O Senhor das Moscas

Cerca de 13135 frases e pensamentos: O Senhor das Moscas

Senhor Jesus, afasta os nossos jovens das más influências e do caminho do mal, cercando-os de pessoas sábias que os estimulem a fazer o bem, amém.

Senhor, liberta a juventude da ilusão da pornografia, fazendo-os compreender o verdadeiro valor e a dignidade que possuem em Ti, amém.

Senhor Jesus, estende a Tua mão sobre as pessoas que se aprofundaram no mau caminho, tirando-as do perigo do crime e dando-lhes uma nova oportunidade de recomeçar com dignidade, amém.

Senhor Jesus, intercede por aqueles que hoje caminham no erro e no perigo, corta o laço com as más companhias e guia os passos deles para a estrada da honestidade e da verdade, amém.

Senhor Deus, quebra todas as correntes invisíveis da pornografia que aprisionam os pensamentos dos jovens, renovando a mente deles com clareza, modéstia e paz, amém.

O narcisismo religioso é a arte de transformar o 'assim diz o Senhor' em 'assim eu quero'.

No narcisismo gospel, Deus não é o Senhor, é o assistente pessoal de quem ora.

"96 Dias de Gratidão"

Senhor, obrigada por mais esse livramento, estou me sentindo assim, amparada pelos teus braços. A verdade é única e justa.

Que Deus seja sempre louvado. E que tua obra perpetue em cima de mim, me livrai dos enganosos, me livrai dos mentirosos, me livrai senhor assim, como sempre faz. Me trazendo a verdade a cada dia.

O tempo
como sempre:
É senhor de si
dita regras
e tem
toda razão. ⁠

O SUAVE SENHOR.

"AMAMOS ASSIM, POR NÓS MESMOS."
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

"Mau servo que fui, pois fiz apenas o que o meu suave e manso Senhor me pediu."

Existe uma forma de amar que ainda negocia. Ama enquanto é amado; serve enquanto é reconhecido; perdoa enquanto não é profundamente ferido. É um amor legítimo em seus primeiros passos, mas ainda condicionado pelas expectativas do ego.

Jesus, porém, inaugurou outra medida.

Seu amor não aguardava reciprocidade. Não florescia porque o mundo era bom; florescia porque Ele era bom. Sua misericórdia não dependia da conversão imediata daqueles que o perseguiam. Seu coração permanecia fiel à Lei Divina mesmo quando os homens lhe ofereciam ingratidão, abandono e a cruz.

É por isso que o Evangelho apresenta a imagem inesquecível do pai que jamais entrega uma pedra ao filho faminto:

"Ou qual dentre vós é o homem que, se seu filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra?... Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem." (Mateus 7:9–11)

Que extraordinária revelação!

Jesus não está apenas ensinando sobre a bondade de Deus. Está convidando cada consciência a tornar-se semelhante ao Pai. O discípulo aprende que o bem não deve ser resposta ao comportamento alheio, mas expressão natural do próprio Espírito.

Amamos assim, por nós mesmos.

Não porque o outro mereça.

Não porque haverá recompensa.

Não porque seremos compreendidos.

Mas porque, ao amar, preservamos a paz da própria consciência.

Quem odeia permanece ligado ao objeto do seu ódio. Quem alimenta o ressentimento torna-se prisioneiro da ofensa que desejava esquecer. O perdão, portanto, não absolve apenas o ofensor; antes de tudo, liberta quem perdoa.

Sob a luz do Espiritismo, compreendemos que toda ação moral grava-se no Espírito. Cada gesto de benevolência fortalece nossas faculdades superiores. Cada renúncia ao orgulho enfraquece antigas imperfeições. O beneficiado imediato pode até ser o próximo; contudo, a transformação mais profunda acontece naquele que pratica o bem.

Por isso Jesus não mandou amar apenas os amigos.

Mandou amar os inimigos.

Esse ensinamento seria absurdo se dependesse da simpatia. Porém, torna-se perfeitamente lógico quando entendemos que o amor cristão não é sentimento de preferência, mas decisão consciente de jamais responder ao mal com o próprio mal.

O Cristo sabia que ninguém prejudica mais a si mesmo do que aquele que alimenta o ódio.

Quando estendemos a mão ao caído, não enriquecemos apenas sua caminhada. Iluminamos a nossa.

Quando consolamos alguém, nossa própria alma aprende a linguagem da esperança.

