O Segredo da Amizade
CANTAROLANDO O SERTÃO
E essa minha canção
tem cheiro de terra molhada
atravessando a estrada
no meio do mato verde.
É uma cantiga faceira
que traz lembrança estradeira
e na fonte de água docinha
eu vou matar a minha sede.
Cantando eu sigo os caminhos
canta o galo e os passarinhos
a chuva que molha essa terra
e a semente que vou plantar.
A vida aqui no sertão
que alegra o meu coração
e a lua da cor de prata
me convida a enamorar.
E quando é de tardezinha
com aquela beleza todinha
as cores lá no poente
presente no mesmo prazer.
Mas quando chega o dia
o sol é quem irradia
seu brilho e a sua luz
que a natureza quer viver.
O elogio é como a luz do sol para o ardente espírito humano; sem ele, não florescemos e crescemos. Mas, enquanto muitos de nós estamos preparados para soprar contra os outros o frio vento da crítica, de algum modo relutamos em dar ao próximo o aquecedor raio de sol do elogio.
“Ali estava sendo gasto dinheiro do povo, eu era o responsável, por isso, eu tinha muita atenção com tudo, para que não houvesse desperdício, para que cada casa tivesse a mesma qualidade da outra, e que todo morador recebesse sua moradia sem nenhum defeito. O prefeito tem que ter zelo, pois cada voto recebido dos moradores é uma espécie de cheque em branco que você recebe para ajudar a administrar o futuro de cada um. Essa responsabilidade faz com que a gente tenha o máximo de carinho e empenho para realizar o trabalho da melhor forma possível para corresponder às expectativas e, o principal, sempre com muita transparência, prestando conta de tudo, foi o que sempre fiz.”
“A minha vida
é limpa, meu nome é limpo, gosto das coisas limpas.
Ver nossa cidade limpa me faz bem, me faz feliz”
No fundo você sabe que não me ama, Elena. Você só precisa de alguém que continue te amando, apesar dos pesares. E infelizmente, esse alguém sou eu, até o momento que você decidir que o meu amor não é mais o bastante para acariciar o seu ego e suprir sua carência. E logo em seguida você vai me jogar em um canto qualquer, como se meu coração fosse uma peça de roupa que não te serve mais.
Mas tem que deixar doer como nunca doeu. Você acaba se acostumando de uma vez por todas com a dor e aprende a não deixar doer nunca mais.
Tu tinhas tudo o que todo mundo quer, mas preferiste perder por uma aventura. Atrasaste minha vida, meus planos, meu futuro e enquanto fazias isto, sorrias como se eu fosse importante, como se tivesses medo de me perder, como se me amasses. Mas eu fui apenas mais um na tua estante de corações colecionáveis.
Essa ideia de finitude e separação me fez apreciar mais ainda a vida. Naquele leito de hospital passei a curtir melhor cada segundo, cada palavra de carinho e gesto de delicadeza a mim dirigidos.
Foi com saudades daquela cidade, daquela gente que quase me viu nascer que parti e fui parar no sul do Maranhão.
Não há mal que não tenha uma ponta de benefício. Lembre-se de algo que não deu certo em sua vida. De alguma forma você saiu fortalecido.
A dor exerce um papel importante em nosso cotidiano. Ela nos acrisola, nos aprimora, nos prepara melhor para a vida.
Não precisamos a todo custo evitar as dores, nem tampouco esquecê-las. Elas virão de qualquer forma. Algumas vêm para nosso próprio bem.
Talvez seja um exemplo de sabedoria desapegar-se de uma ideia ou pessoa quando estas estão lhe trazendo apenas sofrimento.
Vizinhos de tempo e espaço
Talvez, por estarmos distraídos, não percebemos o quanto a vida é cheia de nuances que beiram a magia. Um desses detalhes que normalmente nos passam despercebidos é a incrível e quase divina coincidência que faz com que as pessoas se tornem vizinhos de tempo e espaço.
Um exemplo é o encontro do casal Oswaldo Stival e dona Edith, ambos descendentes de diferentes famílias italianas que migraram para o Brasil no século XIX. Se a família Stival tivesse vindo “fazer a América”, e a família Spessoto (Peixoto) tivesse permanecido na Itália, o encontro entre o casal que descobriu o amor quase um século depois que seus descendentes chegaram por aqui, não teria acontecido. Se Oswaldo Stival e dona Edith tivessem nascidos em épocas diferentes, o desencontro seria certo, ou seja, essa vizinhança de tempo e espaço (pois ambos nasceram na mesma época e na mesma cidade) permitiu que se conhecessem, convivessem e se apaixonassem.
A incrível e quase divina coincidência que os aproximou é a mesma que dá ao leitor a oportunidade de se emocionar com uma linda história de vida e de amor.
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