O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
Oh, minha Bahia
feita de poesia plena,
Não sei o quê significa,
esta noite sonhei que
estava em Itapema
com o Mestre Valentin
vestido com a sua Burrinha de Ouro dançando todo faceiro para mim.
A minha alma e a visão estão
plenas nas fronteiras visíveis
e as invisíveis do mundo:
sei como e quem começou.
Entre Carriacou e Petit Martinique
as correntes me levam bem
e serena até Petit Dominique,
escrevendo sob o Sol eterno.
A tentativa de distorcer a memória
e nem mesmo o poder irão levar
o louro e nem apagar a História.
Ali nas belas Pequenas Antilhas
tranquilas coloco cada conceito
nas mãos do Senhor do tempo.
Roda de Ratoeira
Sei que será preciso
dançar mais de uma
Roda de Ratoeira
para te conquistar,
Não importa quanto
tempo vou levar,
Só por mim tu há
de se apaixonar,
de um jeito que
nem o vento irá levar.
Celebro o teu beijo
em cada rincão
do meu corpo
eis o meu segredo.
Não sei se és
minha realidade,
no fundo sinto
que já sou
a tal chama
que em ti arde.
Sou a confiança
de uma criança
que pede por ti
para não temer
a noite escura.
Orgulho solene
de me sentir
erótica, quente
e rica como
uma divindade
por ter feito
você satisfeito
adormecer entre
os meus braços.
Não sei o quê fazer com você,
E nem com a lembrança doce;
Que me fez gostar sem querer
Do olhar que me fez endoidecer.
Tua serei sempre que quiser,
E do jeito que ordenar...,
Não há nem como negar
Sob o domínio do teu olhar,
Não há como não esquecer
Do manso bem-me-quer
Vindo de um beijo estelar
- Primeiro e derradeiro -
Que fez o meu corpo te querer
- inteiro -
Sendo eu poesia última,
Juro-te como o meu amor
- verdadeiro -
Guardado estás no meu peito.
Não sei o quê fazer com amor,
E nem com todo este encanto...
Quando não é verso, ele é pranto
É melhor eu fixar no meu canto.
Jura que irá voltar para mim!
Não encontro melhor fim,
Por isso resolvi me recolher
Para eternizar em versos
- tudo -
O que o coração não consegue
- apagar -
E o que o meu corpo espera
- se alimentar -
Do universo feito de você
E deste amor que não consigo
- esquecer -
Porque nascermos para nos repletar.
Não sei o quê fazer com o tempo,
E nem com a distância...
Que os meus versos sejam o breviário,
E a saudade de mim se torne estância.
Sei escrever essa saudade
- sobrenatural -
Bem aqui no peito
De um jeito sem igual,
Só por este beijo fatal.
Sei remar entre os canais,
Em busca de você não é,
E nunca será demais...
O amor vira arte:
Literatura,
Conquista,
Cultura,
E semeia com ternura.
Sei amar, e sei ser cais:
De um novo ponto de partida,
Para que tenhas fé na vida...
O amor é um canteiro delicado
De finas tulipas
Que com jeito e trato,
Cabe poesias floridas
De uma poesia interminável
Desta primavera incontestável.
Sei também que o amor reforça a fé
Fazendo de nós uma fortificação,
Nos levando na mesma galé...
Sei que não podemos,
Sei que não devemos,
- Nos limitar -
Fugir diante do mundo,
Nós temos a nós,
Decerto é o abrigar.
Sei que podemos,
Sei que devemos,
Nos recorrer, amar;
Sem medo do mundo,
Só nós sabemos,
O nosso tempo e lugar.
Para onde?
Eu não sei.
O nosso amor é a lei.
Ele escolhe o destino,
- o calendário
Elabora a rota e o ninho,
O amor sabe de tudo,
Ele sabe sempre onde chegar.
É o ventar irremediável,
Carregando as ondas
As areias e conchas,
O rebojar balançando,
O barco navegando,
Como o leme para lá,
E com o leme para cá.
Lá está você, e cá estou eu,
Somos estrelas-do-mar,
Somos o que quisermos,
Arte e ciência, - paciência
E doce imprudência;
Segundos, minutos e horas,
Somos anos, décadas e séculos,
A expressão de uma existência.