Quando perdoamos, quebramos correntes invisíveis que nos prendiam ao passado.

Quando servimos, diluímos lentamente o orgulho que, durante séculos, sustentou nossas quedas.

Assim, o amor deixa de ser favor concedido ao próximo para tornar-se necessidade espiritual daquele que ama.

Amamos assim, por nós mesmos.

Porque desejamos conservar limpa a consciência.

Porque não queremos carregar o peso da amargura.

Porque escolhemos permanecer fiéis ao Cristo, ainda que o mundo não compreenda.

Porque servir ao bem é servir à própria evolução.

Talvez seja esse o sentido mais profundo das palavras do Mestre quando afirmou:

"Aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração."

Sua mansidão jamais foi fraqueza. Era o domínio completo de si mesmo. Sua humildade jamais significou submissão à injustiça. Era a perfeita consciência de viver inteiramente unido à vontade do Pai.

E nós? Ainda caminhamos.

Tropeçamos muitas vezes. Confundimos amor com dependência, perdão com esquecimento, caridade com reconhecimento.

Mesmo assim, seguimos.

Cada esforço sincero aproxima um pouco mais nossa alma daquele Modelo e Guia que jamais ofereceu pedras quando lhe pediam pão e que, mesmo recebendo espinhos dos homens, continuou distribuindo esperança.

Se algum dia pudermos dizer que amamos sem exigir recompensa, servimos sem esperar aplausos e perdoamos sem contabilizar ofensas, então teremos compreendido uma pequena parcela da grandeza do Evangelho.

Nesse dia, talvez também possamos repetir, com humilde gratidão:

"Fiz apenas o que o meu suave e manso Senhor me ensinou."

E descobriremos que, ao amar o próximo, jamais fizemos um favor a ele. Fizemos um bem, antes de tudo, à nossa própria alma.

Fontes

Bíblia Sagrada: Mateus 5:43–48; Mateus 7:9–11; Mateus 11:29; Lucas 6:27–36; Lucas 11:11–13; Lucas 17:10.

O Evangelho Segundo o Espiritismo, especialmente os capítulos XI (Amar o Próximo como a Si Mesmo) e XII (Amai os Vossos Inimigos).

O Livro dos Espíritos, questões sobre a lei de amor, justiça e caridade (629, 886 e correlatas).

"VEM HOJE TRABALHAR NA SEARA DO SENHOR."
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

(Mateus 21:28)

O Chamado Silenciado:

“Vem Hoje Trabalhar na Seara do Senhor”

Há uma frase simples e direta nos Evangelhos, esquecida por muitos, mas carregada de um poder moral que atravessa séculos:
“Filho, vai hoje trabalhar na minha vinha.” (Mateus 21:28)

É uma convocação — não para amanhã, não quando for mais conveniente, não quando o mundo estiver mais calmo — mas hoje.
Hoje, apesar das dores. Hoje, apesar das dúvidas. Hoje, apesar da nossa pretensa indignidade.

Contudo, o que fazemos nós, espíritas, quando ouvimos essa voz ecoando do Cristo? Muitas vezes, respondemos como o primeiro filho da parábola:
“Não quero.”

Ou pior: disfarçamos o “não” com justificativas longas e rebuscadas:
“Preciso me preparar melhor.”
“Não tenho tempo agora.”
“Estou passando por dificuldades.”
“Quando eu estiver mais forte, então irei.”

Essa postura é o que Emmanuel chamaria de desculpismo moral, aquela tentativa de encobrir a fuga do dever com capas de racionalização e espiritualidade passiva.

O Chamado Interior e o Labirinto das Desculpas.

A maioria de nós — sejamos sinceros — não diz 'não' com os lábios, mas diz com os atos. Somos especialistas em adiar: empurramos a caridade para depois, o estudo para mais tarde, o perdão para quando a dor passar, o esforço no bem para quando a vida estiver mais fácil.

Kardec nos alerta, em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo 20, item 4, que os trabalhadores do Senhor não são apenas os médiuns ou os que estão nas tribunas *( Saibamos entender ),
mas todo aquele que, tocado pela verdade, a pratica com coragem e perseverança.

E em O Livro dos Espíritos, questão 642, lemos:
“Para agradar a Deus e assegurar sua posição futura, bastará que o homem não pratique o mal?”
E os Espíritos respondem com clareza:
“Não; é necessário que faça o bem no limite de suas forças...”

Ou seja: a omissão também é queda moral.

