O Valor do ser Humano Rubem Alves
Cante, dance, sofra, sorri, ame, perca, pule, lute, chore, corra, pense...
O importante é viver, pois a vida não é para sempre.
Hoje a tarde parece que não passa a noite não quer me fazer Campânia o silencio da madrugada seria ate bom pra mim a vida a noite me chama mas atenção não pelo o brilho das luzes mas de quando as luzes apagam e o escuro te assusta
O dia passa que a gente nao ve
a felicidade as vezes fica pra depois
todo mundo busca o amor
mas na verdade o amor que nos busca
a todo momento a gente erra
com coisa pequenas
com formas erradas de dizer
o que realmente sentimos
quando isso vai acabar?
o medo, o egoismo, a maldade
será que ninguem vê que o amor
é muito mais que tudo isso junto
será que vc nao vê
que eu estou aqui pra amar voce
sem querer nada em troca
será que voce nao vê que Deus te ama ?
Entre as piores coisas que o pecado da desobediência de Adão e Eva nos trouxe,bem no topo está a fome.
A solução de qualquer problema,nunca será encontra nele mesmo.Focar-se no problema não resolverá nada!
Falar de tí
é trazer a tona desejos e recordações
incomensuráveis, ainda enraizados
dentro de mim.
É te ver vestida como tarde de primavera
em meio ao outono, e me deslumbrar ao ver seus cabelos longos sendo acariciado pelo vento.
É me desmanchar em intermináveis gotas salgadas de tanta tristeza, por não estás mais aqui.
Falar de tí, ainda me dói.
Angústia Atroz
Chega, finca raízes, fazendo-me viver
A sobressaltos por dores inexplicáveis.
Trazendo-me penumbra,
sabotando o facho de luz que
aos poucos consegui alcançar.
Pausando como uma canção de espera,
A mente pulsar, no entanto não resta nada.
Não há verso, poesia que diminua
essa agonia que me causas.
E ainda que eu mergulhe dentro de mim
na busca de me reencontrar e te arrancar,
será em vão.
Pois sei, só há lençóis amarrotados de
memórias embranquecidas e manchas de
chagas profundas, e mais afundo,
o silêncio de minha alma escassa.
Passa angústia, Passa.
Quanto mais navego em mim,
Mas arrasto-me a escuridão meridional.
Quanto de mim é sol?
Quanto de mim é chuva?
Embora, tudo passe de passagem,
As lágrimas me reveste.
Ainda que o tempo bata asas,
A penúria insiste em me visitar
E eu a espanto como um touro arredio,
Por vezes, como libélula
E prossigo a navegar.
Quanto de mim sou eu?
Quanto de mim são os outros?
Ô minha menina, vem cá, deixe-me acalentar teu melancólico coração.
Não esboçarei um só palavra se tu não quiseres, apenas ficarei ao teu lado, fazendo-te companhia.
E dessa tua melancolia, trocarei por amor em demasia, até não haver mais espaço para qualquer tristeza que possa vim a te atormentar.
E quando eu escrever a palavra sorriso,
Saiba que estou falando de você meu amor.
Desse teu sorriso encantador, que me tira e me põe de volta nos trilhos.
Que é a fagulha de esperança que acende em meu coração, sempre quando sinto que nada mais faz sentido.
Ainda que me arranque a língua e os dentes,
ruminarei o poente e tudo que há nele.
Atravessarei o avesso do meu avesso,
Mesmo com a melancolia esparsa.
Quando tudo me facina,
Acelera,
Dilacera,
Desistência torna-se inexistente.
Como é extraordinário o sabor da resistência
Quando se vê uma faísca na esquina onde contorna liberdade.
Não falo de sentimentos ambíguos,
Onde sempre a penumbra sobrevém,
É mais além.
Não é a solidão em outra solidão,
É mais além.
É tarde cheia do destino,
É perder-me de mim e me achar ante o espaço do não ser, e ainda sim, ser.
É um eu atemporal,
A essência que persiste como essência.
aminhando nas águas do mar,
sinto o vento em demasia,
ventania que sopra para dentro,
bem no fundo do âmago,
E ao mesmo tempo,
ecoa um longo silêncio,
Calmaria de um túmulo.
Deparo-me com o horizonte,
Um leme a cortar o mar,
Que desvaneia de esperança
E pelo mastro veleja.
E mais acima, um ataque de belas
gaivotas invadindo essa calmaria.
A/mar, meu horizonte inteiro,
é de pura nostalgia.
