O Sol e o Vento
Ao Vento de um Horizonte distante
queria poder voar, para chegar até as estrelas
e trazer o seu brilho, para
que o mundo não ande na escuridão.
Talvez, por algum motivo Deus soprou um vento, em minha direção, e fez conhecer pessoas incríveis,
os mesmo vento talvez, que tirou pessoas, me trouxe melhores, e tenho certeza que nenhum vento irá levá-las,
É criado raiz, amizade e irmandade,
Não é algo que uma brisa irá levar, um mal olhado vai afasta, é algo que nem uma magoa poderá destruir
Tenho certeza, que não haverá isso, pois de onde surgiu, não poderá morrer, e sim nascer mais, fortalecer.
Amigos, Irmãos, Companheiros, sentimento e muita confiança distribuída,
Por falta de um amor, conquistei outros, e deles surgiram mais, e vão criando cada vez mais, força nesta raiz
E que, dure por uma eternidade,
Será como uma mordida de um vampiro, realmente... Pegou no sangue, e agora vai até o fim, depois da vida.
Penso agora, na frase " Sua felicidade está do seu lado e você não a percebeu "
Sim, mais próximo que imaginei, não quero rezar todos os dias, e agradecer, pois Deus sabe o quanto estou grato.
Tive motivos pra chorar, para desistir, não apenas em relação ao coração, mais outros motivos também,
mais hoje tenho motivos para sorrir, para compartilhar experiência, aprender e ensinar, viver e não deixa morrer
Não deixar morrer, um amor, uma amizade...
Talvez, realmente não seja pra sempre, mais será lembrado a cada segundo, cada segundo passado, cada palavra
Cada gesto, cada carinho, cada brincadeira, e cada prova de amizade.
Mais sabe, ainda me vejo, ao lado de todos...
Em um futuro próximo, junto e relembrando sobre o nosso começo !, o beco, que surgiu de uma brincadeira
Mais juntou amigos de verdade, para a eternidade...
Eu amo muito, muito vocês!, e as pessoas novas que vem surgindo, começando de um jogo de vôlei, até o caixão.
Os ventos sabem trazer, as pessoas que merecem está ao seu lado, e você ao lado delas, se não jamais teria existido um amigo real...
A vida, é algo que desistir dela é burrice, não sinta só, existe sempre algum vento vindo até ti...
E quem sabe, um beco, uma rua, uma conversa, cresça uma amizade...
E desta amizade, um amor, um fruto de ligação perfeita, pois sem amizade, o amor seria dolorido, o amigo verdadeiro, é para curar os erros do amor.
Valorize sempre quando tiver um amigo, mesmo que seja um dia você vai sentir muita falta, e não vai poder ter aquele abraço forte.
Não perca tempo, pois valorizar um amigo, é algo que poucas pessoas fazem, esquece que Colegas, são por um ano
e amigos, por muitos anos !
Crie Viva, não mate, nem morra por alguém que não mereça,
Acredite em Deus, acredite nos ventos, pois os sábios também morrem, mais deixam lições espetaculares de vida, e amizade.
Convivo, e vou conviver com pessoas incrivelmente especiais, e fizeram enxergar, que a vida não é feita de apenas amor
e sim, de amigos, irmãos. Um amor que não morre.
E tudo, começou na Z/O – SP
... Talvez o índios sabem mais sobre os ventos, do que nós sobre a vida.
Eu escrevo pro vento
Pro teto
Pras cadeiras
Escrevo pra tantas coisas
Tantos móveis
E lugares
Que já não controlo minha vida
O que eu diria então da minha escrita
E assim nada decide o que sai da caneta
Apenas brota
Vai embora
Por sorte minha não volta
Morte
Noite fria.
O vento a soprar.
Paixão doentia.
Desejo de chorar.
A coruja que pia.
A morte anuncia.
O cheiro de falência.
A vida é sombria.
O som da morte na noite.
O silencio é quebrado.
E traz a morte como açoite.
Acaba a espera, o fim é chegado.
