O que Aristoteles Pensa sobre a Politica
Sinto o povo murcho. Não é para menos. Com a classe política que tem, não há Viagra que endireite Portugal.
O amor é semelhante a política. As vezes nos entregamos de coração, ouvimos promessas de um futuro melhor, mas nos decepcionamos.
Entretanto nem tudo está perdido, assim como haverá novas eleições e poderemos encontrar candidatos melhores o mesmo acontece com nosso coração.
AMOR = POLÍTICA.
O candidato é errado quando ele te oferece um cesta básica ao invés de oferecer um futuro em que você possa comer melhor, e no amor acontece o mesmo. O candidato é errado quando ele te oferece emoção uma noite ao invés de te oferecer paixão a cada novo amanhecer.
Na política brasileira as pessoas se vendem pelos seus próprios direitos.
Em homenagem ao meu professor Anibal.
Não importa o que você é!
Não importa a sua religião, raça, a política que segue...a sua SEXUALIDADE.
O que verdadeiramente importa é que sejas feliz da forma que você mais julgues certo!
DIVAGAÇÕES NA BOCA DA URNA (Pequenas Epifanias)
Política é exercício de poder, poder é o exercício do desprezível. Desprezível é tudo aquilo que não colabora para o enriquecimento do humano, mas para a sua (ainda) maior degradação. Como se fosse possível. Pior é que sempre é.
Ah, a grande náusea desses jeitos errados que os homens inventaram para distrair-se da medonha ideia insuportável de que vão morrer, de que Deus talvez não exista, de que procura-se o amor da mesma forma que Aguirre procurava o Eldorado: inutilmente.
Porque você no fundo sabe tão bem quanto eu que, enquanto a jangada precária gira no redemoinho, invadida pelos macacos enlouquecidos, e você gira sozinho dentro da jangada, ao lado da filha morta com quem daria início à primeira dinastia — mesmo assim: com a mão estendida sobre o rio, você julgará ver refletido no lodo das águas o brilho mentiroso das torres de Eldorado. E há também aquela outra política que os homens exercitam entre si. Uma outra espécie de política ainda menor, ainda mais suja, quando o ego de um tenta sobrepor-se ao ego do outro. Quando o último argumento desse um contra aquele outro é: sou eu que mando aqui.
Ah, a grande náusea por esses pequenos poderosos, que ferem e traem e mentem em nome da manutenção de seu ego imensamente medíocre. Porque sem ferir, nem trair, nem mentir, tudo cairia por terra num estalar de dedos. Eu faço assim — clack! — e você desmonta. Eu faço assim — clack! — e você desaparece. Mas você não desmonta nem desaparece: você é que manda, essa ilusão de poder te mantém. Só que você não existe, como não existe nem importa esse mundo onde você se julga senhor, O outro lado, o outro papo, o outro nível — esses, meu caro, você nunca vai saber sequer que existem. Essa a nossa vingança, sem o menor esforço.
Mais nítido, no entanto, que as ruas sujas de cartazes e panfletos, resta um hexagrama das cores do arco-íris suspenso no centro daquele céu ao fundo da rua que vai dar no mar.
É o único rosto vivo em volta, nunca me engano. Chega devagar, pede licença, sorri, pergunta: “E você acha que aqui também é um deserto de almas?” Não preciso nem olhar em volta para dizer que sim, aqui também. E os desertos, você sabe — sabe? — não param nunca de crescer.
Ah, esses vastos desertos em torno das margens do rio lodoso e tão árido que é incapaz de fertilizá-las. Da barca girando no centro do redemoinho, se você estender a mão sobre as águas escuras e erguer bem a cabeça para olhar ao longe, julgará ver as árvores, além do deserto que circunda o rio.
Entre os galhos dessas árvores, macacos tão enlouquecidos quanto aqueles que invadem tua precária jangada, pobre Aguirre, batem-se os humanos perdidos em seus pequenos jogos que supõem grandes. Para sobrepor-se ao ego dos outros, para repetir: sou eu que mando aqui. Para fingir que a morte não existe, e Deus e o amor sim. Pulando de galho em galho, com seus gestos obscenos e gritinhos histéricos, querendo que enlouqueças também. Os dentes arreganhados, os macacos exercitam o poder. Exercitam o desprezível nos escombros da jangada que gira e gira e gira em torno de si mesma, sempre no mesmo ponto inútil, em direção a coisa alguma, enquanto o tempo passa e tudo vira nada.
Do meu apartamento no milésimo andar, bem no centro da ilha de Java, levanto ao máximo o volume do som para que o agudo solo da guitarra mais heavy arrebente todos os tímpanos, inclusive os meus.
Se os Brasileiros aplaudissem , reclamassem, protestassem,
exigissem da nossa política, educação, art., saúde e meio-ambiente, como
se faz no futebol teríamos não só um time vencedor e sim um país inteiro!
O papel da oposição política é aparar as pontas que machucam a Sociedade.
Lixar entre si as unhas que exorbitam na prática e no imaginário do Governo.
Nossa política é como uma casa de vidro; temos as pedras, e a chance de atirá-las, mas as pessoas tem medo de se cortar com os cacos!
A missão da filosofia política não é inventar uma sociedade melhor (ou mais provavelmente pior), mas criar os instrumentos intelectuais que permitam compreender as sociedades existentes, e assim ajudar as pessoas -- governantes e povo -- a avaliar as conseqüências das suas decisões e escolhas. A filosofia política não julga a sociedade existente pela comparação com um modelo ideai, mas pelos critérios gerais da conduta humana estabelecidos por uma sã filosofia moral sedimentada pela experiência e pela razão. Se não há uma filosofia moral superior aos condicionamentos socioculturais das épocas, então estes se tornam os juízes soberanos de si mesmos e se instaura o império do fato consumado, o governo dos mais cínicos e brutais.
Teremos uma política menos corrupta quando tivemos uma sociedade menos corrupta também e uma sociedade que se interesse por política e que saiba votar isso é notável. Porque a política é um reflexo da sociedade onde mais da metade da população não se interessa pela a política ou não quer se interessar então serão sempre governado por quem gosta ou por pessoas mal intencionadas. Como pode reclamar de improbidade administrativa se tu vendeu teu voto, por uma carrada de piçarra ou R$50,00 reais, tem direito nenhum de reclamar e reivindicar direito algum. Rsrsrsr
"Gerson Silva"
Como diz a Profª Drª Deuzimar Costa Serra. Jovem que não gosta de política é analfabeto.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política.
"Drª Deuzimar Costa Serra."
Ela é um filme de ação com vários finais
Ela é política aplicada em conversas banais
Se ela tiver muito a fim, seja perspicaz
Ela nunca vai deixar claro, então entenda sinais
No mundo da política e da economia a palavra da moda agora é Globalização. Além dos cus sujos do liberalismo e dos encefalopatas da social democracia, tenho ouvido até alguns pelegos comunistas empregando com obsessão essa palavra, sem se darem conta de que ela é um novo exibicionismo dos patrões de sempre.
Se conseguimos conviver com a podridão da politica brasileira, conviver com o povo honesto que mora nele é perfume com sabor de água cristalina.
Infelizmente vivemos uma política fria e calculista onde a minoria é esmagadora e a maioria é dominada pelo medo e a sensação de impunidade.
Politica é remédio ou é veneno dependendo da dose e onde se aplica. Também é solução ou problema, depende de quem aplica.
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