O Silencio de uma Tela em Branco

Cerca de 364620 frases e pensamentos: O Silencio de uma Tela em Branco

⁠Homens ricos nascem com oportunidades que podem desperdiçar.

Inserida por pensador

⁠Eu não sou político. Eles, sim, são homens extraordinários que conseguem matar e seguir em frente.

Inserida por pensador

⁠O pobre só tem duas maneiras de chegar ao topo: crime ou política.

Inserida por pensador

Trabalhe o desapego, este é o segredo para uma vida feliz e harmoniosa.

Queres continuar na política? Segue-a não por ela mesma, mas porque tens uma ideologia.

Gosto de ser o que o momento me reserva, sempre uma surpresa.

Inserida por Rita1602

Borboleta singela
Voas na minha janela
Um sinal ou uma aventura?
Pequenina e frágil
Vens até mim
Mesmo com sol escaldante
Perdendo-se no horizonte
Com seus ocultos segredos
Voas alegremente
Pelas flores do jardim...

Inserida por Rita1602

Como falar de amor, se quem não sabe
amar? Como falar de paixão, se quem nunca
vivenciou uma? Como falar de uma coisa se
não tem noção nenhuma? ⁠

os homens não são como as mulheres. porque eles não SÃO mulheres.

Inserida por marcostbsilva

"Você sorri com os lábios, mas nunca parece chegar a seus olhos."

Inserida por greicealves

Amor é o melhor conforto do mundo, uma razão indescritível para a vida. Como uma praia com um Sol de fim de tarde e um cupcake com gotinhas de chocolate. Quando a competição acaba e a ternura da vitória chega, está presente por toda parte em todo mundo, lá dentro do olhar dos namorados, do seu reflexo no espelho e do abraço amigo. Depois que experimentei decidi transparecer e influenciar os outros, mudei meus sentimentos e o sorriso dos meus amigos e amores, mudei um pedaço do mundo e declarei amor eterno.

Inserida por Jovanagomes

⁠a vida, não é só uma linha reta cheia de obstáculos mas também é uma linha reta com pessoas maravilhosas que iram te ajudar a passar por estes obstáculos, e essas pessoas você pode levar para vida toda ou também só cumprimentar... mas nunca se esqueça eles também estão em uma linha reta e talvez... eles queriam te levar pra vida toda.

Inserida por jaquedani_lana_henry

⁠Nasci como uma tela vazia,
isenta das cores que usei
para caiar o rosto das lembranças,
e desta realidade
que, subitamente, me abateu!
Com tinta sobre tintas,
cheguei até aqui;
e, como dono da cana da canoa,
naveguei em busca da tranquilidade
que, inesperadamente, me submergiu...

Inserida por freitasjuniorpoeta

Talvez o silêncio nunca me perdoe por ter dito que te amo.
Sou vítima de mim mesmo, de minhas próprias frases.
Da minha própria consciência.

Inserida por CaahGunner

⁠O horizonte me mostra o silêncio amargo da imensidão do mar, sendo quebrado pelas ondas fortes de pensamentos melancólicos.

Inserida por GenialidadeFoco

⁠As reflexões têm
um silêncio que,
às vezes, é um sussurro.
Outras, um urro.

Inserida por Freitas_emfuga

⁠se eu tivesse que escolher entre o silêncio ou a sinceridade qual escolheria?

Inserida por ester_mantovani

⁠"O silêncio não é vazio; é a única tela onde a inspiração divina se atreve a pintar."


Dollber Silva

O pincel na mão,
pinta Nijinski na tela:
No jardim, silêncio...

Inserida por antoniocabralfilhoha

⁠Sinfonia de Tinta e Som


O silêncio abre a cortina com dedos de veludo,
e a tela vibra, branca, como um palco por nascer.
Surge a clave de sol —
pincel do maestro no ar.

Violinos riscam linhas finas de Van Gogh,
com traços febris e estrelados,
um allegro de girassóis que giram
em espirais de luz sobre o compasso.

Violões sussurram à la Matisse,
curvas leves, cortes de sombra azul,
tocando a alma em arpejos de recorte,
como quem dedilha o silêncio entre cores.

Cellos choram em tons de Rembrandt,
escuros, profundos, dramáticos,
traçando caminhos entre luz e sombra
como se cada nota fosse um rosto em claroscuro.

Pianos desenham Mondrian no silêncio:
geometrias exatas em preto e branco,
uma fuga de Bach em linhas retas,
com pausas vermelhas que pulsam como vida.

Saxofones sopram Dalí —
melodias que escorrem derretidas,
sonhos líquidos em forma de som,
onde o tempo dobra ao ritmo do jazz surreal.

Tímpanos e baterias explodem Pollock,
pingos e pancadas de cor
em ritmos livres, sem métrica nem medida,
onde o caos é a própria harmonia.

Trompetes brilham como Klimt,
dourados, exuberantes, cheios de ornamento,
onde cada nota é uma joia cintilante
em solo de paixão e mistério.

Violas, discretas, tocam Turner em siena,
horizontes de brumas, um adágio em dissolução,
onde a névoa dança com os graves
como se a cor tivesse eco.

Harpa, Debussy em pastel,
translúcida, etérea, quase ausente,
como a aquarela de Monet ao entardecer —
um lago onde o som pousa como uma libélula.

E assim entra toda a orquestra:
fagotes de Goya, flautas de Renoir,
contrabaixos de Caravaggio,
clarinetes de Cézanne, violas d'amore de Botticelli...

O maestro, agora metade músico, metade pintor,
com batuta de tinta e partitura em pergaminho antigo,
abre os braços para o gran finale:
um tutti de cor e som que arrebata o tempo.

E no último compasso,
quando o pincel repousa,
a música permanece no olhar —
como um quadro ainda molhado,
como um som que ainda ecoa.
Tamara T Guglielmi

Inserida por tamara_guglielmi