A "Tragédia" do Pós-Porvir.

O Espiritismo, com sua beleza lógica e sua moral ativa, nos mostra que toda reencarnação é uma convocação. E quem posterga hoje, poderá clamar amanhã, mas sem mais tempo para atender.

Em O Céu e o Inferno, na segunda parte, os depoimentos de espíritos arrependidos nos cortam a alma. Muitos tinham conhecimento do bem e adiaram o serviço. Depois da morte,suplicam:
“Por que não fui quando Ele me chamou?”

A procrastinação do bem é o lamento dos espíritos lúcidos que não ouviram a voz do Mestre enquanto tinham tempo.
Essa é a grande tragédia do “depois”:
o trabalho de agora que nunca foi feito.

A Profundidade Psicológica da Chamada.

Do ponto de vista psicológico, a recusa ao chamado se enraíza no ego:
— medo de falhar,
— desejo de conforto,
— culto à autoimagem de perfeição antes de agir.

Segundo Joanna de Ângelis (O Ser Consciente, cap. 11), o Espírito em processo de despertar sofre com os conflitos do “dever” versus “desejo”. O ego tenta preservar-se, mas o Eu profundo anseia servir.

Jesus, com sua sabedoria transcendente, nos chama pelo coração, não pela conveniência.

E é por isso que a frase é tão direta:
“Vem HOJE.”
Ele sabe que o amanhã é apenas um nome dado à nossa fuga.

Nesta seara vasta de dores humanas, de lutas invisíveis e esperanças exaustas, o chamado do Cristo ainda ressoa:
“Filho, vai hoje trabalhar na minha vinha.” (Mateus 21:28)

Não importa se teus braços estão cansados, se tua alma está em frangalhos, se teu saber ainda engatinha.
Vai mesmo assim.
A seara não exige perfeição, exige coração disposto.
Não exige brilho, exige boa vontade.

A maior honra de um espírito desperto é saber que Jesus não chamou os mais fortes, mas os que tivessem coragem de tentar.

O trabalho no bem é o remédio das dores que carregamos. E quem se dispõe hoje, já está curando o ontem, e semeando luz para o amanhã.

"Espírita! A tua responsabilidade é do tamanho da luz que recebeste."

"O egoísmo é uma prisão invisível. O prisioneiro acredita ser senhor, mas apenas vai se encerrando em si mesmo."

​"Não foi no rosto que senti o teu beijo, Senhor,
Mas no âmago da alma, onde a dor se faz luz.
Teu hálito de paz dissipou meu desejo,
E a sombra do mundo rendeu-se à tua cruz."

Bênção do Senhor,
Felicidade em poder desfrutar
da Simplicidade do teu Amor
da riqueza do teu Olhar⁠.

A minha jornada nesta terra pela permissão do Senhor, ainda continua, pois a minha existência completou mais um ciclo, o início de um novo começo, Zelo de um Amor certamente inconfundível e que não tem preço

Compensando todos os dias difíceis, os tantos desequilíbrios e aquela velha sensação de ter chegado ao meu limite, mostrando que nada disso foi em vão e que cada avanço se mostrou ser muito significativo

Batalhas, regozijos, acertos, vitórias, erros, lágrimas e risos, lugares e pessoas, onde tudo faz parte da minha história e alguns permanecem comigo, de diversas formas entre várias situações, cujas principais trago na memória

Mais uma grande razão para que o meu coração esteja agradecido nesta data, somada a todas as bênçãos de Deus até agora, que tanto fortalecem a minha alma, renovam minhas forças e me fazem continuar a minha jornada.

O Senhor novamente com a sua imensa Misericórdia, demonstrando constantemente o seu Amor e a sua Infinita Bondade, permitiu que a Terra nos levasse para darmos mais uma volta em torno do Sol e bem que poderia ser um passeio simples e agradável, daqueles sem nenhuma tempestade, com tudo a nosso favor, só vivências de muitas felicidades, que tirasse a necessidade de um forte clamor

Entretanto, como sempre, foi na verdade uma grande aventura, muitos desafios, lutas novas e outras antigas, quando precisamos defender arduamente a nossa valiosa sanidade, assim, felizmente, chegamos perto, mas não ficamos loucos, apenas tomamos pequenas doses de loucura e também tivemos conquistas, perdas inevitáveis, muitas surpresas, umas maravilhosas, outras nem tanto e algumas nada agradáveis,

Tal instabilidade é evidente que preocupa, muitas vezes, estressa, chega a tirar o nosso sono, porém, é indispensável, fomenta o valor que atribuímos a cada bênção, aos momentos de sorrisos, boas companhias, ocasiões que nos alegram, que deixam a mente mais leve, os dias de glória a partir da simplicidade, de uma conversa breve, de relações mais duradouras, de poder notar os belos e numerosos detalhes, pertencentes a uma natureza gloriosa.