Não sei mais como
me dirigir à você,
Nem tampouco agradá-lo,
Fiz de tudo para cativá-lo,
Não sei nem mais como
me chegar até você.
Por tantas horas
de espera,
E o coração batendo
acelerado,
E eu pedindo um
cadinho de atenção,
Não sei nem mais
o que fazer, estou
pronta para fazer
da Lagoa das Lágrimas a (minha);
- estou perdida
Gostaria de percorrer
de novo o caminho que me
leve de volta
para o seu coração
- agora só tenho
estes meus versos
para me dar uma direção.
Não quis lhe agredir,
só quis um pouco de atenção,
Pela primeira vez senti-me
sentenciada por ser poetisa,
Fui colocada para fora
da tua vida - do teu coração,
Condenada por amar o Brasil
em versos sem malícia.
Estou chorando,
você nem imagina...
Por todas as horas
que me senti ignorada,
Carregaste um pedaço meu para ti,
E abandonaste no meio
da estrada,
Mas tenha a certeza
de uma coisa: você se foi,
e a minha poesia há
de ser fazer refeita, ainda mais
iluminada e eterna.
Afinal, até em Guarapuava
encontrei sementes para
lançar na terra - e fazer-me eterna.
Uma vez encontrado
o sentido do amor no Paraná,
O coração sempre voltará
porque o amor ali está,
Estou esperando daqui
para frente a atitude valente,
que você tomará
- e se o nosso amor
de fato desabrochará.
Estas linhas eternizadas
São pedaços de nós em fruição.
Por onde andas?... bem sei...
Não tem problema;
Acabarás caindo
Na palma da minha mão.
Olhe para dentro,
Não adianta escapar,
Sou a alazã vontade,
Batendo no teu peito;
Sou o teu maior sentimento,
Não apago nem com o [tempo]...
Sou o teu doce tormento,
A inquietude acariciando,
Você foi embora,
Mas acabará voltando,
Sou o teu absinto,
O mais doce veneno,
Que te coloca em rebento...
Você está brincando de amar,
Cuidado!...
Quem brinca sempre
Acaba machucado,
Amor é como o fogo:
É preciso tomar cuidado.
Cuide bem do meu coração
Por ti apaixonado...
Quero o seu olhar em mim,
Conheço os teus enredos,
Sei que abrigas segredos,
Lindos são os teus dedos,
Quero que venhas, enfim.
Os labirintos da vida fizeram
A gente se encontrar...
Existe um amor e um afeto
Para a gente cuidar...
Vamos nos entregar?...
O amor é o sol que ilumina,
As mais escuras prisões,
E transcende todas as estações...
Conheço os mistérios dos porões,
Que levas nos teus olhos escuros,
Não menos lindos, e tão puros...
Fico silenciosa aguardando por você,
Estou aqui esperando o teu mimo,
Por ti não nego que suspiro,
Imaginar você longe - temo, podes rir!...
Com os olhos abertos quase que deliro...
Chegou a hora de desfrutares do amor,
Com o meu doce sabor de infinito,
O amor mais bonito e mais seguro,
O amor mais inesquecível e fecundo,
Não me esqueço de ti em nenhum segundo.
O amor jamais
irá se perder
e nem deixará
ninguém o levar,
Sei que ele vem
e me fará confiar.
Nele há toda
a maior sedução
de todo o mundo,
E a melhor, doce
e sã perversão.
O mundo está
em guerra,
e mesmo
assim estou
na perfeita paz.
O coração rejeita
a desesperança,
tem a fé de
uma criança
que crê tudo
há de se ajeitar,
por ter olhos
inteiros de festa.
Ver florescer
o meu jardim
de corais:
sonho contigo.
Não sei quem
se beija mais
se é o céu ou
se são os bonsais.
O luar riscou
o destino
de um oceano
de amor:
junto contigo.
Não sei quem
se beija mais
se é o mar ou
se são os bonsais.
Ver resplandecer
com o infinito
nas marítimas
belezas totais:
quero contigo.
Com os nossos
desejos reunidos
aconchegados
nos mais doces
corais instintos
animais de flores
e de todos os amores.
Pelos siderais fios
que nos unem
mesmo sem saber
onde você está;
Sei que nós dois
vamos nos encontrar,
e que não importa
a hora e o lugar.
