O que eu sou
Eu sou uma subjetividade, mas não sei o que sou a não ser naquilo que faço. Porque quando faço algo, eu me "re-conheco", isto é, eu conheço a mim mesmo de novo.
Eu sou aquela
Que ama, com medo de se arrepender.
Que enves de rir, quer chorar.
Que vai embora, quando quer ficar.
Que acredita em o que diz, mas nao tem certeza.
Que confia hoje, mas nao sabe o ontem.
Que se sente sozinha, mesmo quando tah perto
Que decide, e depois volta tras.
Aquela que quer dizer nao, mais acaba dizendo sim.
Me deu vontade de cantar, sacudir, me levantar e uma saudade de gritar: "EU SOU LIVRE".
A esperança não morreu, um novo dia amanheceu e a liberdade... olha eu sei ainda existe.
Hoje eu nao quero saber se o Papa morreu ou se o mundo ainda esta em crise.
Hoje eu não tenho nenhuma pressa, então nada me stressa, então nem vem de ideia triste.
Não há como convencê-la de que isto não é mais um truque deles, mas não importa. Eu sou eu e não sei quem você é, mas te amo.
Chuva cai lá fora e aumenta o ritmo,
Sozinho eu sou agora o meu inimigo intimo,
Lembranças más vem, pensamentos bons vai..
Parabéns, você acaba de esgotar a minha paciência! E olha que eu sou bem calma com quem eu gosto; mas você conseguiu, passou por cima da minha tranquilidade, pisoteou minha calmaria. Quando a gente gosta, a gente passa por cima de tudo, fecha os olhos pros mil defeitos da pessoa; mas indecisão meu amor, não dá pra suportar. Tô cansada de te ver em cima do muro, escolhendo a melhor hora pra descer. Pra qual lado, só Deus sabe. Me irritei com esse seu medo de viver, de cair, de quebrar a cara. Chega! Não dá pra ficar se protegendo de tudo; e correr riscos às vezes faz bem, sabia? Só vim aqui te avisar que você não é mais uma criança assustada com a vida, com o amor e com todo o resto; então vamos tira logo essa fralda e ter uma conversa de gente grande. Eu só quero deixar as coisas bem claras entre a gente, só quero me situar e saber onde eu tô pisando, se esse chão é tão firme o quanto eu penso que é. Responder as minhas perguntas não dói, eu te garanto, eu sempre respondo as suas e nem por isso a minha língua apodreceu. Então vai, me fala, o que eu significo pra você? Pode me falar sem medo, me responde sem pestanejar, me diz o que você sente. Fala logo de cara, fala logo na cara. Diferente de você, eu sou forte e aguento esse tranco, tô pronta pro que vier. Sabe, eu gosto de você. Gosto mesmo. De verdade. O que eu mais quero é que a gente se entenda, que acabe logo esse seu medo pra que a minha insegurança vá embora de uma vez. Eu quero o nosso bem. Eu quero nós juntos. Entende agora porque eu não consigo mais aceitar a sua loucura? Se o que você precisava saber era isso, tá aí escancarado pra todo mundo ver: eu gosto de você, gosto muito aliás. Então faz assim, vê se desse logo desse muro, porque eu não nasci heroína pra salvar donzelos em perigo.
Eu sou
O que você nunca quis dizer
Mas eu nunca tive dúvida
É como que não importe o que eu faça
Eu não posso convencer você
Apenas a me ouvir dessa vez
Então, eu deixo acontecer, observando você
Virar as costas como você sempre faz
Abaixe o rosto e finja que eu não estou
Mas eu estarei aqui
Porque você é tudo que eu tenho
Eu sou o livro que
ninguém quer ler, a
música que ninguém
quer ouvir, o filme que
ninguém quer ver. Eu
sou a poesia sem
sentido, o texto sem
pontuação, o erro sem
solução. É, eu sou.
Eu sou uma mulher guerreira, que todo dia acordo muito bela, confiante e disposta a viver a vida dignamente, com muito amor e muita fé em Deus. Ele é o meu guia e o meu maior protetor!
E eu sou assim mesmo. Esse turbilhão que por onde passa leva tudo ao redor, leva porque não tem saída efusiva. Leva por incerteza. Leva só por levar um bocadinho ali, outro mais a frente... E assim a vida vai seguindo. Vai seguindo porque ninguém é de ferro, ninguém deixa tudo passar sem olhar pra trás, ninguém deixa de se arrepender – a não ser que esteja morto -, vai levando a vida, assim, na calmaria. Porque se tem pressa tudo estraga. Estraga porque a vida é só uma e tudo que é demais perde a graça. Eu me perco mesmo nesses meus desatinos, nesses meus repentinos, nesses meus cálculos de frieza constante – como se eu fosse algo definido – e constantemente digo a mim mesmo: “Não sei”. Não sei que hora ela liga e diz que volta, nem sei mesmo que horas eu volto amanhã, se estou pra amanhã, meu humor é mesmo assim, inconstante, tão inconstante que me faz ter ódio do que eu amo agora.
E não sei, não sei de novo, nem sei quando vou saber...
A grande diferença entre você e eu é que eu sou mais eu. Sou mais atenta, mais sincera, mais amiga, mais educada, mais presente, eu sou mais eu.
E, em sendo mais eu, não quero mais você.
Não quero migalhas, choro, lamúrias, só não quero mais você. Você que não aprende, não cresce, não anda ao lado, e precisa estar em várias janelas pra se sentir mais você. Você que não se reconstrói, não luta, não se mostra verdadeiramente, não sabe se dar, não sabe amar, não se apega e não é grato. Você que se aproxima só quando precisa e tenta sugar e sugar e explorar. Chega de desculpas esfarrapadas, de mentiras, chega da ilusão de sentimentos, de pensamentos, de mesmice, de pedidos, chega de você.
Sigamos nas nossas vidas, sonhos, ideais, mas em rumos diferentes, cada um rumo ao que se sonha. Eu sonho ser melhor, ser mais, não preciso de você.
Eu sou assim: sem "meio termo", sem "porquês", sem "mais nem menos", ou "é" ou "não é", não tem meia estrada e nem rodeios. Não sei fazer nada pela metade, nem de qualquer jeito, não sei amar um pouco, não sei ser "meia amiga", não sei dizer MEIA VERDADE. Sou o que sou, assim, simples, verdadeira, intensa, sou como o vento que passa e registra sua presença. Priscilla Rodighiero