E depois de nos aventurarmos mais uma vez com a Terra, finalizamos mais uma volta e logo refletimos, agradecemos a Deus a respeito de um passado recente que não volta e o início de um novo ano que se aproxima, que, ao meu ver, não deve ser visto como um período de mudança e sim uma oportunidade de mudar, de usarmos o nosso tempo da melhor forma, de acordo com Deus e o seu Direcionamento, portanto, ainda seguimos para a próxima aventura.

Senhor, nos dias em que minha fé fraquejar e o horizonte parecer fechado, sussurra ao meu coração que o que Tu preparaste para mim é maior do que tudo que minha imaginação ousou sonhar.

Creia em Jesus como Senhor e Salvador da sua vida. Arrependa-se dos seus pecados e volte-se para Ele. Os dias são maus; escolha a luz e viva segundo a verdade.

No Tempo de Agora




Senhor, sou um viajante estelar em experiência em um planeta
Entre mares, céus, estrelas e cometas
Experimento a mente num corpo de carne, sangue de gametas
Que anda, pula, salta e se movimenta


Que tem por dentro construção imperfeita
Minha memória guarda flashes do que dizem ser ontem
Lembranças de uma vida de um tempo mais longe
Nem sei onde nem sei de onde


Saudades do que não vivi
Sem saber qual lugar foi lar de verdade
Aqui ou em lugar que não se compreende


O que chamam de avós, pais e irmãos
Me acrescentam apego, apreço e comunhão
A tal história da evolução
Tal qual pede o livro na parte da ressurreição


Não compreendo as lutas, as guerras, o ruim e o bom
Os falsos, os exatos, o mal e o bem
A fábula do belo, do feio e de mais quem
Sem nunca ter certeza de nada também


O que chamam de tempo contei
Até o ponto em que não é bom mais contar
Pois com ele perdi tudo
O que lutei pra juntar


E quanto mais o tempo passa
Mais difícil é entender
Se a vida foi longa demais
Ou se faltou tempo pra viver


Meu apego a uma mãe que me fez existir
Mas partiu sem nunca mais voltar
E nem deu tempo de me ver formar


Agora é o tempo de irem embora
Um a um, os amigos, irmãos e minha história
Meu coração que é de carne dói, recorda e só chora


Mas penso nas vidas que cruzaram a minha
E nas pessoas que pude ajudar


Talvez eu nunca tenha sabido
Quantas vezes minha palavra
Pôde fazer um caminho ser do bem
Quantas vezes proteger, ensinar e cuidar
Foi importante na parte da vida de alguém


E quando alguém parte
O que resta não me parece só saudade
É também a pergunta que ninguém responde:


Fiz o melhor que podia enquanto esteve aqui?


O que aprendi, ensinei, só ficou na memória
E o tempo também apaga as paredes do abrigo
Mas talvez alguma coisa permaneça
Na história de quem caminhou comigo
Mesmo que eu nunca saiba
Pois até o saber é sopro impreciso


Talvez viver seja isso
Ser passagem e companhia
Cruzar outras vidas
Por algum tempo, algum dia


Não saber de onde viemos
Nem saber para onde vamos
Mas poder fazer melhor
O tempo em que nos encontramos


Senhor, se existe um sentido
Que eu ainda não consigo entender
Talvez esteja no instante
Que ainda posso viver


Pois o ontem virou memória
O amanhã ninguém pode contar
E se existe algo sagrado
É acordar e ainda estar


Quando me despertar para ir embora
Que eu possa então recordar
Não tudo o que consegui juntar
Mas aqueles que pude amparar
As vidas que tocaram a minha
E o bem que pude deixar


Pois que viver é só um ato
Breve, imperfeito e humano — alma que implora por tempo
Uma passagem entre dois mistérios
No tempo de agora.

"O Senhor, que é pai, mãe, filho e espírito santo,
dai-me poder escolher os meus sonhos antes de dormir..."
Amém!
☆Haredita Angel