O Universo abriu
um palimpsesto
a nossa previsão,
Tudo ocorrerá
fazendo bater
sempre mais
forte o coração
em ritmo forte
e indomável paixão.
Os seus toques
já estão todos
roteirizados
na minha pele,
E hão de ser a sua
estratégica mania,
e suave maneira
para de mim
fácil e faceira
muito além desta
Superlua de Neve.
Suave regato
que acarinhando
a bela floresta
em noite estrelada
e de imenso luar,
sei que sobre mim
não consegue
parar de imaginar.
Os desejos teus
têm se unido
todos aos meus,
e algo em nós
tem persuadido
à um romance
a ser bem vivido
unidos aos astros.
Os sentidos teus
têm se conectado
todos aos meus,
carícia indômita,
busca assumida
pelo paraíso perdido
neste planeta Terra,
do meu coração
tomará inteiro conta.
Algo tem me dito
que pouco a pouco,
mesmo tendo
os resquícios
de criança medrosa,
não vou resistir
e cairei de amores
hipnotizada
por este teu feitiço.
Com toda a doçura
que há no meu peito
em silêncio te espero,
e sei que me tens
ocultado do Universo.
Com toda a gravitação
que há em ti
sobre mim pairando
por savanas tropicais
e subtropicais:
a certeza sobre nós
construiu um cais.
Com toda a ternura
que há no teu peito
em silêncio te espero,
e sei que já temos
a Lua por testemunha.
Com toda a redenção
que há para nós
da loucura do mundo
e a tranquilidade
que só o amor possui:
a beleza da canção
trouxe ritmo e paixão.
Com toda a expectativa
do que está porvir
o silêncio é preparação,
e sei que já nos temos
sob a Lua e sua proteção.
Não sei se ando
de cabeça
anda cheia,
ou o céu
estava nublado,
Só sei que ontem
perdi a cena
de Vênus
coroada de plêiades
fazendo
inveja para a Lua;
Não sei se ando
meio fora do ar,
ou o coração
é que anda
um pouco pesado,
Só sei que de ti
não quero deixar
de me sintonizar,
ou me distrair
sequer nem
por um segundo;
Nem mesmo por
um barulho do céu
ou ardil do destino
no meio deste
mundo em fogaréu,
ninguém desviará
o nosso caminho.
Quem dera dominar
a arte da música,
para me salvar
de um mundo
que só se sabe gritar.
Sei, a poesia salva
mesmo silenciosa,
mas não é a todos
que de fato ela toca.
Ah, se eu soubesse
tocar no meio desta
humana tempestade,
onde uns depreciam
a própria liberdade.
Sei, a poesia me leva
para onde talvez
nunca vou estar:
lá nos raios de luar.
As minhas veias
são as ondas do mar,
e estão as sereias
que fazem você
o tempo todo pelo
meu nome clamar.
Ah, nesta onda ruim
não vou mergulhar!
O tempo vai melhorar
e o céu se abrirá
ao nosso amor que virá.
No fundo sei
que será
preciso fazer
quase nada
para te trazer,
E ser a sutil
transgressão
que fará você
abrir mão
da tua rotina
e tirar os teus
pés do chão,
É questão
de tempo
porque
coragem tenho,
Você é
astronauta,
e eu um
autêntico foguete.
É unidade
de fluxo
magnético
e atração,
porque
sedução
de sobra tenho,
e para o ser
o teu fraco
de longe eu venho.
Noites de Lua,
de proezas,
loucura
e sideração:
de olhos fechados
você dará a tua mão,
cairá no meu colo
e me dará o coração.
Tenho nas mãos
a sutil pérola
do teu divino amor
em oceano,
sei que sou o teu
mais audaz plano.
Nos lábios silencio
a secreta canção
que leva o teu nome,
por ti firmei acordo
com o tempo
muito além do hoje.
Como se desbrava
uma eclipse penumbral
é o quê de ti peço
num deslumbramento
total diante de uma
galáxia em espiral.
No cair desta noite
ao ouvir os sinos
só me veio uma
única sentença:
na vida o amor
é o quê compensa.
"Não sei amar pela metade, nunca soube. Aliás, não se trata só de amor, mas de qualquer tipo de sentimento. Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. Não sei sentir em doses homeopáticas. Preciso e gosto de intensidade, e se não for assim, prefiro que não seja"
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