O que os Olhos não Vêem

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⁠Gratificante é ter pessoas que vêem potencial em você e te apoiam, te motivam, pois sabem que você é capaz, e querem realmente te vê vencer.

⁠Todos vêem e dizem que existe alegria no meu olhar, no meu sorriso
Mas não sabem o motivo
Que é você quem me faz sorrir do nada, me faz sonhar mesmo acordado , me dá desejar mesmo ainda não tendo
A sua beleza me faz sorrir, sua essência me faz sonhar, sua simpatia me dá força e você me faz acreditar que ainda existem sentimentos verdadeiros te quero pra sempre.

São muitos que batem palmas quando vêem morrer um indígena lutando por seu direito. Dizem assim: são invasores, eles que estão errados e merecem morrer, são preguiçosos para que precisam de terra?⁠

⁠pensamentos vêem e vão, me pego perdido em meu próprio pensar.

⁠Eu tenho um dom. Eu vejo pessoas, lugares. Coisas que outros não veem.

sobre o luar
lembranças me vêem
e lágrimas rolam
sobre o sol
lembro do seu sorriso
quando percebo que choro
lembro do seu abraço
quando dizem que o tempo cicatriza
sei que nunca irá
se for sobre você
não quero me esquecer
quero me lembrar
daqueles dias
que estávamos em desacordo
dos que brigamos
mas também quando sorrimos
principalmente do seu
do seu sorrisos á lágrimas
de seus momentos importantes e embaraçosos
de sua vida que acompanhei de perto
e quando te vê de novo
te contarei o quanto falta me fez
e darei um abraço com lágrimas no rosto.

⁠Trabalho mais do que vêem, ganho menos do que pensam, tenho menos do que acham .

Os homens me veem como objeto, as garotas me odeiam, todos me acham maluca e toda hora eu sou presa.

Quando vocês são pequenos, é fácil ser pai. Vocês não veem quem a gente é de verdade. Só veem as coisas boas. O que queremos que vejam. Mas algum dia vocês crescem e partes que você não gosta de ter ficam cada vez mais difíceis de esconder.

⁠As vezes amadurecer é ver muito além do que os outros vêem.

⁠Tenho andado por aí com a Alma despida, sem me importar como me veem...

Quem olha com atenção enxerga milagres onde outros veem rotina.

Os ratos imundos que me veem todo tempo, são os mesmos ratos que fingem não ver. Fazem-se de bons, de limpos e de burgueses, até gentis pensam ser, mas afinal, os ratos sempre serão os ratos, que saíram de suas sarjetas, afim de que seus status de "gente" fizesse-se assim esquecer de suas vidas cheias de imundícies e hábitos repugnantes, que ainda estes fazem parte de seu ser.

Eles me ouvem, mas não me escutam. Eles me veem, mas não me enxergam. Falo com diversas pessoas, mas eu realmente converso é com poucos. O mundo, hoje em dia, vê, ouve, fala, mas o que importa, não acontece. Sabe isso me deixa confusa e irritada. Será que um dia vou encontrar alguém que seja como eu, ou melhor, que tenha uma alma como a minha? Espero que sim... Mas não é somente isso que me deixa irritada, somente olhando meu lado, e sim, olhando o futuro. Será que no futuro não existiram pessoas que olham as almas das mesmas antes de olhar o saldo bancário e a aparência?

Quando ve-em cara não ve-em coração !

Respeito aqueles que pensam livremente, pois estes veem o mundo a minha maneira. Tenho pena daqueles maleáveis e que são facilmente manipuláveis.

A compaixão enxerga feridas onde outros veem defeitos.

Sensibilidade é enxergar cores onde outros só veem sombras.

Entre o desejo e a realização existe uma ponte frágil chamada esforço, que muitos veem mas poucos se atrevem a atravessar completamente.

Veem-me cinzento.
Mas não é por falta de cor —
é por não pintarem devagar.

Não sou o que mostro.
Sou o que seguro para não cair.
O que calei para não ferir.
O que deixei por dizer
quando me disseram que já não havia tempo.

Aprendi a vestir sombras
com a dignidade de quem sabe
que até a noite tem camadas.

Ergui castelos no ar
com mapas rasgados.
Com linhas tortas, sim,
mas desenhadas com silêncio aceso.

Procurei luz sem a pedir.
Preferi arder por dentro
a que me apontassem o fogo.

E quando me disseram que o mundo era
preto ou branco,
guardei as cores no bolso.
Não para esconder —
mas para que alguém as quisesse ver.

Sou feito de todas as coisas
que não se veem à primeira.
De silêncios que gritam.
De memórias que ainda não aconteceram.
De palavras que nasceram antes da boca.

Não preciso de ser lido.
Mas se me lerem, que não me distorçam.
Procurem a cor, não as trevas.
As que tremem.
As que resistem.
As que sou.