O Tempo Passa e a Gente nem Percebe

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0339 "Absurdo e Ousadia dessa gente: Desconfio quando alguém se diz importante, inteligente e esperto e nega ter ouvido falar de mim, Hum!"

0351 "Já vi Enterro de Anão e Gente falando mal dos outros é o que mais vejo. O que nunca vi, nem verei, é esses mesmo falando mal deles próprios."

0447 "E ainda se acham Espertos e Politizados... Gente que continua acreditando e seguindo 'líderes' e sistemas políticos testados, fracassados e mortos. O que pode ser isso?"

0494 "Acontece muito... Gente querendo saber se eu trabalho, que chatice! Eu não trabalho mas sei quem tem trabalho para quem está sem trabalho e sem ter o que fazer de útil."

0531 "Nas Redes Sociais vejo gente à beça rezando pra Plateia, mas dizendo que é pra Deus. Se eu vejo, imaginem Deus!"

Casa

Casa não é o teto
sobre quatro colunas e paredes.
Casa é gente
com a alma aquecida de amor.
É onde a gente chega sem medo,
onde a gente pode falar sem dor.
Casa não é só chão
onde a gente pode pisar,
é coração
que pulsa
sem ninguém machucar.
Nildinha Freitas

Ninguém precisa da sua tristeza mas tem muita gente que precisa da tua alegria.

SOLIDÃO INTERNA

É quando a gente imergi dentro de si mesmo
e enxerga um corredor longilíneo e afunilado
Nas paredes rebocadas de cal esmaecido…
Sonhos crivados em retratos amarelados
em nossa memória em forma de mosaico.
Em sintonia com ruídos de nossos passos
Seguimos em atos como uma peça de teatro…

COSTURANDO A VIDA...

Nesse nosso presente entre um alinhavo e outro, a gente vai remendando os acertos e erros do passado, cerzindo sentimentos e emoções num futuro incerto numa colcha de retalhos…

Olha pra frente e vai, se olhar pra trás a gente não sai (do lugar)

Esperança é tudo se não tiver a gente dança.

Bora gente, rir muito com a vida, afinal ela é nossa companheira de luta.

Só com os olhos d'alma a gente consegue entrar num mundo incomensurável, onde percebemos na beleza dos troncos de árvores secas, que ali as orquídeas não morrem jamais.

Quando a gente acha que vai fazer o gol, vem a vida e te dá uma rasteira e o juiz (paciência) apita e diz que é pênalti e aí vem novamente os nossos sonhos fazer barreira.

Às vezes, a gente precisa ficar *surdo* para a correria da vida para conseguir sintonizar a frequência do que realmente importa. É um estado depresençaquase meditativo. Onde nossa alma fica irresoluta e se reconstrói.
Lu Lena

O erro de muita gente forte é esse:
aguenta pouco? Não.
Aguenta demais.

Apesar dessa falsa sensação de que nada muda, tudo está sempre mudando. A gente sempre muda. Escrever sempre foi um exercício de autoconhecimento, uma busca pelo meu eu interior. Hoje, é engraçado parar e reler algumas coisas escritas no passado. É engraçado perceber o quanto fui frágil, amável e completamente vulnerável na adolescência — um completo clichê. Mas, apesar da estranheza, é confortável olhar para o passado e reconhecer o quanto fui doce, porque isso me lembra que, apesar das mudanças, ainda carrego parte dessa essência. Amar nunca foi, nem jamais será banal.

Quase 30, Leonardo Sequim.

Eu gosto de gente que gosta de gente. Que tem interesse não na superfície do ser, mas no que está além da carcaça social que vestimos no dia a dia.

"O Amor é aquele sentimento
dentro da gente que, quanto
maior mais leve fica."


Tem dias que a gente precisa esperar nossa alma reencontrar o corpo.


Há dias em que seguimos funcionando por inércia, enquanto algo essencial em nós ficou para trás.


O corpo cumpre agendas, responde a estímulos, atravessa compromissos; a alma, porém, ainda caminha devagar, tentando compreender o peso do que sentiu, do que perdeu ou do que ainda não conseguiu dizer.


Nesses dias, é preciso muita paciência.


Não como quem desiste, mas como quem respeita o próprio tic-tac interno.


Esperar a alma encontrar o corpo é aceitar que nem toda ausência é fraqueza e que nem todo silêncio é vazio — às vezes é só recomposição.


Quando enfim se reencontram, não há alarde.


O passo volta a fazer sentido, o olhar se assenta no presente, e o respirar deixa de ser apenas um reflexo.


Até lá, caminhar mais lento também é uma forma de cuidado.


Porque viver não é apenas estar de pé; é estar inteiro.


Há dias em que o corpo deita e a alma dorme de joelhos.