O silêncio vale ouro
Silêncio...
Porque o silêncio é de ouro e hoje era isso mesmo que precisava...
Silêncio...
Sossego para meter as ideias no sítio e "tirar uma pausa" de certas pessoas que só fazem confusões...
Eu quero o silencio dos que valem ouro!
Não quero a prata dos que não valem nada!
Eu quero o bom do "tudo".
Não quero a pobreza do "nada".
Quero a certeza da minha vida, na minha estrada.
Se a resposta e de prata o silêncio é de e de ouro: sigamos em frente na positividade da paz.A harmonia é o lucro do aprendizado ...
A PALAVRA É PRATA O SILÊNCIO É OURO."
Andréa.Correia.
" Podemos escolher o que plantar mas somos obrigados a
colher o que semeamos, a palavra é prata mais o silêncio é ouro, a persistência realiza o impossível se os olhos não tivessem lágrimas a alma não teria o arco iris pelo tamanho da sua luta você já pode imaginar o tamanho da sua vitória nunca é tarde para recomeços tudo depende da sua vibração.
A longa viagem começa por um passo.
Quando os olhos não estão bloqueados o resultado é a visão, quando a mente não está bloqueada o resultado, é a sabedoria, quando o espirito não está bloqueado, o resultado é o "AMOR". A PALAVRA É PRATA O SILÊNCIO É OURO.
⚓Andréa.Correia.⚓
13/06/2018, ás
15:00
Mais precioso que o ouro é o silêncio do sábio; pois quem guarda a palavra, guarda também a chave dos portais eternos.
O Código do Vaticano
Por trás do ouro das cúpulas, o silêncio escondeu a verdade que o mundo nunca deveria conhecer.
Era madrugada em Roma. A Praça de São Pedro dormia sob o olhar impassível das estátuas apostólicas. No subterrâneo da Basílica, entre túneis selados há séculos, o arqueólogo e linguista Rafael D’Alberti deslizou por uma abertura secreta revelada por manuscritos há muito esquecidos.
Ele segurava um códice em latim arcaico, selado com cera vermelha e marcado com um símbolo antigo: um peixe envolto em espinhos — o selo da Irmandade do Véu, uma seita silenciosa que jurara proteger o maior segredo da Igreja.
No interior da câmara subterrânea, uma inscrição gravada em mármore:
Non est Deus qui latet in coelo, sed veritas sepulta in terris.
(Não é Deus que se oculta no céu, mas a verdade sepultada na Terra.)
Rafael decifrou o primeiro enigma. Ao tocar um mosaico de ouro representando São João, o chão girou lentamente. Ali, escondido há mil anos, estava um relicário — não com ossos, mas com um livro metálico, escrito em uma linguagem pré-hebraica.
Dentro, os segredos de um evangelho perdido, atribuído a Jesus de Nazaré, escrito de próprio punho — um texto que negava hierarquias, denunciava instituições e proclamava:
O Reino de Deus está dentro de vós, não em tronos nem em coroas.
Mas Rafael não estava sozinho.
A cardeal Adriana Lucchesi, chefe da Congregação para a Doutrina da Fé, surgira das sombras.
— Você abriu o portão do Apocalipse, Rafael. Esse código pode queimar séculos de poder e fé.
— Ou pode libertar gerações da ignorância e da submissão.
Ela hesitou. No silêncio que se seguiu, o código reluzia como se tivesse vida. A decisão estava diante dela: manter o segredo… ou entregar ao mundo uma verdade que mudaria para sempre a história da humanidade.
E assim, diante do livro proibido, ambos perceberam:
a fé sem liberdade é apenas uma prisão com vitrais.
Externamente estou calada, porém, meu interno está falante e até falo pelos cotovelos. Pois o silêncio é de ouro.
