O Silencio de uma Tela em Branco
Saudades,
Uma memória nostálgica
De quem longe está...
Lembranças,na mente e no olhar
No coração, entre erros e acertos,
O horizonte,
Num apaixonado observar...
Eu me apaixono com certa facilidade. Ta, com MUITA facilidade. Tudo bem, eu consigo amar até uma berinjela. E faço mil planos, e sofro quando acaba, e tenho certeza de que não me apaixonarei mais, e me apaixono de novo e , bem, volto á primeira casa do tabuleiro.Um dia, conheci um cara muito legal. Mas acho que o meu botão de amar estava desligado.Ou mal apertado, sei lá.O caso é que eu gostava dele, mas não via estrelinhas, sabe?Mas, como a gente se sentia bem um com o outro, acabou que chegamos a namorar.
Um dia, observando-o enquanto ele via TV, pensei que eu finalmente tivesse encontrado a chave de um relacionamento perfeito.Porque eu sempre tinha sido apaixonada pelos meus ex, mas quem disse que eu era feliz?A não ser que você considere felicidade chorar pelo telefonema que não vem, sentir o coração apertado ao ver aquela menina dando bola para ele, ficar na miséria a cada briga ou ter vontade de morrer só de pensar na possibilidade de perdê-lo.Tudo bem, nem sempre a coisa era tensa assim.Com certeza, havia períodos maravilhosos.E aí eu ficava eufórica, tinha a certeza de que seria feliz para sempre e fazia planos de casar ter filhos e 2 cachorros.
Logo eu, que nem gosto de cachorros.
O ponto é:não era uma felicidade tranqüila.Ou eu estava nas nuvens ou na lama.Quando estava na lama, não conseguia enxergar as nuvens-em compensação, quando estava nas nuvens, morria de medo da lama.
Ali, na sala, olhando para meu namorado superlegal, me senti uma vitoriosa.Finalmente, eu tinha vencido o amor!Eu tinha mostrado a ele que consigo ter uma relação sem ciúme, sem medo, sem ansiedade e sem discussões porque nada me incomoda.Quer vida mais tranqüila e harmônica que essa?Por que o amor tem essa bola toda, mesmo?Tão mais pratico um namoro sem nenhuma lagrima, nenhum tormento, nenhum aperto no peito e, bem...nenhuma batida forte no coração.
É, nem preciso dizer que meu relacionamento superlegal não durou muito.E que eu me senti uma idiota quanto terminei porque eu nunca, NUNCA, tinha vivido uma relação tão saudável e tranqüila.Nem monótona era.A gente fazia mil coisas.Mas o que eu podia fazer se sentia falta da felicidade eufórica e das lamas miseráveis...Eu sentia falta de estar apaixonada.De planejar os próximos 50 anos com alguém, de ter medo de perdê-lo, de ter medo de me perder.Afinal, a paixão é assim, né?Uma delicia, mas deixa a gente neurótica.E se depois de alguns anos virar amor, que é um sentimento sereno e aquela coisa toda?Bom, o maximo que já fiquei com alguém foram 4 meses e garanto:foram 4 meses sentindo batidas fortes no coração.Porque é assim que o amor faz sentido pra mim.
Meio neurótico.
SOLIDÃO
Uma luz me cega, ofusca meus olhos a lembrança de você;
Minha alma abalada, oscila em meu corpo, querendo gritar, implorando pra sair pra mergulhar num oceano profundo de ilusões e contrates onde busco incansavelmente por você.
Quero gritar, mas estou muda, quero correr, mas algo me prende, estou num mundo que não me pertence, não é meu, eu não criei, não consigo sobreviver aqui sem você.
Me salve, eu imploro por sua vida....
Me ame... outra vez .... outra vez.... outra vez....
Não to conseguindo entender tudo que aconteceu, tantas mudanças, tanto rancor, minha solidão hoje é uma ressalva....
Dúvidas
Mais uma vez pensamentos tristes assombram meu ser. Há horas que dá vontade de desistir de deixar tudo pra trás e começar de novo, mas como começar de novo com um passado tão grande.
Há momentos em que os sonhos parecem ficar cada vez mais longe, ao invés de aproximar. Daí me pergunto: Foi algo que eu fiz de errado? Foi algo que eu deixei de fazer? Com certeza são todas elas. A todo momento fazemos algo de errado mesmo que inconsciente. Uma vez ouvi em um filme que “o que você faz é o que o caracteriza como pessoa”, mas e daí como classificar atos que se tornarão tão comuns em meio à sociedade. Certo seria algo que todos fazem? Ou seria fazer o que cada um ache que é certo? Ou seja, com seus próprios princípios. Quem será que pode responder a questões como estas.
Qual seria nosso papel aqui na Terra? Será que cada um tem um papel a fazer?
Alguém sabe responder!??
05/12/2005.
Eu estou em uma banda. Eu não vou há igreja todos os domingos. Eu amo o punk rock. Às vezes, eu falo palavrões. Eu respeito e admiro homens e mulheres gays. Eu sou obcecada por filmes de horror. Eu sei o que é sentir vergonha. E adivinhe: JESUS CONTINUA SENDO MEU SALVADOR.
O fascínio da procura de uma rosa sem espinhos nunca está muito longe, e é sempre difícil de resistir.
Para amar uma pessoa, preciso admirá-la e respeitá-la, mas não sinto respeito nem admiração por mamãe.
É mais díficil trabalhar com pessoas do que com máquinas. E quando você quebra uma pessoa, ela não pode ser concertada.
Recomece! Se refaça! Relembre o que foi bom. (...) E se um dia lá na frente, a vida der uma ré, recupere sua fé, e recomece novamente.
Solteira não é só um status, é uma palavra que descreve uma pessoa forte o bastante para aproveitar a vida sem depender de ninguém.
Nada estimo mais entre todas as coisas que não estão em meu poder, do que contrair uma aliança de amizade com homens que amem sinceramente a verdade.
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