O Valor do ser Humano Rubem Alves

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Viver é uma arte. Nascer é uma poesia...

Inserida por Rita1602

Viver nos dá o direito de escolher como queremos conduzir cada minuto da nossa existência.

Inserida por Rita1602

Viver o hoje é um presente solidificado que garante o equilíbrio da nossa sobrevivência.

Inserida por Rita1602

Vivo porque a vida está sempre me surpreendendo.

Inserida por Rita1602

Vossa beleza traz a juventude adormecida.

Inserida por Rita1602

Vosso sofrimento é o vosso crescimento, sem sofrimento não há evolução.

Inserida por Rita1602

De hoje em diante

No cheiro da noite
chorei minhas tristezas
no brilho da lua
deixei um amor
no caminho do meu destino...
eternizei minha história
no aroma das flores
inspirei a paz
na canção que ouvi
dancei com a vida
nos braços imaginados
descansei meu corpo
no sol da manhã
vi a esperança chegar
na água corrente
lancei minhas amarguras
para que de hoje em diante
só minhas alegrias ficar....

Inserida por Rita1602

Grito de Liberdade

Quantas vezes...
busquei no silencio da noite
uma saída...
murmurei para as estrelas
questionei com meu Deus
chorei com a lua
andei até meus pés doerem
pensei até minha cabeça latejar
quantas e quantas vezes...
gritei silenciosamente
só para mim mesma ouvir
esperando algo acontecer
com o rosto escondido
entre as mãos
rezei...a todos os santos
me joelhei e implorei...
muitas e muitas vezes
e não me achei
e nem saída encontrei...

Inserida por Rita1602

Você é...

Meu céu...
Meu léu...
Minha loucura...
Minha aventura....
Minha sedução...
Minha imaginação...
Meus versos de um poema...
Minha tentação
Meu encantamento...
Minha inspiração...

Inserida por Rita1602

Sem rumo

Caminhei pelas ruas desse mundo
Busquei nos caminhos do destino
Dancei nos sonhos de minha loucura
Sustentei-me no ar das asas da imaginação
Desloquei-me de minha órbita
Perdi a bússola do tempo
Tive pretensões descabidas
Ouvi a multidão enlouquecida
Senti o silêncio ensurdecedor
Não notei os carros passando
Gente me espionando
Busco... Vasculho
Não acho
Mudo o rumo
Nada encontro
Será que existe
O que realmente procuro?

Inserida por Rita1602

Autorretrato...

Fosse mata, sopraria igual ao vento
Fosse água, beijaria teus pés
Fosse céu, azul seria sempre
Fosse noite, iluminaria e encantaria

Sou lua
Sou tua
Sou encanto
Sou pranto

Sou alegria
Sou vida
Sou medo
Sou magia

Sou fada
Sou ingrata
Sou luta
Sou garra

Sou da vida, a história
Da mata Isolada, o uivo
Da cachoeira encantada, a água
Da onça Selvagem, a felina
Da águia planando, Liberdade

Inserida por Rita1602

Sentaram os trilhos entre Viena e Veneza muito antes de existirem trens, mas fizeram isto porque sabiam que um dia o trem viria.

Você corre perigo de nunca se recuperar. Você sabe quando se depara com uma daquelas pessoas vazias? A gente pensa: o que houve com você? Há uma hora na vida dessas pessoas em que se chega a uma encruzilhada, um lugar onde é preciso se decidir se vira a esquerda ou a direita. Não é hora de se acovardar Frances.

Quando reconhecemos nossos erros, purificamos nossa alma e alegramos nosso coração.

Não basta investir em publicidade é preciso elaborar uma estratégia única.

Não perca o seu tempo lembrando das coisas ruins que aconteceram no passado. Lembre-se de olhar para frente sempre, pois só desse jeito conseguirá enxergar o caminho, que te levara de volta para os braços da felicidade.

Ainda que o sistema do trabalho, massacre nosso romance pela vida em coletivo ideal, temos que forjar conosco mesmo, a possibilidade de mudarmos, tendo como caminho, a positividade e resistência.

Acredite no amor, e acreditarás na felicidade. Acredite em homens bons, em fadas e magos e de fato crerás na esperança.

Que barulho foi esse? É o vento falando com a gente. E o que ele tá dizendo? Não sei, não falo ventanês.

LIVRAMENTO (soneto)

Leia-me! O meu verso árido e nefando
Que queima o meu peito, e dá arrepio
De quando teu paleio vem me cevando
Nos embustes sorrateiros, vis e tão frio

Olha-me! Não temas, pois, sou brando
Já não busco o poetar num belo feitio
O meu ser ainda permanece, radiando
Já o senso, é tal qual um céu sombrio

Fala-me! Verdades, não simule pranto
Pois, as flores do cerrado têm candura
As agruras, não vão ser, minhas pupilas

E se escrevo este soneto, enquanto
Escorre nos versos a minha tristura
O meu amor, desobriguei das quizilas...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
25/01/2020, 17’33” - Cerrado goiano
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