O Tempo e muito Curto para os que Lamentam

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Todo o homem recebe duas espécies de educação: a que lhe é dada pelos outros, e, muito mais importante, a que ele dá a si mesmo.

Futebol é muito simples: quem tem a bola ataca; quem não tem defende.

A liberdade custa muito caro e temos ou de nos resignarmos a viver sem ela ou de nos decidirmos a pagar o seu preço.

É preciso ter muito cuidado com o que se faz, pois é justamente quando nos julgamos menos livres que estamos a ser mais livres.

Muito estudo não ensina compreensão.

Muito mais se deseja o que se proíbe.

Os homens são animais muito estranhos: uma mistura do nervosismo de um cavalo, da teimosia de uma mula e da malícia de um camelo.

A calúnia é pior do que as armas de guerra; estas ferem de perto; aquela, de muito longe.

É muito mais honesto estar nu do que usar roupas transparentes.

Os sinos tocam de modo muito diferente do normal quando morre um amigo.

Martinho Lutero
LUTERO, M., Apophthegmata

As pessoas conseguem chorar muito mais facilmente do que elas conseguem mudar.

Se temos que mudar de opinião a respeito de alguém levamos-lhe muito a mal o incómodo que assim nos causa.

A ação cura o medo. Se ficar pensando muito, "vou ou não vou, faço ou não faço", você alimenta o medo. Se a ação é consistente com suas metas, então aja!

(Do livro: O sucesso está em suas mãos)

Em geral as pessoas que se perdem em pensamentos é porque não conhecem muito bem esse território.

[A Carta]
Quando completei quinze anos, meu compenetrado padrinho me escreveu uma carta muito, muito séria: tinha até ponto-e-vírgula! Nunca fiquei tão impressionado na minha vida.

Um homem que não mente para uma mulher tem muito pouca consideração pelos sentimentos dela.

Por muito boa que seja a cabeça, quase nada pode contra o coração.

Ainda que as circunstâncias influam muito sobre o nosso caráter, a vontade pode modificar as circunstâncias em nosso favor.

Diz um antigo provérbio: censuram quem se mantém calado; censuram quem fala muito; censuram quem fala pouco, neste mundo ninguém está livre de censuras.

A Raposa e o Leão

Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?

Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.