O vento que soprava parou
O amor que grande era, agora acabou
Você já não mais me importa
Vá-se embora por aquela porta
Todos somos um
E depois da tempestade se estende a calmaria o vento se dissipa levemente pelo ar fresco com o cheiro suave de terra molhada que precisara desse triunfante momento.
As nuvens se embranquecem vagarosamente deixando sua forma nebulosa num passado distante, as folhas das árvores choram gotas de orvalho, tímidas lágrimas escorrem lentamente pelo contorno de sua forma ríspida. A natureza perpetua seu ciclo de vigor randômico, e de fato a perfeição existe, feche os olhos um instante e sinta ela, seja ela, a respeite.
HOJE
O vento que entra pelas frestas do coração
é o mesmo vento que alimenta a alma
dos que guardam no calar do olhar, a alma da paixão.
O dia que nasce no cinzento
se transforma
diante da voz ouvida
e como se fosse um flash,
deixa o brilho costumeiro
que alimenta sempre minha vida
Leitura é algo emocionante. Lêr é como viajar de motocicleta sentindo o vento na cara mesmo usando capacete!
A Pipa
O menino solta a pipa
que salta, dança
no vento e lambe, voa
a pipa
o tempo
O menino imagina
ele, a pipa
que voa, e voa, e voa
pra longe
onde só o menino
e a pipa
sabem chegar
ele, a pipa
no ar
Sempre que puder, prometo estar aqui. Quando não mais conseguir, espero que o vento leve palavras de consolo aos corações que precisam de ajuda.
Palavras mais palavras
Malditas, desgraçadas...
Outra vez jogadas contra o vento
Tudo aquilo que senti
Já não vale mais nada
Agora que vejo o quão tolo foi acreditar
Que o calor humano da revolução
Jamais queimaria minhas mãos
"Solidariedade proletária" escorrer
Ver o sangue nas costas de meus irmãos...
Agora que se contam corpos como grãos
Com os mortos enterramos nossos ideais
Como não alimentar
O ódio em meu olhar
Se a dor da traição aumenta cada vez
Que lembro de teu discurso febril
Escondendo a foice em teus olhos
E me sinto tão usado, infantil
E tão culpado, imundo, vazio, doente, imbecil
Tudo por ter acreditado uma vez
Caminho triste
Surge o vento com um som esbelto
Roça minha garganta um suspiro selvagem
Enquanto a noite passa cortando o silêncio.
Traço alguns desejos que reluzem teus olhos
E então… outro suspiro.
Lenta respiração direcionando a pulsação de um coração triste
Perdido, louco, sereno
Totalmente sem sentido meus passos voltam ao tempo
Sem razão, sem sentido, sem nada.
Surgem todos os galhos que se debruçam no chão
Pelas noites desertas e escuras
D’onde vago também sem direção
Trovoes rasgam e ofuscam a visão
Cegam seus próprios olhos, pois não têm amor
As flores rastejam pelo chão dos jardins
Cheias de dores
Por serem apenas flores
Nas asas do vento
Ouvi sua voz,
O vento que leva
É o mesmo que traz,
Saudades dos seus abraços,
Dos seus braços,
De nós.
Toninho, meu filho
Que tempo esquisito
Que céu-nostalgia
No olhar do infinito.
Que vento, que sombra
Que saudade viva
Que tédio que ronda
Abraçando esta vida
Toninho,
Os anos passaram
As flores se foram.
Agora me resta a lembrança
Da minha emoção com a sua
Chegada no meu coração.
Toninho, eu te sinto
Te abraço no vento
Te beijo no tempo do meu soluçar
São noites e noites de insônia
E saudade querendo te ver
E poder te abraçar.
Meu filho, a chuva é saudade
E a dor é vizinha
Por isso, meu filho
Desnudo de dores
Despido de mágoas
Avante meu filho
Replanta tuas flores!
Não faço questão de um cantinho quente pra encostar, quero mais o vento batendo no rosto enquanto arrisco
Minha vó Duca
O mensageiro do vento na minha janela emitia o som da nossa ciranda
favorita, acho que era você soprando do céu pra ele dançar e me ninar.
Dormi serena e acordei com o cheiro do seu abraço...
