O que somos em cada Momento e o Resultado da Soma

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Todos nós somos grandes! Mas às vezes, apenas, deixamos de acreditar nisto.

Então!
Disfarçar minha dor
Eu não consigo dizer:
Somos sempre bons amigos
É muita mentira para mim...

O cadáver é que é o produto final. Nós somos apenas a matéria-prima.

Se todos somos iguais, a quem amamos?

Fomos contagiados por um vendedor de ideias que nos ensinou a não negar o que somos.
Antes desse contágo, éramos todos "normais", estávamos todos doentes. Queríamos de alguma forma
ser deuses, sem saber que ser deus é andar sobrecarregado, tenso, pesado, com o compromisso neurótico
de ser perfeito, de se preocupar com a imagem social, de dar importância vital para a opnião
alheia, de se cobrar, se punir, exigir. Perdemos a leveza do ser. Parecíamos zumbis engessados pelos nossos
pensamentos estreitos. Fomos educados para trabalhar, crescer, progredir e infelizmente
também para ser especialistas em trair a nossa essência no diminuto parêntese do tempo em que
existimos. Em que fábrica de loucura vivemos?

Somos roteiristas da nossa própria história, podemos dar o final que quisermos para nossas cenas. Mas temos que querer de verdade. Querer pra valer. É este o esforço que nos falta.

Somos um planeta vivo, Sofia! Somos um grande barco navegando ao redor de um sol incandescente no universo. Mas cada um de nós é um barco em si mesmo, um barco carregado de genes navegando pela vida. Se conseguirmos levar esta carga ao porto mais próximo, nossa vida não terá sido em vão.

Todas as paixões são boas quando somos senhores delas, e todas são más quando se assenhoreiam de nós.

Nós, mulheres e o clima, somos assim. Temos os nossos momentos de outono e inverno, mas sempre voltamos a ser primavera e verão.

Neste mundo, somos todos aprendizes, e quando alguém pisa fora da linha, não nos cabe discriminá-lo ou puní-lo, mas pegá-lo pelo braço e dizer "vem por aqui." Sozinhos, não chegaremos a lugar nenhum.

Deus é ilimitado. Somos limitados pela capacidade do nosso cérebro, pelo tempo, pela sobrecarga de relacionamentos, pelas responsabilidades (uma pessoa só pode estar em um treino de futebol de cada vez) e pela paciência. Deus não tem limite algum para seu tempo, poder, conhecimento e amor (Salmo 147:4,5)"

A pior desgraça para nós é desdenhar aquilo que somos.

Quem dera fôssemos apenas homens, mas somos DeMolays.

Walt Disney

Nota: DeMolay, Chevalier e Legionário

Nós estamos mudando a todo instante, mas não podemos perder a essência de quem somos.

Poderíamos ser tão felizes, poderíamos ser tão amor… Mas simplesmente hoje somos apenas distantes.

"Jamais somos medíocres quando dispomos de muito bom senso e de muito sentimento."

"Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice. Paixão termina, amor não. Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa."

Porque nosso mal é este: pensar demais. Nós, as reconhecidas como sensíveis e afetivas, somos, na verdade máquinas cerebrais. Alucinadamente cerebrais. Capazes de surtar com qualquer coisa, desde as mínimas até as muito mínimas. Somos mulheres que nunca estão à toa na vida, vendo a banda passar, e sim atoladas em indagações, tentando solucionar questões intricadas, de olho sempre na hora seguinte, no dia seguinte, planejando, estruturando, tentando se desfazer dos problemas, sempre na ativa, sempre atentas, sempre alertas, escoteiras 24 horas. Nascemos doidas. Por isso somos tão interessantes, é verdade.

Somos feitos pelos mil encontros dentro de nós... tudo que vivemos, aprendemos, sentimos, perdemos ou ganhamos. E que sejamos humildes ao ouvir nossa intuição, ao realizar o necessário trabalho de transformar esses encontros numa festa... na qual, o primeiro convidado seja o perdão.

"Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo. Atirada
no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um
botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de
qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom
resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o
olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no
rosto. Linda.