certo e oque é errado
Um ser humano passa por três fases nitidamente marcantes da vida, na infância a fase dos porquês, na juventude a fase das certezas absolutas e na vida adulta quando reconhece enfim que nada sabe e prossegue em busca do autoconhecimento e da reforma íntima para alcançar a paz espiritual.
Creio que assim será com a humanidade de maneira coletiva, passando por estas três fases chegaremos ao ápice onde teremos uma civilização que buscará conhecer-se a si mesma em busca da paz universal.
Há ser humano!
Porque fizeste isso?!
Porque complicaste o simples!?
Se nada é tão belo, como a beleza da pureza e simplicidade!!!
Há ser humano!!!
Porque ?!!
A verdadeira coragem no ser humano está em reconhecer as suas fraquezas e os seus erros e mesmo assim, sentir-se bem e disposto para a vida.
A perfeição não contempla o verbo núcleo da expressão "ser humano", pois, se és perfeito, humano não o é.
Todo plano é fruto da criatividade do ser humano que procura criar meios e instrumentos eficientes para seguir adiante no processo da aprendizagem e do conhecimento.
Saiba que eu sou um poeta do bem
Um ser humano pecador
Mas um pouco santo também
Sou servo do Senhor
Uma alma tem muito valor
A vida de alguém não pode passar despercebida
Tenho prazer de declamar poesia e de compor
Existem inúmeras pessoas excluídas
Conte comigo nos momentos difíceis
Eis aqui um grande amigo
Não se sinta triste
Jesus Cristo está contigo.
Você não precisa ser o diabo pra convencer o ser humano a atos hediondo, basta o cristão defender torturador.
No jardim do Éden, o ser humano estava em equilíbrio com Deus, com o próximo, consigo mesmo e com a criação.
Indiscutivelmente, a música é um agente transformador, auxiliando o ser humano a superar os seus momentos mais difíceis, desde que a mesma seja inspirada por Deus, neste caso, pelas Escrituras Sagradas, pois é por meio desta que Deus fala à humanidade.
A finitude é cruel, corta as asas da esperança, e o ser humano, desamparado, se debate. Porém, nessa melancolia, há também uma beleza, na fugacidade da vida, a valorização do instante. Se buscamos algo além, é mera ilusão, pois a finitude é nossa única condição. Não há lugar para o eterno no âmago humano, somos seres finitos, destinados a um fim profano. Erguemos castelos de sonhos em areias movediças, desesperados em buscar uma vida que não finda. Aqueles que ambicionam a imortalidade perdida, encontram-se todos iguais no abismo da vida. Eis que alguns, desesperados, fariam pacto sinistro, barganhariam suas almas por um registro, se alguma alma tivessem a vender.
Quebramos espelhos buscando reflexos que não existem, pois somos apenas pó, almas perdidas que não persistem. Que em seus anseios insaciáveis, perseguem quimeras, correm atrás de ilusões. Cegos pela esperança, acreditam que o paraíso está além das esferas, mas ignoram o verdadeiro vazio que neles avança. Esmagam-se nas rochas das suas próprias incertezas, preenchem o vazio com fúteis anseios, mas a alma, em silêncio, clama por respostas que não chegam.
Oh, triste criatura que habita a efemeridade, a única igualdade que alcança é na obscuridade, pois aqueles que anseiam pelo etéreo sem cessar, encontram-se reunidos, iguais, no fogo do inferno a arder. Todos desprovidos de propósito, perdidos em seus anseios, perambulando na vastidão, como meros passeios. A eternidade se esconde além de suas mãos, e a igualdade, somente no tormento encontram então. Busca-se o paraíso, a promessa de redenção, mas esses são os verdadeiros desprovidos de propósito, os sem direção, pois na ânsia de alcançar a imortalidade, perdem-se na ilusão de uma falsa verdade.
No abismo do tempo, o ser se desvanece, apegado a ideias de perfeição que enlouquece, pois é na transitoriedade que reside o sentido, no efêmero que se encontra o que é vivido.
Não há propósito na busca pela eternidade, é na finitude que reside a verdade. Aceitar a impermanência, abraçar a efemeridade, é encontrar a beleza na brevidade.
Perseguem miragens de paz e felicidade, como mariposas dançando na escuridão da ansiedade. Sonham com um refúgio, onde todos os males cessarão, mas logo percebem que é mera ilusão.
Oh, humanos perdidos, buscando nas alturas, um sentido para a vida, um alívio para as agruras. Não veem que a verdadeira essência se encontra aqui, no presente efêmero, na jornada que nos consome de ti.
É na imperfeição, na luta diária, que encontramos razão. Na fragilidade do ser humano, no sofrimento e na emoção. Não há paraíso a ser conquistado além dos horizontes, pois o propósito reside no aqui e agora, em todos os montes.
Encontremos propósito nas pequenas alegrias do caminhar, pois somos seres destinados a viver, amar e se superar.
Não busquemos o paraíso em mundos além do nosso, pois é neste plano, nesta existência, que encontramos o repouso. Aceitemos nossa condição, com todas as suas imperfeições, e descobriremos que o verdadeiro propósito está nas nossas ações.
Então, não persigamos miragens de um paraíso esquivo, mas sim abracemos a vida, com tudo o que ela traz consigo. No despropositado, encontramos a razão de ser, e é assim, nessa contradição, que podemos finalmente renascer.
Humano merece ser feliz e amar,
jamais sucumbir de medo, aflição...
Seguir com fé, vontade a conquistar,
autoestima, sonho, sucesso, bênção.
Naquela época, se pudéssemos ter ouvido as vozes um do outro, tudo teria sido muito melhor.
(Shouya Ishida)
