O Valor do ser Humano Rubem Alves
Exterminador
é intitular o ser humano, pois qualquer outra criatura vivente, não tem essa capacidade de destruição.
O ser humano é reconhecido pelo mal que pode causar, e não belo bem que ele pode proporcionar!!!
Observe um agente de trânsito, padre, juiz, médico ou policial que se limitam ao cumprimento rotineiro dos seus horários... Posso lhes garantir que poucos saberão sobre as suas existências e se quer os seus nomes!
Na mesma analogia observe os mesmos acima citados impondo respeito, coibindo infratores, fazendo valer as suas autoridades presentes... Posso lhes garantir que todos saberão das suas existências, bem como seus nomes, e muitos iram se aproximarem na tentativa de um relacionamento de amizade!
Infelizmente o ser humano é reconhecido pelo mal que pode causar, e não belo bem que ele pode proporcionar!!!
O ser humano muitas vezes perde tempo discutindo questões banais ou disputando poder em uma relação, quando na verdade poderia estar investindo esse tempo em um diálogo aberto e sincero. É essencial expressar os sentimentos e expectativas em uma relação, não apenas qualificá-los, mas também comunicar como é a dinâmica ideal da relação e como o outro pode contribuir para uma relação saudável. Como a vida é curta, é importante não desperdiçar tempo com negatividade ou disputas que desgastam o corpo e a mente. Buscando pessoas com valores e crenças semelhantes, ampliamos a probabilidade de crescimento amoroso, profissional e pessoal, tornando nossos dias muito mais agradáveis e levando a uma vida mais satisfatória e plena. Além disso, ter uma comunicação efetiva requer não só falar, mas também ouvir, compreender e apoiar a perspectiva do outro. Isso requer habilidades de empatia e compreensão mútua, que podem ser aprimoradas com a prática e a busca constante por melhorar as relações. Se todos nós lembrássemos disso, teríamos relacionamentos mais saudáveis e positivos, o que poderia levar a uma vida mais feliz e significativa.
Ninguém está livre de cometer injustiças, assim como de ser injustiçado. Todo ser humano é susceptível ora ao erro, ora ao acerto. Devemos nos lembrar, ainda, que todos somos discípulos e mestres uns dos outros. Se pratica o julgamento severo hoje, amanhã com maior severidade será também julgado.
Uma das maiores dores do ser humano é, sem dúvidas, a de dizer adeus a alguém que amamos ou que, por muito tempo, foi o amor da nossa vida.
A nossa alma, embora machucada, ou cansada, ainda está conectada àquela energia, um tanto quanto desgastada e apagada, mas está. Quando decidimos romper o relacionamento, o rompimento se dá em todas as esferas possíveis. O choque é inevitável na área da memória do que foi bom, dos lugares por onde andaram e foram felizes... das comidas que dividiam, do cheiro, das conversas, de tudo o que compartilharam e, que, naquele exato segundo de tempo, fazia muito sentido. Milhares de fotos, vídeos, milhares de lembranças de um tempo bom em que tudo parecia que ia durar para sempre. Parece um desmembramento, um corte profundo, parece que leva um pedaço de você. E, de fato, leva.
Tudo, absolutamente tudo o que foi bom, faz falta. E como faz. O som da voz, o rosto, a velha camiseta em que você deitava a cabeça, e se pegava imaginando como seria o futuro entre ele e você. Embora, no final dos tempos, as imagens na sua cabeça fossem mais duvidosas e incertas, era bom estar naquele conhecido cantinho tão seu, quentinho e confortável.
Mas a vida muda. As pessoas mudam. Você muda. Os planos passam a não ter o encaixe perfeito. As discussões se tornam cansativas. A realidade fica pesada. E você já não acha tanta graça andar naquele jardim bonito de mãos dadas com seu amor... já não tem tantas expectativas sobre o futuro. As incertezas insistem em aparecer quando se olha no olho do outro. Para onde foi aquele casal tão perfeito e cheio de energia e esperanças de um futuro bom? Deu lugar a um casal desanimado, com medo de falar de planos, por medo de ver o quanto discordam e o quanto estão desconectados.
