O Valor do ser Humano Rubem Alves

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LEVIDADE


É preciso leveza
para seguir em frente;
para viver o instante
e brincar com o presente.


Deixar o excesso,
ser vento, ser pluma;
navegar na calma
que o tempo apruma.


Aceitar as marés,
sempre em comunhão;
dançar com a vida,
e soltar a canção.


Entre o peso e a rotina
escolher a alforria;
fazer da noite menina,
e celebrar o dia.

Alguns amores não nos matam, apenas nos deixam vivos demais para esquecer.

O corpo sempre percebe primeiro quando o amor começa a ir embora.

⁠A dor mais cruel é do amor, mas a maior felicidade também está no amor, talvez o amor mova e molde.

A dor mais cruel é a do amor,
mas a maior felicidade também nasce dele.
Talvez o amor seja aquilo que move e molda tudo.
Ele nos quebra em silêncio,
mas também nos reconstrói em forma de esperança.
É tempestade e abrigo,
queda livre e voo ao mesmo tempo.
Amar é se perder sem garantia de se encontrar,
é entregar partes de si sem saber se voltarão inteiras.
Mas ainda assim…
é no amor que a vida ganha sentido,
que os dias deixam de ser apenas dias
e passam a ser histórias.
Porque no fim,
mesmo com todas as cicatrizes que ele deixa,
é o amor que nos ensina
que sentir, por mais doloroso que seja,
ainda é a forma mais bonita de existir.

Olhe para mim com teus lábios e eu te beijarei com meus olhos.

Pensar que esqueceu,
significa lembrar.

Não vou possuir a rosa, se o espinho é quem me colhe.

Você é meu par de asas, sem você não posso voar.

Na face emoldurou-se a triste e obscura solidão.

Quem dá asas aos sonhos, fica leve como borboleta e voa para onde quiser.

O fogo de um olhar irá queimar as velhas lembranças de teu passado não esquecido... incendiar teu coração gelado... se encontrar no teu olhar perdido.

⁠Quando a gente gosta é claro que a gente finge que não

⁠Ah porquê você sempre faz os mesmos erros e bla bla bla.
- E daí? Quem é que está respirando pelo meu nariz?

⁠Pior raça que habita o planeta é racional.

A desumanidade
A desumanidade raramente se apresenta de forma explícita. Ela não chega anunciando a si mesma como crueldade ou indiferença. Pelo contrário, muitas vezes se disfarça de normalidade — de rotina, de interesse legítimo, de prioridade inevitável. É nesse terreno silencioso que ela se instala: quando vidas humanas passam a ser tratadas como números, quando tragédias se tornam apenas mais um evento no fluxo contínuo de informações, quando o sofrimento do outro perde densidade por não nos afetar diretamente.
Grande parte dessa desumanização nasce de interesses próprios e egoístas que operam em diferentes escalas. No nível individual, manifesta-se como autopreservação excessiva, como a tendência de priorizar o próprio conforto emocional em detrimento da empatia. No nível coletivo, aparece em sistemas políticos, econômicos e midiáticos que, mesmo sem intenção explícita, acabam reduzindo a complexidade humana a abstrações gerenciáveis. Assim, o que deveria ser intolerável torna-se apenas mais um dado assimilado.
Há também um mecanismo psicológico profundo: a fragmentação da responsabilidade. Quando muitos estão envolvidos — direta ou indiretamente —, a sensação de culpa se dilui. O resultado é um cenário em que ações com consequências devastadoras podem ocorrer sem que ninguém, individualmente, se sinta plenamente responsável. Essa dissociação permite que pessoas que também possuem famílias, afetos e histórias ajam ou consintam com realidades que negam exatamente esses mesmos valores nos outros.
O problema não é apenas moral, mas estrutural. Ainda operamos como partes isoladas, competindo por recursos, reconhecimento e poder, como se a sobrevivência fosse um jogo de soma zero. Nesse modelo, o outro facilmente se transforma em obstáculo, estatística ou abstração. A empatia, que deveria ser um princípio organizador, torna-se circunstancial.
Superar isso exige mais do que boa intenção. Exige uma mudança de paradigma: reconhecer que a separação entre “nós” e “eles” é, em grande medida, uma construção. Biologicamente, socialmente e até ecologicamente, já somos interdependentes. A ideia de humanidade como um único organismo não é apenas uma metáfora idealista — é uma descrição mais fiel da realidade do que a lógica fragmentada que ainda predomina.
Viver como um único organismo implica internalizar que o sofrimento em qualquer parte desse sistema é, de alguma forma, um dano ao todo. Significa substituir a indiferença pela responsabilidade compartilhada, e o interesse egoísta por uma consciência ampliada de pertencimento.
Ainda estamos longe disso. Mas o simples fato de reconhecer a desumanização — de se incomodar com ela — já é um sinal de que esse caminho existe. A transformação começa exatamente nesse ponto: quando nos recusamos a aceitar como normal aquilo que diminui o valor da vida humana.
08/04/2026 - Reflexão sobre o evento ocorrido no dia 28 de fevereiro de 2026, em que um bombardeio atingiu a escola primária feminina Shajareh Tayyebeh em Minab, no sul do Irã.

Pedindo, com fé, Jesus lhe oferecerá a mão para você segurar e apoiar quando estiver passando pelos obstáculos da vida.

Com tantos fatos ruins ocorrendo, parece que o mal está tentando mostrar seu poder.
Combata o mal com as armas do bem: justiça, amor, caridade, fraternidade, perdão, fé, trabalho, retidão de caráter, louvor a Deus...

Na estrada da sua vida, segure na mão de Deus, para que seja sempre amparado, ainda que sofra alguma queda.

Senhor, destes ao policial a nobre missão de defender a sociedade, inclusive a família.
Rogamos a vós para não permitir que o policial seja molestado em sua árdua missão e que ele tenha a certeza do retorno ao seu lar, com plena saúde.
Senhor, abençoe todos os policiais.