O Sol e o Vento
A verdade é que a liberdade assusta. Exige coragem. E, tantas vezes, é mais fácil vestir uma máscara do que enfrentar o desconforto de viver com autenticidade.
Acabamos por nos habituar à prisão confortável que construímos. Chamamos-lhe estabilidade.
Escolher por nós próprios é, antes de mais, um ato de coragem.
É dizer: “Permito-me viver a minha verdade, mesmo que isso desaponte quem só amava a minha versão editada.”
A ecologia da vida humana ensina-nos algo precioso:
os sistemas onde vivemos moldam-nos.
E se nos moldam, também podem ser moldados.
O amor é a única escolha que nos escapa ao livre-arbítrio, nasce antes da decisão e resiste à razão.
As mãos que tocam são o limiar onde o sujeito se perde para se reencontrar no outro. E o reencontro é a carne rasgada pelo desejo de ser inteiro outra vez.
Entre o corpo e o pensamento,
o eu hesita, vacila, e se fragmenta.
Não sou apenas carne, nem só razão,
sou o espaço onde o impossível ganha forma.
Neste limiar de dúvida e esperança,
descubro que ser é perder-se,
e que a verdade do ser se esconde
no gesto frágil do instante.
Ecologias de Mim
Sou feito de círculos concêntricos,
onde o eu se forma na dança do outro,
na casa, na rua, na pele dos dias,
na palavra que me disseram
e naquela que nunca ouvi.
No primeiro círculo, tocam-me os olhos,
as mãos que me embalam e moldam;
no segundo, cruzam-se caminhos,
ecos de vozes e silêncios de quem passa.
Mais longe, decisões sem rosto
alteram o chão onde caminho —
leis, rotinas, ausências e horários,
tudo aquilo que não vejo,
mas que me constrói por dentro.
No mais vasto dos mundos,
vive o tempo, o espírito, a cultura,
as ideias que nos formatam o sentir,
as crenças que pesam sobre o corpo
como uma herança invisível.
E entre cada camada de mim,
há um fio que me costura: a história.
O tempo a escorrer-me nos ossos,
a infância que volta,
a mudança que nunca cessa.
A liberdade plena é reconhecer que amar é, paradoxalmente, a maior entrega e o mais profundo ato de autonomia.
Sou o sol que te bronzeia...
Sou o vento que te escabela...
Ou até mesmo levanta a tua saia...
Sou a chuva que te molha...
Expondo o formato do teu corpo...
Através das tuas vestes coladas...
Sou o frio que te faz tremer...
O calor que vem te aquecer...
Sou a noite que te esconde no escuro...
Te fazendo adormecer...
Sou teu anjo protetor...
Pois tu é meu grande amor...
Eu vivo para te proteger...
Te livrarei de qualquer dor...
Pois não quero nunca te ver sofrer.
A harmonia do corpo e da alma... Nós, na nossa cegueira, separamos estas duas coisas para inventar um realismo vulgar e uma idealidade vazia!
Poucos entenderão meu grito de liberdade. Aos que entenderem saberão que não é apenas um grito, mas, o ressoar de uma canção.
Si yo fuera un ángel ...
Me gustaría llevar la paz a tu corazón.
Doy vuelta a la Paloma de la Paz
en pétalos de rosas fragantes de amor
acunando a su vida en un vals eterno del amor.
Si yo fuera un ángel ...
Me iría al cielo estrellado azul con la
mar verde que atraviesa su mente
y los recuerdos tan triste sería decir adiós a usted.
Si yo fuera un ángel ...
Yo escribo las letras de pretensiones
Multicolores y cuánto te mereces ser feliz ...
Y estas cartas nunca se borrará ...
Se iba a durar para siempre.
Si yo fuera un ángel le creería
que la felicidad vendrá
y así que usted no se dará cuenta
los momentos agonizantes que parecía eterno
signos de fortalecer su ser interior.
Si yo fuera un ángel ...
Yo sería testigo de que su sonrisa
que sea aún más dulce
y que su bondad será para siempre grabado en otras almas.