Se você já chegou no rompimento, sabe que, primeiro, teve de aceitar o peso da derrota. Teve de encarar que o futuro que desenhou na cabeça não iria nunca mais acontecer. Nem de verdade, nem em pensamentos. Os sinais já nos foram dados lá atrás, no passado, e agora tudo vem à tona, daquilo que você nunca quis enxergar. Este lugar é sombrio e frio. Você não sabe se sente culpa por não ter enxergado, ou se sente tristeza por não ter conseguido, ou se sente bem por ter, finalmente, percebido. E como é difícil a aceitação de ter que deixar ir. O cérebro nos leva para a lógica do desapego, mas o coração nos leva para o aconchego da ilusão. Será que não poderá, ainda, dar certo? Será que não tem mais chances?
Você pega a última esperança que existe, pega toda a força do ar que entra e sai de um suspiro, pega o que é de mais sagrado nas suas entranhas e profundezas e tenta mais uma vez, tenta consertar o que já tá quebrado, tenta sentir aquilo que sentia antes, tenta resgatar as boas memórias e ressuscitar a imagem errônea que você tinha do outro e do relacionamento. E aí, mais tarde, o choque da realidade é mais bruto do que o anterior. A briga se torna mais feia e mais desconexa, a vida fica sem total sentido. As dores aumentam a cada conversa, a cada palavra trocada. Dói ter que desistir, mas ficar parece que dói eternamente. Parece que doerá mais a cada dia.
Você percebe que chegou a hora de mudar. Aquele ciclo já se encerrou, e você se machuca demais tentando caber nele. Machuca o outro por não soltar. Você imagina os rostos dos parentes e conhecidos, assombrados com seu rompimento. Imagina aquele lado do guarda roupa vazio. E o seu coração mais vazio ainda. Imagina os sonhos daquela viagem junto indo embora, como uma nuvem que se dissipa no céu. Imagina a caminhada sozinha. Imagina ir à padaria sozinha. Imagina passar o final de semana inteiro sozinha. Imagina a sensação de abandono ao ir ao mercado e não ter ninguém para segurar a segunda sacola.
E, depois, você se dá conta de que você sobrevive, afinal, você precisa continuar respirando. Se dá conta de que existem milhares de pessoas se desconectando diariamente e que irão sobreviver também. Você se lembra de ter sobrevivido a isso uma vez, duas vezes ou mais. Se lembra de que ainda dá para ir à academia sozinha e cuidar de você, que dá para achar sentido em fazer o cabelo no salão, em fazer as unhas e colocar aquele vermelhão, que dá para ir ao cinema e gostar da pipoca e do filme. Você continua vivendo, de maneira diferente, mas continua vivendo. Você não entende por que, mas continua em frente.
Até que, lá na frente, com o homem certo, abraçada na chuva recebendo o melhor beijo do mundo, você obtém, finalmente, as respostas, e todas as vezes que você foi desconstruída, fazem total sentido, e o mundo poderia acabar ali. E o melhor de tudo é que ele não acaba.
Estar com pessoas
Mostra o quanto
O meu ser precisa
Desse calor humano
Que atrai a alma
Para o aconchego
E mostra o caminho
Que eternizam
Os momentos felizes
Para se ter uma vida
Em sintonia com a felicidade
A autenticidade e
A solitude na vida
Deveria permitir
Que o ser humano
Conquistasse a
Tão sonhada liberdade
Ser livre, viver livre
Ser o que quiser ser
Fazer o que quiser
Só em momentos
Vindos da própria
Cabeça em forma de pensamentos
Acho incrível como o ser humano ajeita dentro dele,
coisas que não cabem em lugar nenhum do mundo...
Após o pecado, todo ser humano já nasce para dar errado, porque nele já está implantado a semente do mal.
Mãe, doadora da vida
Um ser humano de fibra.
Fonte do amor, suporta toda dor
Cuida e defende de quem for.
Incansável e cheia de vigor
Sua beleza é comparada a de uma flor.
Um ser humano nunca é igual ao outro, mas o guerreiro é quem salva o outro.
