O que as Pessoas Querem que a Gente Seja

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Onde há fé, há caminho

Que o nosso dia seja de gratidão ao Pai Celestial;
que, a cada amanhecer, a nossa fé se renove;
que a Tua luz guie os nossos passos;
que o Teu amor se revele em tudo;
e que os nossos caminhos sejam conduzidos à prosperidade.

O tamanho do teu sonho pouco importa; que seja colossal a tua predisposição.

Por mais loquaz que seja, a retórica utiliza a simplicidade como uma de suas premissas fundamentais.

Que tudo o que pesa sobre sua alma seja removido; a bonança seja sempre a bandeira dos seus dias.

Apagar a estrela de alguém não fará a tua reluzir. Seja uma chama que irradia a própria luz.

Mesmo que um determinado professor ou professora tenha quatro diplomas, ou seja, embora possua pós-doutorado. É preciso humildade e paciência quando os estudantes pedirem orientação ou ajuda, pois todo professor de excelência já foi um "reles" estudante.

Quem valoriza o trabalho voluntário, ou seja, o trabalho não remunerado é um profissional altruísta. Logo, também irá valorizar o seu trabalho remunerado, por mais simples que seja.

Os seus olhos e seus ouvidos são mais importantes que sua boca. Ou seja, aprenda a observar mais as pessoas e escute atentamente quando alguém te falar alguma coisa. Quem consegue conversar olhando nos olhos é alguém verdadeiro e que vale muito a pena manter um vínculo afetivo.

Aprender a conviver com seus desertos te fará mais forte e resiliente. Se autoconheça, seja uma pessoa autêntica. Logo terá mais autoconfiança e será feliz.

Pare e pense ao menos por cinco minutos e tente escrever uma frase de sua autoria. Seja um multiplicador de ideias e de ideais.

Seja uma pessoa motivadora. Não humilhe sua equipe.

Se autoconheça, mantenha o equilíbrio e seja responsável.

Se os presídios se tornaram poderosas incubadoras de facções, talvez a prisão domiciliar seja só um jeito torto de afastar criminosos da pós-graduação.

Talvez um dos maiores riscos da Preguiça de Pensar seja nos apaixonarmos pelos que fingem que o fazem.

Talvez o maior risco da Preguiça de Pensar seja nos apaixonarmos pelos que fingem fazê-lo.

Num mundo onde quase tudo pode ser dito, mas quase nada escutado — talvez o bom ou mau-humor seja nocivo aos Donos da Verdade que não conseguem se despir da Toga do Moralismo.


Onde se fala muito e ouve-se muito pouco — o ruído é constante, e o humor se torna muito perigoso.


Talvez o bom ou o mau-humor sejam nocivos apenas aos donos da verdade, esses que vestem a toga do moralismo como se fosse um escudo contra qualquer desconforto.


Não suportam o riso porque o riso desarma, não suportam a ironia porque ela revela, e não suportam o espelho que o humor, em sua essência, quase sempre oferece.


Enquanto o mundo se divide entre os que falam e os que reagem, o ouvir continua sendo o ato mais revolucionário — e o rir de si mesmo, o mais Libertador.


Pois, para os que não conseguem rir de si próprio, as palavras perdem o dom de tocar para alimentar o vício de ferir.

⁠Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitos depressivos vivem à exaustão, de tanto morrer a prestação.

Bendito seja Deus, que teve o cuidado de escolher o 28.º dia de outubro — ou nada — para me favorecer com a graça de confiar-me àquele que veio para laurear meus dias e, por vezes, salvar-me até de mim mesmo: o Homem da minha vida!


A ti rogo toda sorte de bênçãos, em nome de Deus Pai, de Deus Filho e do Espírito Santo.


Sei bem que tu sabes, mas a minha eterna gratidão pela tua existência — e a certeza da finitude da vida — obrigam-me a repetir: te amo, filhão!


Feliz aniversário!


Ao meu filho amado, Alessandro Teodoro Jr.!

⁠Talvez a mais sutil das violências seja a de tantos cidadãos de bem — que consomem sem se importar de onde vem...


Vivem do jeitinho que lhes convém e só enxergam culpa nos Bandidos Assumidos e no Estado.


Enquanto boa parte da sociedade se embriaga com o Espetáculo do Confronto — Helicópteros, Caveirão, Operações, Manchetes e Discursos Inflamados — a verdadeira violência continua onde sempre esteve: no cotidiano do cidadão comum que normalizou o Jeitinho, a Indiferença e a Conveniência.


E a minha indignação é tão grande, mas tão grande que já não quero só escrever; agora meus dedos querem gritar.


Mas o grito, se não for lúcido, vira só mais um ruído — e tudo que eu não quero é apagar fogo com gasolina.


Não dá para insistir em colocar a violência somente na conta do Braço Armado do Estado ou na dos Bandidos Assumidos — enquanto estes últimos, por vezes, sobrevivem às nossas próprias falhas.


A pergunta que não ousamos fazer é: E se não consumíssemos os produtos deles?


Se a indiferença e o jeitinho deixassem de alimentá-la, talvez a violência perdesse parte de sua força silenciosa.


E, no fim, talvez tudo que eu precise fazer seja deixar cair o pincel — para que a consciência de cada um pinte o quadro que o mundo precisa.

⁠Talvez o jeitinho mais charmoso de escapar das insídias da polarização seja instigar os próprios neurônios.


E, quem sabe, instigando-os, consigamos tirar para dançar os apaixonados por ela — sem precisar dançar no mesmo ritmo, pisando em pés ideológicos.


O difícil é provocar alguém a pensar com a própria cabeça quando o aluguel já foi pago pelos discursos prontos, pelas frases feitas, bordões ou slogans.


O conforto das frases feitas é tentador e embala muita mente cansada.


Pensar dá trabalho...
Repetir, nem tanto.


É muito mais fácil vestir um discurso à pronta entrega do que costurar uma ideia.


Mas o exemplo ainda tem o poder de constranger a preguiça mental que a polarização — reinventada — promove.