O que as Pessoas Querem que a Gente Seja
Talvez seja esta a crueldade do tempo: ele não nos conduz para outro lugar; transforma lentamente o lugar onde sempre estivemos, até que um dia acordamos estrangeiros dentro da própria existência.
Que cada escolha que fizermos hoje... seja aquela que nos permita olhar para trás com carinho amanhã... e ter sempre motivos para sorrir.
Em tempos de redes sociais é mais importante que a postagem seja curtida, visualizada ou absorvida?
21/04/26
Eu escrevo no pensador
Para chegar no seu coração
Pare de brigar por besteira
E seja o amor e a paixão
Viver talvez seja o mais silencioso dos fardos: suportamos a existência sem contrato de recompensa, caminhando entre perdas, desejos e ilusões, enquanto o tempo transforma tudo aquilo que amamos em lembrança.
Talvez sucesso seja apenas isso: continuar caminhando sobre a estreita linha que separa a existência do abismo, sabendo que não há garantia de chegada — apenas a escolha, absurda e silenciosa, de não parar enquanto ainda se pode dar um passo.
A vida é uma mudança permanente, e talvez seja justamente essa a sua maior crueldade: nada permanece verdadeiro por tempo suficiente para merecer nossa certeza.
Queria viver intensamente, seja na alegria ou na tristeza não importa a situação sentir aquilo que eu nunca senti me arrepender e depois rir mais meu medo já me impede de usufruir do prazer que é viver de ser feliz.
O silêncio mata
Não porque seja barulhento.
Não porque seja violento à primeira vista.
Mas porque é limpo demais para incomodar quem prefere se sentir correto.
O silêncio é o álibi dos que sabem.
É o abrigo moral de quem entende exatamente o que está acontecendo, mas escolhe não tocar no assunto.
Não por dúvida.
Por conveniência.
A sociedade não falha por falta de discurso.
Ela falha por excesso de encenação.
Defende valores em público e os abandona no primeiro instante em que eles exigem atitude.
Todo mundo reconhece a injustiça quando ela acontece com os outros.
O problema começa quando reconhecê-la exige posicionamento.
Quando exige perda.
Quando exige coragem.
É nesse momento que o silêncio aparece travestido de maturidade, de equilíbrio, de bom senso.
Mas não é nada disso.
É medo.
É cálculo.
É autopreservação.
O silêncio não é ausência de opinião.
É a decisão consciente de não agir.
É a escolha de proteger a própria imagem enquanto alguém suporta o peso inteiro da violência.
Quem se cala não está fora do problema.
Está dentro dele.
Sustentando.
Normalizando.
Permitindo.
Nenhuma estrutura injusta sobrevive apenas pela força de quem oprime.
Ela sobrevive porque encontra terreno fértil em quem observa e não interfere.
Em quem percebe, mas não confronta.
Em quem prefere não se comprometer.
A verdade desconfortável é esta:
muita gente não se cala porque não sabe o que fazer.
Cala porque sabe exatamente o que deveria fazer
e decide não fazer.
O silêncio é a forma mais educada de traição moral.
Não deixa marcas visíveis.
Não compromete discursos.
Mas cobra um preço alto de quem sofre e um preço invisível de quem se omite.
Uma sociedade que se orgulha do próprio silêncio não é pacífica.
É treinada para evitar responsabilidade.
E todo mundo que lê isso sabe, no fundo,
em que momento escolheu calar.
Em que situação desviou o olhar.
Em que instante preferiu não se envolver.
Não é acusação.
É espelho.
Porque quando o silêncio é confortável demais,
é sinal de que alguém está pagando o custo no lugar de quem se cala.
E isso, cedo ou tarde, exige reflexão.
“O maior limite jurídico do poder talvez seja lembrar ao poderoso que sua autoridade termina onde começa a dignidade de outro homem.”
Talvez amar seja renúncia ...
Talvez amar seja liberdade...
O amor não é e nunca foi egoísta...
Amar é se sentir livre, confortável ...
Ninguém é feliz preso em gaiola ..
Ninguém é feliz sufocado ...
O amor não cobra, não dói, não entristece...
Amar é dar sem esperar receber.. aquele que ama esperando algo em troca não sabe o verdadeiro sentido do amor ...
É cada um com o seu cada qual.
E no final das contas, verdade seja dita, nenhum ser humano, deveria ser considerado plenamente normal.
Declare seu amor a Capoeira!
Participem das rodas, mas não seja mais um(a) vaidoso(a)! Afinal ter humildade é preciso, tanto quanto respirar. E praticando assim: é emanar filosofia, trovas e paz...
Pratique o Autoperdão: Todos nós estamos sujeitos a falhar. Não seja tão duro(a) consigo mesmo(a); use essa experiência para se tornar a pessoa que você realmente quer ser. P.G
Quando nos apegamos demais a algo—seja um hábito saudável, o trabalho, uma comida boa ou até uma pessoa—corremos o risco de perder a nossa autonomia e o equilíbrio emocional. P.G
**“Talvez uma das formas mais profundas de ingratidão seja devolver o esquecimento àqueles que, um dia, nos ensinaram o valor da presença, da lealdade e da gratidão.”**
