O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
"Amar o seu filho é uma bênção que nos completa, mas amar o filho dos outros é um dom que nos eleva.
Amar não é machucar, esconder, mentir, manipular, controlar e se vitimizar. Amar é confiar completamente na pessoa que amamos, compartilhar as preocupações, dúvidas, problemas e sentimentos nos quais se aprofundam mais ainda quando somos sinceros.
Hoje, o gesto mais difícil e mais digno é amar sem ir atrás, amar sem contato, amar sem se humilhar.
Amor maduro às vezes é só isso. Ficar quieto dentro do peito e não virar ação.
As pessoas podem até amar seu jeito de falar, mas é pelo seu jeito de escutar que elas vão amar falar com você.
Quem ama verdadeiramente não precisa escolher entre amar o próximo ou amar a si mesmo. O amor autêntico transborda em ambas as direções.
“Nem toda mãe que entregou um filho deixou de amar; muitas foram obrigadas a escolher entre a fome, a vergonha e a sobrevivência.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A atenção não é apenas uma função cerebral; é ponte para aprender, conviver, amar, trabalhar e existir com mais presença.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Amar um filho imensamente não impede uma mãe de sentir cansaço, medo, raiva, saudade de si e vontade de descansar.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A mãe pode amar o filho com toda a alma e, ainda assim, chorar pela mulher que foi ficando soterrada sob o cuidado.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Lembrar da morte não é amar menos a vida; é compreender que cada dia merece ser vivido com mais presença.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Desapegar não é amar menos; é amar sem transformar o amor em prisão.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Ninguém nasce para amar o próprio cárcere; aprende a confundir medo com afeto quando a sobrevivência depende de quem fere.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Quem inventou o amor ,o amar o desespero de estar, de se ajuntar ,de casar, de honrar ,de valorizar,de sentir falta,de querer estar envolto,de gostar de sentir corpo a corpo,ahhhh como é Bom,como é Divino ,como.é Rico quem verdadeiramente tem um amor correspondido, um amor não dividido,um amor sem reservar; só amar e amar ,amar como antigamente se apaixonar e viver felizes para sempre,Eu quero meu felizes para sempre!!! Eu quero eu terei um romance a lá francês.
Carregamos uma dor insuportável, mas a gente tenta camuflar, sabe! .... Essa dor é o custo de amar o que é eterno enquanto se vive no que é passageiro.
Sou feito pra viver, como um suspiro da vida, sou feito pra amar, como um brigadeiro da vida, a variedade de doces que a vida tem pra dar, aceito suas ofertas, chuvas de confeitos, lagos de chocolate, castelos de bolos, com muitas camadas de recheio, muitos sonhos, tortas de maçã, bretzel de coração e donuts besuntado em felicidade.
Sim, vamos todos morrer e ser esquecidos. Mas entre agora e a morte, podemos amar, criar, lutar, construir. O niilista enxerga só a morte. O humanista enxerga o "entre".
A humanidade é a única espécie capaz de amar e destruir o que ama, e ainda chamar isso de progresso.
Negar verdades absolutas é fácil; difícil é amar a realidade o suficiente para não mentir sobre ela.
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